sexta-feira, 29 de novembro de 2013

WWF - WWF felicita a Agarba por el sello MSC para su bacalao del Mar de Barents

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26921/WWF-felicita-a-Agarba-por-el-sello-MSC-para-su-bacalao-del-Mar-de-Barents

Publicado el 28 noviembre 2013

Madrid/Vigo.- 28 de noviembre de 2013:
WWF felicita a la organización de productores Agarba por haber obtenido la certificación MSC para su pesquería de bacalao del Mar de Barents. A partir de este momento, el bacalao capturado por los buques de esta asociación podrá mostrar la ecoetiqueta del pez azul MSC que permite a los consumidores hacer una elección responsable y sostenible en pescados y mariscos.

WWF celebra este importante avance obtenido por la flota bacaladera española de Mar de Barents al hacerse merecedora de la exigente certificación MSC. De esta forma, se convierte en una de las primeras flotas españolas de altura en conseguirlo. Con esta certificación, los consumidores pueden estar seguros que el stock está en una situación saludable, las pesquerías están bien gestionadas y con un bajo impacto en el ecosistema marino.

José Luis García Varas, Responsable del Programa Marino de WWF España comentó: “Esta es una gran noticia para AGARBA, sin duda, porque recompensa sus esfuerzos para conseguir una pesca sostenible, pero también para nuestros mares, ya que nos enseña cómo una parte del sector está cada vez más comprometido con la sostenibilidad y trabaja en la mejora de sus pesquerías”. Y añadió: “la sostenibilidad pesquera es una labor de todos, de la flota y de los consumidores, que al buscar el sello MSC encuentran una garantía independiente de la sostenibilidad de los productos que consumen“.

Por su parte, Laura Rodríguez, responsable del MSC para España y Portugal, ha declarado que: “Felicitamos a Pesquera Ancora y Velaspex por su iniciativa de demostrar la sostenibilidad de sus prácticas de pesca evaluándose respecto al estándar MSC. El hecho de que ambas empresas se hayan unido para obtener el certificado representa un importante ejemplo de trabajo conjunto y a largo plazo por empresas que comparten una misma filosofía de respeto a los recursos marinos”.

http://www.msc.org/sala-de-prensa/noticias/agarba-logra-la-certificacion-msc-de-pesca-sostenible-para-su-pesqueria-de-bacalao-del-mar-de-barents

WWF - Las ONG ambientales se unen a la campaña savecanarias.org contra las prospecciones de Repsol

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26920/Las-ONG-ambientales-se-unen-a-la-campaa-savecanariasorg-contra-las-prospecciones-de-Repsol

Publicado el 28 noviembre 2013

Las ONG ambientales se unen a la campaña savecanarias.org contra las prospecciones de Repsol

¿QUÉ?

Las ONG ambientales, Amigos de la Tierra, Ecologistas en Acción, Greenpeace
, SEO/BirdLife y WWF, se suman a la campaña internacional savecanarias.org, promovida y apoyada por más de 40 instituciones y organizaciones, que se oponen a las prospecciones petrolíferas en Canarias. El objetivo principal de esta iniciativa es pedir al Gobierno de España y a Repsol la suspensión inmediata y definitiva de estos proyectos.

¿CUÁNDO?

Lunes, 2 de diciembre de 2013 a las 13.00 hrs.

¿DÓNDE?

Sala María Zambrano

CÍRCULO DE BELLAS ARTES DE MADRID

C/ Marqués de Casa Riera, 2 - 5ª planta (esquina C/ Alcalá, 42).

¿QUIÉN?

Asistirán el Presidente, Vicepresidentes y Consejeros del Gobierno de Canarias y de los Cabildos de Lanzarote y Fuerteventura, así como máximos representantes de las 5 ONG Amigos de la Tierra, Ecologistas en Acción, Greenpeace, SEO/BirdLife y WWF y otras organizaciones.

¿POR QUÉ?

El reciente anuncio de Repsol sobre el comienzo en mayo de 2014 de la perforación de los fondos marinos frente a Lanzarote y Fuerteventura en busca de petróleo es un paso más para imponer un proyecto que cuenta con el rechazo frontal de la sociedad canaria y que supone al tiempo una grave amenaza para el presente y el futuro económico y humano de estas Islas.

Así, tras las acciones emprendidas por instituciones públicas y privadas españolas en el Tribunal Supremo, en la UE, en Naciones Unidas, así como en otros ámbitos administrativos, científicos, empresariales, políticos y ambientales, se impulsa ahora el inicio de una campaña internacional para recabar apoyos de los cinco continentes contra el proyecto petrolero de Repsol autorizado en 2012 por el Gobierno de España.

Más asistentes: Fundación Oceana, Casa Saramago, Fundación César Manrique, Plataforma por un nuevo modelo energético, Fundación Renovables, Partido Socialista Obrero Español, Izquierda Unida, Coalición Canaria, Nueva Canarias, Confederación de Los Verdes en España, EQUO, otras fuerzas políticas, sindicatos UGT y CCOO, instituciones científicas marinas, pescadores canarios, colectivos sociales y ciudadanos de Canarias, Baleares y de otras comunidades autónomas.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

GREENPEACE - Deputados e MPF pedem retirada de xisto

Notícia do site do Greenpeace Brasil:

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/deputados-e-mpf-pedem-excluso-de-xisto/blog/47545/

Postado por Marina Yamaoka - 27 - nov - 2013 às 17:47

Gasodutos na Pensilvânia, nos Estados Unidos, construídos para a exploração de gás de xisto (©Les Stone/Greenpeace)



A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou hoje, por unanimidade, requerimento que pede que a ANP (Agência Nacional de Petróleo e Gás Natural) exclua o gás de xisto da consulta pública que será realizada nos próximos dois dias.

Serão leiloados 240 blocos com potencial exploratório de petróleo e gás natural. O edital da 12a Rodada de Concessão prevê o exercício das atividades de exploração convencionais que também podem evoluir para produção de recursos não convencionais, também conhecidos no Brasil como gás de xisto.
Trata-se de um gás natural encontrado em formações de folhelho – xisto - e que para ser extraído precisa que as rochas sejam fraturadas. O processo utiliza mais de 600 produtos químicos, areia e outros elementos pouco testados – como bário e arsênio. Além de precisar de uso intensivo de água cujo destino final, após ter entrado em contato com os químicos, ainda é desconhecido.

A Comissão pediu uma moratória de cinco anos devido aos riscos que essa técnica apresenta ao meio ambiente e para que, dessa forma, os impactos socioambientais possas ser estudados. Segundo o deputado Sarney Filho, o gás de xisto reconhecidamente produz poluição nos aquíferos e fazer um leilão sem que se tenha noção dos estudos realizados é perigoso.

O Ministério Público Federal também manifestou suas preocupações à ANP. Em parecer técnico afirmou que existem áreas a serem licitadas que atravessam reservas indígenas, áreas próximas à mananciais de água e reservas florestais. O MPF ressaltou a necessidade de que seja feita uma Avaliação Ambiental Estratégica para que sejam esclarecidos os riscos e impactos ambientais relacionados à exploração de gás de xisto.
Diante de tantas dúvidas a maior e que permanece é: diante de tantos pedidos para que a exploração de gás de xisto seja, ao menos, adiada no país, o que será que a ANP fará?

terça-feira, 26 de novembro de 2013

SOS Mata Atlântica - Plano Nacional contra vazamentos de petróleo não garante segurança da costa

Notícia retirada do Site da SOS Mata Atlântica:

http://www.sosma.org.br/16659/plano-nacional-contra-vazamentos-de-petroleo-nao-garante-seguranca-da-costa/

25/11/2013

Em novembro de 2011, a empresa americana Chevron causou um grande acidente no mar brasileiro,
no Campo de Frade, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. O tamanho inicial do vazamento foi estimado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) em 330 barris por dia, ou 50 litros de óleo.

No entanto, imagens de satélite da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) indicaram um vazamento dez vezes maior. A extensão da mancha vista do espaço levou a um cálculo de 3,7 mil barris de óleo por dia – quantidade próxima a identificada no início do vazamento do Golfo do México (abril/ 2010), avaliado como o maior derrame acidental na história.
O episódio evidenciou a falta de governança por parte dos órgãos governamentais brasileiros, uma vez que no momento da tragédia a única fonte de informação para a sociedade era a própria empresa. O governo brasileiro não contava com suas próprias condições para chegar ao local do vazamento e avaliar seu impacto, para assim agir com rapidez e também informar, com dados precisos e transparentes, as consequências do acidente ao ambiente marinho.

Desde então, aumentou-se a pressão da sociedade para que o governo criasse o Plano Nacional de Contingência (PNC) para grandes vazamentos de petróleo. O Plano foi lançado no dia 22 de outubro deste ano – um dia após o polêmico leilão do pré-sal do Campo de Libra, no Rio de Janeiro. “Apesar de ter sido conduzido por 17 Ministérios, o Plano apresentado não expressa uma visão ampla sobre o assunto e tampouco atende às legítimas preocupações de parcelas relevantes da sociedade”, esclarece Leandra Gonçalves, bióloga e consultora da Fundação SOS Mata Atlântica.

De acordo com Leandra, o Plano não atinge o seu maior objetivo – garantir a segurança ambiental em uma das principais e mais ricas zonas costeiras do mundo, sobretudo diante de um importante empreendimento de alto risco, que é a exploração de petróleo do pré-sal. “No formato apresentado, o documento apresenta mais dúvidas do que respostas, pois não define questões primordiais, como os recursos disponíveis para enfrentar eventuais acidentes e vazamentos”.

O Decreto 8.127 de 23 de outubro, que implementa o PNC, determina que o Ministério do Meio Ambiente terá de coordenar e articular ações para facilitar e ampliar a prevenção, preparação e capacitação de resposta nacional a incidentes de poluição por óleo, o que, para Leandra, evidencia outro problema. “O mesmo Ministério é responsável por avaliar e aprovar os planos de emergências individuais das companhias petrolíferas, mas nunca teve estrutura e orçamentos suficientes para isto, tão pouco para checar, no momento de um acidente, se as empresas têm condições de desenvolver as ações propostas”, destaca.
Além de não definir orçamento, Leandra explica ainda que o Plano não determina como dará sua operacionalização e não especifica as estruturas disponíveis e os tipos de embarcações para operar em áreas profundas e distantes da costa, como as do pré-sal. “Também é questionável a divisão de responsabilidades em um eventual acidente”, enfatiza. Isto porque, segundo o PNC, há três possíveis coordenadores operacionais: a Marinha, no caso de acidentes em águas marítimas; o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para águas interiores; e a Agência Nacional de Petróleo (ANP), nos casos de estruturas submarinas de perfuração e produção. “Possíveis dúvidas nesse sentido podem levar à paralisia, o que potencializa os efeitos negativos de um vazamento”, diz.

Audiência Pública na Câmara dos Deputados avalia Plano
Dia 26/11, às 14h, acontece Audiência Pública que discutirá o Plano Nacional de Contingência para grandes vazamentos de petróleo, lançado pelo governo brasileiro no dia 22 de outubro deste ano. O encontro, aberto ao público, será no Plenário 8, Anexo II, da Câmara dos Deputados, em Brasília.
 Para cobertura, jornalistas podem se credenciar pelo e-mail marina@lead.com.br.
A audiência foi solicitada pela Fundação SOS Mata Atlântica. Além de representantes da organização, o encontro contará também com lideranças de setores do turismo e da pesca – atividades mais afetadas caso as ações emergenciais não funcionem – como Alexandre Anderson, Presidente da Associação Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara (AHOMAR).

Participa também do encontro o deputado Sarney Filho (PV-MA), que aprovou por unanimidade na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara, no último dia 20, a criação de Grupo de Trabalho para acompanhar a implementação do Plano.
Confira os palestrantes confirmados para a Audiência:

  • Contra Almirante Marcos Lourenço de Almeida, Subchefe de Organização e Assuntos Marítimos do Comando de Operações Navais da Marinha, representando o Ministério da Defesa e os Comandos Militares;
  • Cristian Niel Berlinck, Coordenador de Emergências Ambientais do ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade;
  • Luis Alberto de Mendonça Sabanay, Assessor de Assuntos Estratégicos e Relações Institucionais do Ministério da Pesca e Aquicultura;
  • Maria Teresa Rodrigues Rezende, Técnica do Programa Brasileiro de Certificação Florestal do Inmetro – Instituto Nacional de Meteorologia;
  • Flávio Ricardo Sales Ferreira, Técnico da Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro – Instituto Nacional de Meteorologia;
  • Antonio Maurício Ferreira Netto, Diretor do Departamento de Revitalização e Modernização Portuária da Secretária de Políticas Portuárias da Presidência da República.


Foram também convidados:

  • Casa Civil da Presidência da República;
  • Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis;
  • ANA – Agência Nacional de Águas;
  • Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Economia ameaçada
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 70% da população brasileira vive na faixa situada a até 200 km do litoral. Os municípios da zona costeira abrigam 26,9% da população brasileira, ou 50,7 milhões. Desses, cerca de 4 milhões utilizam seus recursos naturais para sobreviver.
Dados do Ministério da Pesca apontam a existência de quase 1 milhão de pescadores no país, responsáveis pela oferta de 1,24 milhão de toneladas de pescados por ano, sendo que cerca de 45% dessa produção é da pesca artesanal.

O litoral é também um dos principais destinos turísticos do Brasil. Pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) aponta que das seis cidades brasileiras que mais receberam turistas estrangeiros em férias no Brasil em 2012, quatro são litorâneas. De acordo com o levantamento, 29,6% das pessoas que vêm a lazer ao país visitam o Rio de Janeiro. Florianópolis, em Santa Catarina, está em segundo lugar na lista, com 18,1%, seguida de Foz do Iguaçu, com 17,3%,  e São Paulo,  com 10%. Já Armação dos Búzios e Salvador recebem 7,9% e 6% dos forasteiros, respectivamente.

Já para o turista brasileiro, o Nordeste, famoso por suas praias, é o destino preferido para quase metade (46,9%) dos entrevistados pela pesquisa “Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem”, realizada em outubro deste ano pelo Ministério do Turismo e Fundação Getúlio Vagas.
Leandra observa que ainda há espaço para aprimorar a estrutura de diversas áreas econômicas que dependem do ambiente marinho, como o turismo e a pesca, mas se o meio ambiente na faixa litorânea for destruído ou seriamente danificado, os impactos negativos serão devastadores. “Não estamos negando, evidentemente, os possíveis benefícios econômicos e sociais que a exploração no pré-sal, com suas reservas de 8 a 12 bilhões de barris, pode trazer ao país. Mas os riscos apresentam proporções semelhantes, pois não é só de petróleo que vive a costa brasileira”, enfatiza.
 
Os 10 maiores acidentes petrolíferos da história
Nos últimos 70 anos, mais de 80 episódios de média e alta gravidade lançaram nos mares e oceanos cerca de 7,4 bilhões de litros de petróleo – o correspondente ao volume de quase 3.000 piscinas olímpicas. Os dez maiores desastres respondem por 68% desse total.

1º – Guerra do Golfo, Kuwait, Golfo Pérsico – janeiro/1991
Volume: 1 milhão e 360 mil toneladas (753 piscinas olímpicas).
O pior vazamento de petróleo da história não foi propriamente acidental, mas deliberado. Causou enormes danos à vida selvagem no Golfo Pérsico, depois que forças iraquianas abriram as válvulas de poços de petróleo e oleodutos ao se retirarem do Kuwait.

2º – Acidente do Golfo do México – abril/2010
Volume: aproximadamente 206 milhões de galões de óleo (388 piscinas olímpicas).
Este é oficialmente o maior derrame acidental na história do mundo. Tudo começou quando um poço de petróleo estourou a uma milha abaixo da superfície do Golfo, causando uma explosão na plataforma Deepwater Horizon, da British Petroleum (BP), que matou 11 pessoas. A empresa fez várias tentativas fracassadas para tapar o poço, mas o óleo fluiu – possivelmente a uma taxa tão alta quanto 2,5 milhões de litros por dia – até que o vazamento foi estancado, em 15 de julho de 2010. Matou milhares  de animais, entre tartarugas, mamíferos marinhos e aves. Os efeitos a longo prazo do uso de 1,82 milhões de litros de dispersantes neste frágil ecossistema permanece desconhecido.

3º – Ixtoc I, Campeche, Golfo do México –  junho/1979)
Volume: 454 mil toneladas (251 piscinas olímpicas).
A plataforma mexicana Ixtoc 1 se rompeu na Baía de Campeche, derramando cerca de 454 mil toneladas de petróleo no mar. A enorme maré negra afetou, por mais de um ano, as costas de uma área de mais de 1.600 km2 e impactou as praias do sul do Texas, reduzindo a população animal em 80% na zona de formação de ondas e 50% na zona de arrebentação.

4º – Poço de petróleo Fergana Valley, Uzbequistão – março/1992
Volume: 285 mil toneladas  (158 piscinas olímpicas)
Trata-se de um dos maiores acidentes terrestres já registrados. Em março de 1992, a explosão de um poço no Vale da Fergana afetou uma das áreas mais densamente povoadas e agrícolas da Ásia Central.

5º – Atlantic Empress, Tobago, Caribe – julho/1979
Volume: 287 mil toneladas  (159 piscinas olímpicas)
Durante uma tempestade tropical, dois superpetroleiros gigantescos colidiram próximos à ilha caribenha de Tobago. O acidente matou 26 membros da tripulação e despejou milhões de litros de petróleo bruto no mar.

6º – Nowruz, Irã, Golfo Pérsico – fevereiro/1983
Volume: 260 mil toneladas  (144 piscinas olímpicas)
Durante a Primeira Guerra do Golfo, um tanque colidiu com a plataforma de Nowruz causando o vazamento diário de 1500 barris de petróleo.

7º – ABT Summer, Angola – maio/1991
Volume: 260 mil toneladas  (144 piscinas olímpicas)
O superpetroleiro Libéria ABT Summer explodiu na costa angolana em 28 de maio de 1991 e matou cinco membros da tripulação. Milhões de litros de petróleo vazaram para o Oceano Atlântico, afetando a vida marinha.

8º Castillo de Bellver, Africa do Sul (agosto/1983)
Volume: 252 mil toneladas (139 piscinas olímpicas)
Depois de um incêndio a bordo, seguido de explosão, o navio espanhol rachou-se ao meio, liberando cerca de 200 milhões de litros do óleo na costa de Cape Town, na África do Sul. Por sorte, o vento forte evitou que a mancha alcançasse o litoral, minimizando os efeitos ambientais do desastre.

9º – Amoco Cadiz, França – março/1978
Volume: 223 mil toneladas (123 piscinas olímpicas)
Um dos piores acidentes petrolíferos do mundo aconteceu em 1978, quando o supertanque Amoco Cadiz rompeu-se ao meio perto da costa noroeste da França. O vazamento matou milhares de moluscos e ouriços do mar. Esta foi a primeira vez que imagens de aves marinhas cobertas de petróleo foram vistas pelo mundo.

10º – M T Haven, Itália – abril/1991
Volume: 144 mil toneladas (79 piscinas olímpicas)
Outro superpetroleiro, o navio gêmeo do Amoco Cadiz explodiu e naufragou próximo da costa de Gênova, matando seis tripulantes. A poluição na costa mediterrânea da Itália e da França se estendeu pelos 12 anos seguintes.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

WWF - Nuestros voluntarios plantan 2.000 árboles en 8 provincias de forma simultánea para reclamar unos bosques sanos

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26840/Nuestros-voluntarios-plantan-2000-rboles-en-8-provincias-de-forma-simultnea-para-reclamar-unos-bosques-sanos

Publicado el 24 noviembre 2013

Más de 300 voluntarios de WWF se han unido esta mañana por los bosques y han plantado 2.000 árboles y arbustos de especies autóctonas de manera simultánea en 8 provincias españolas. La de hoy es la tercera edición de la “Plantación en Red”, una acción colectiva que organiza la Red de Grupos locales de WWF para reclamar mayores esfuerzos en la restauración de unos ecosistemas, los bosques, que proporcionan servicios vitales para el bienestar de la sociedad.

Tres Parques Nacionales (Cabañeros, Doñana y Sierra Nevada), dos Parques Naturales (la Sierra de Collserola de Barcelona, y el del Sureste de Madrid), además de otros espacios de interés por el mal estado de conservación de sus ecosistemas forestales, han acogido esta mañana a los voluntarios de WWF España en la tercera edición de la “Plantación en Red”, convocados bajo el lema “Enrédate con los bosques”.

Aunque España es el segundo país de la Unión Europea por superficie forestal –después de Suecia-, en la actualidad los bosques apenas ocupan el 29% de su área original: menos del 26% del territorio nacional. De los bosques que nos quedan, casi la mitad están incluidos en espacio
s protegidos, pero eso no impide que su calidad ecológica sea, por norma general, muy deficiente. Dos indicadores de esta situación son que sólo el 13% de los bosques cuentan con planes de gestión, oque los incendios afectan cada año a 120.000 hectáreas de superficie forestal.

Para ayudar a revertir esta situación, WWF España desarrolla numerosos programas y actuaciones de restauración forestal, entre los que se incluye la “Plantación en Red”. Con la acción de hoy, la organización también pretende enviar un mensaje contundente a las autoridades sobre la necesidad de dar más importancia a los bosques.

“Hacen falta medidas planificadas y coordinadas a nivel estatal, con base científica, para ampliar la superficie boscosa y mejorar la calidad ecológica de los bosques que aún nos quedan”, ha asegurado Diana Colomina, coordinadora de restauración forestal de WWF España.

Algunas de las zonas sobre las que los grupos locales de WWF han actuado hoy son claros ejemplos del mal estado de conservación de nuestros bosques. El arroyo Pedroche, al que se ha desplazado el grupo de Córdoba, es parte de la unidad ambiental más extensa de Andalucía, los carrascales continentales del valle del Guadalquivir, que conservan tan sólo un 3% de su superficie boscosa original.

En Guadalajara, los voluntarios del grupo local han introducido unos 200 plantones de especies autóctonas en una finca junto al río Henares, una zona ambientalmente degradada por el cultivo intensivo cerealista. En Alicante, los voluntarios del grupo local han realizado la plantación en la Sierra de las Águilas, con el objetivo de crear un refugio de biodiversidad entre parcelas agrícolas.

Los Parques Nacionales, los espacios protegidos más emblemáticos del país, tampoco se libran de los males de nuestros bosques. En Cabañeros (Ciudad Real) y en Sierra Nevada (Granada), la “Plantación en Red” se ha realizado en zonas afectadas por incendios en los últimos años. En Doñana, los voluntarios de WWF –con la colaboración de la Red de Voluntarios de Doñana- han actuado en una zona de ribera degradada, para mejorar su papel como corredor ecológico. Las tres actividades se enmarcan dentro del Plan de Voluntariado del Organismo Autónomo de Parques Nacionales que WWF está realizando en estos espacios durante el 2013.

Los bosques, nuestros ecosistemas más valiosos

Unos bosques sanos proporcionan a la sociedad una larga lista de servicios valiosos y gratuitos: retienen el suelo, garantizan la calidad del agua y del aire, regulan los ciclos del agua y del carbono, dan refugio a la biodiversidad, ayudan a mitigar el cambio climático fijando carbono de la atmósfera, nos proporcionan recursos valiosos como alimentos y medicinas, y son una fuente renovable de materias primas como la madera y las resinas. Además, son un lugar de ocio y disfrute para las personas. Todos estos servicios convierten a los bosques en el ecosistema más importante para nuestra existencia en la Tierra, vital para asegurar la calidad de vida de las generaciones presentes y futuras.

sábado, 23 de novembro de 2013

GREENPEACE - Clube do Carbono

Notícia do site do Greenpeace Brasil:

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/clube-do-carbono/blog/47486/

Postado por Marina Yamaoka - 22 - nov - 2013 às 11:53

As dez maiores empresas responsáveis pelas mudanças climáticas e o quanto emitiram desde 1964.







Enquanto a COP-19 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) chega ao fim em Varsóvia e não se vê compromisso por parte dos países para que se definam metas ambiciosas que possam mitigar as mudanças climáticas, o jornal Climatic Change publicou a pesquisa “Rastreando as emissões de CO2 e de metano dos produtores de cimento e dos combustíveis fósseis (1854-2010)”. (clique aqui para ler em inglês)

O cientista Richard Heede pesquisou a acumulação histórica das emissões de carbono dos 90 maiores emissores, entre eles empresas multinacionais e estatais de petróleo, carvão, gás natural e cimento. Ele descobriu que o principal responsável pelas mudanças climáticas não são as atuais emissões, mas o que foi acumulado desde a Revolução Industrial.

Desde 1864, as 90 empresas emitiram 914 bilhões de toneladas de CO2 e de metano, o equivalente a 63% das emissões industriais em todo o mundo. Apesar de ter se industrializado muito mais recentemente que os países europeus, o Brasil figura na lista. A estatal Petrobras aparece entre os 30 maiores vilões do clima sendo responsável por 6 Gton (gigatoneladas) de emissões.

As empresas de óleo e gás são o grupo que mais emitiram sendo responsáveis por nada menos que 77,5% de todas as emissões acumuladas e formam um verdadeiro “Clube do Carbono”. Além dessa notícia ruim, há uma ainda pior: como se não bastassem todas as emissões acumuladas historicamente, as grandes petrolíferas são ambiciosas e pretendem perfurar em fronteiras inóspitas.

É o caso da anglo-holandesa Shell e da russa Gazprom que juntas já emitiram 4% do total global. Ambas pretendem explorar petróleo no frágil ecossistema Ártico mesmo que não possuam tecnologia para isso e sabendo que se houver um acidente na região, as consequências podem ser irreversíveis. Foi para proteger o Ártico que 28 ativistas e 2 jornalistas foram presos na Rússia após protesto pacífico em plataforma da Gazprom.

Desde de 18 de setembro, eles foram detidos pela guarda costeira russa e estão sendo acusados de pirataria e de vandalismo. Esta semana Colin Russell teve sua prisão estendida por mais três meses e 29 foram liberados após pagamento de fiança. “Eles aguardam os julgamentos em liberdade, mas ainda precisamos que as acusações sejam retiradas”, afirmou Kumi Naidoo, diretor-executivo do Greenpeace Internacional.

SOS Mata Atlântica - Expedição monitora qualidade da água do Rio Piracicaba

Notícia retirada do Site da SOS Mata Atlântica:

http://www.sosma.org.br/16654/expedicao-monitora-qualidade-da-agua-do-rio-piracicaba/

22/11/2013

A qualidade da água do Rio Piracicaba, último afluente da margem direita do Rio Tietê na bacia hidrográfica do Médio Tietê, será monitorada por uma expedição que navegará 375 km de rios.

A viagem incluirá os principais formadores do Piracicaba e do Sistema Cantareira, que são os rios Jaguari (MG) e Atibaia (SP), e culminará na foz do Piracicaba, no reservatório de Barra Bonita, no rio Tietê.

O eco esportista Dan Robson navegará os rios a bordo de um caiaque especialmente equipado com instrumentos para analisar a qualidade da água, fotografar e produzir vídeos em tempo real. Os dados e os indicadores levantados serão interpretados pela equipe técnica da Fundação SOS Mata Atlântica, que acompanha o navegador por terra e remotamente.

Acompanhe os resultados da expedição em http://sosobsexpmoncoes.znc.com.br/grupos/21/.
O objetivo da expedição é avaliar a contribuição das cargas das sub-bacias hidrográficas do rio Tietê no reservatório de Barra de Bonita. Os rios Pinheiros e Sorocaba foram monitorados por expedições como essa realizadas nos meses de maio e junho, pela SOS Mata Atlântica em conjunto com Dan Robson.
As vazões médias desses rios estão abaixo do normal para a época em que as expedições foram realizadas e, embora a região de cabeceira do Piracicaba tenha recebido chuvas recentes, o volume de água ainda está abaixo do que é considerado normal para o período. As vazões menores dificultam a diluição de poluentes, mesmos dos esgotos tratados que não retiram completamente os poluentes – as estações de tratamento de esgotos domestico retiram em média 80% dos poluentes da água – e que podem comprometer a qualidade e acirrar os conflitos por uso da água, que é bastante escassa na região.

No sábado, dia 16, em Extrema (MG), ponto de partida da expedição, a equipe encontrou integrantes do projeto Observando o Jaguari (http://sosobsjaguarimg.znc.com.br) e esportistas que treinam no rio Jaguari para uma roda de conversa sobre a condição ambiental das águas na região.

O Observando o Jaguari é executado pela SOS Mata Atlântica em parceria com a Prefeitura Municipal desde 2011, e reúne 29 grupos de monitoramento da água envolvendo escolas e educadores da rede pública de ensino.

O Município de Extrema está inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) Fernão Dias e a bacia do Jaguari é área de manancial, essencial para o abastecimento de água para a Região Metropolitana de São Paulo.

Ao entrar no território paulista o rio Jaguari é represado e forma o primeiro reservatório do Sistema Cantareira, que permite a reversão das águas entre as bacias do Piracicaba e Alto Tietê. A outorga de água para o Sistema Cantareira venceu e está sendo revista para os próximos dez anos, a partir de 2014. A bacia do Piracicaba pleiteia o aumento do volume de água que fica para a região dos atuais 5m3/s para 8m3/s. Porém, para atender a demanda por água na região até 2014, será preciso ampliar essa vazão para 18m3/s.
A disputa pela a água entre as bacias do Alto Tietê e Piracicaba envolvendo as Regiões Metropolitanas de São Paulo e Campinas e as demandas dos usuários agrícolas e das indústrias da bacia do Piracicaba sempre foi acirrada em virtude da escassez e do comprometimento da qualidade da água dos principais rios dessas regiões. Não só a reversão da água limpa e de boa de qualidade, mas, também, o lançamento e a exportação de cargas poluidoras que se concentram no reservatório de Barra Bonita estão em jogo na disputa pela água em 2014.

Todos os dados e os indicadores levantados por essas expedições serão incluídos no relatório de situação ambiental que a SOS Mata Atlântica produz anualmente para o acompanhamento do Projeto de Despoluição do Rio Tietê. A divulgação será na Semana da Água, em março do próximo ano.
A cada dois anos Dan Robson navega o Rio Tietê, da nascente em Salesópolis até Barra Bonita, como guardião do projeto Flutuador do jornal SPTV, da Rede Globo. Neste ano, de intervalo entre as expedições do Flutuador, para possibilitar uma leitura mais completa do comportamento da mancha anaeróbica de poluição que é gerada na Região Metropolitana e exportada para as bacias rio abaixo, a SOS Mata Atlântica realizou, em parceria com Dan Robson, as expedições pelos principais afluentes do Tietê.

Os dados levantados nos afluentes servirão para avaliar de que forma as bacias tributárias impactam os avanços da despoluição do Tietê e quais os são os principais desafios para que o Estado de São Paulo possa atingir as metas anunciadas pelo Governo para recuperação da qualidade da água dos rios até 2018, com a universalização do saneamento.

Expedição Observando os Rios Jaguari, Atibaia e Piracicaba:
18/ 11 – 1º dia de navegação: 21 km (Extrema-MG)
19/11 – 2º dia de navegação: 19 km (Vargem-SP)
20/11 – 3º dia de navegação: 28 km (Tuiuti-SP)
21/11 – 4º dia de navegação: 24 km (Morungaba-SP)
22/11 – 5º dia de navegação: 17 km (Pedreira-SP)
25/11 – 6ºª dia de navegação: 18 km (Pedreira-SP)
26/11 – 7º dia de navegação: 17 km (Jaguariúna-SP)
28/11 – 8º dia de navegação: 18 km (Holambra-SP)
29/11 – 9º dia de navegação: 19 km (Paulínia/João Aranha-SP)
30/11 – 10º dia de navegação: 18 km (Cosmópolis-SP)
2/12 – 11º dia de navegação: 20 km (Americana-SP)
3/12 – 12º dia de navegação: 19 km (Santa Barbara d’Oeste-SP)
4/12 – 13º dia de navegação 16 km (Piracicaba-SP)
5/12 – 14º dia de navegação: 17 km (Piracicaba-SP)
6/12 – 15º dia de navegação: 14 km (Águas de São Pedro-SP)
9/12 – 16º dia de navegação: 17 km (Águas de São Pedro-SP)
10/12 – 17º dia de navegação: 15 km (Águas de São Pedro-SP)
11/12 – 18º dia de navegação: 16 km (Santa Maria da Serra-SP)
12/12 – 19º dia de navegação: 14 km (Santa Maria da Serra-SP)
13/12 – 20º dia de navegação: 19 km (Santa Maria da Serra/Barra Bonita-SP)

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

SOS Mata Atlântica - Portal facilita acesso a informações sobre o Código Florestal

Notícia retirada do Site da SOS Mata Atlântica:

http://www.sosma.org.br/16640/portal-facilita-acesso-a-informacoes-sobre-o-codigo-florestal/

21/11/2013

O Observatório do Código Florestal, iniciativa de sete organizações socioambientais, lança hoje seu Portal. O website irá reunir estudos, análises e histórico do Código, além de matérias inéditas e exclusivas sobre a lei florestal brasileira.

O objetivo é facilitar o acesso a informações sobre o código, além de encorajar o debate sobre sua implementação. “Com esta plataforma, buscamos reunir as informações consistentes e atualizadas sobre o Código Florestal, para permitir o controle social desta lei, assegurar que o Cadastro Ambiental Rural de fato aconteça e que não haja ainda mais retrocessos na sua implementação”, disse André Lima, assessor de Políticas Públicas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM).
O Observatório do Código Florestal foi lançado em maio deste ano, na Câmara dos Deputados.


Participam da criação do Observatório o:

  • Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia (IPAM), o 
  • WWF-Brasil, a 
  • Fundação SOS Mata Atlântica, 
  • Instituto Centro de Vida (ICV), o 
  • Instituto Socioambiental (ISA), juntamente com 
  • The Nature Conservancy (TNC) e a 
  • Conservação Internacional (CI).


O Observatório está aberto a adesões de outras organizações da sociedade e os participantes têm liberdade de posicionamento e atuação.
Aderiram ao Observatório em seu primeiro seminário ocorrido em Salvador-BA no inicio de outubro: a REDE Mata Atlântica (que agrega mais de 200 organizações em todo Brasil), a Apremavi, a Iniciativa Verde, o Grupo Ambientalista da Bahia (Gamba), a Amigos da Terra Amazônia, o IMAFLORA, a Bolsa de Valores Ambientais do Rio de Janeiro (BVRio), a Associação Mineira de Defesa do Ambiente (AMDA) e o Instituto O Direito por um Planeta Verde (IDPV).

Conheça mais em www.observatorioflorestal.org.br.

WWF - abandona la COP19 junto a otras ONG en protesta por la falta de avances en las negociaciones

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26780/WWF-abandona-la-COP19-junto-a-otras-ONG--en-protesta-por-la-falta-de-avances-en-las-negociaciones

Publicado el 21 noviembre 2013

Por primera vez en la historia de las Cumbres del Clima de la ONU

Esta mañana, las principales ONG ambientales internacionales y movimientos sociales han abandonado la Cumbre del Clima de la ONU en señal de protesta por la falta de voluntad negociadora y compromiso de los gobiernos. En un comunicado conjunto emitido hoy han dejado claro su rechazo a la evolución de la cumbre.

Comunicado conjunto de las ONG y movimientos sociales:






“Las organizaciones abajo firmantes nos solidarizamos con los millones de afectados por el tifón Haiyan y con todas las personas afectadas por el clima. Nuestra solidaridad nos obliga a decir la verdad sobre la COP 19 - la Conferencia sobre el Clima de Varsovia.

La Conferencia sobre el Clima de Varsovia, que debería haber sido un paso importante en la transición justa hacia un futuro sostenible, está en la vía de no conseguir prácticamente nada. De hecho, las acciones de muchos países ricos aquí en Varsovia están socavando directamente la propia Convención, que es un importante proceso multilateral que debe tener éxito si se quiere solucionar la crisis climática global.

La Conferencia de Varsovia ha puesto los intereses de las industrias energéticas contaminantes por encima de los de los ciudadanos del mundo – como demuestra el apoyo recibido a la “Conferencia sobre carbón y Clima" que se ha celebrado simultáneamente; el patrocinio corporativo de los grandes contaminantes y una Presidencia (Polonia), que está en deuda con la industria del carbón y el fracking. La integridad de las conversaciones se puso en peligro cuando Japón anunció que seguía a Canadá y daba marcha atrás en los compromisos de reducción de emisiones realizados anteriormente y Australia lanzó varias señales de que no estaba en absoluto dispuesta a tomar en serio el proceso climático de la ONU.

No ha habido avances significativos en un punto clave como es la financiación, que sigue casi sin financiación real, y las negociaciones sobre daños y pérdidas se han paralizado porque los países ricos se niegan a consensuar la esencia de este mecanismo internacional. Varsovia no ha visto ningún incremento de los objetivos de reducción de emisiones, ni un mayor apoyo para la adaptación antes de 2020, lo que en realidad ha supuesto un paso atrás en el camino para alcanzar un acuerdo global y justo en París en 2015.

Como sociedad civil estamos dispuestos a colaborar con los ministros y con las delegaciones que de verdad vienen a negociar de buena fe. Sin embargo, en la Cumbre de Varsovia, los gobiernos de los países ricos han llegado sin nada que ofrecer. Muchos gobiernos de los países en desarrollo también están sufriendo los impactos del cambio climático que pone en riesgo la satisfacción de las necesidades y derechos de sus ciudadanos. Está claro que si los países siguen actuando de esta manera, los últimos dos días de negociaciones no garantizarán la acción por el clima que el mundo necesita de forma tan urgente.

Por lo tanto, las organizaciones y movimientos que representan a personas de todos los rincones de la tierra hemos decidido que la mejor manera de utilizar nuestro tiempo es retirarnos voluntariamente de estas negociaciones sobre el clima en Varsovia. En su lugar, ahora nos estamos centrando en la movilización de la gente para que presionen a nuestros gobiernos para que tomen liderazgo en la urgente acción climática. Vamos a trabajar para transformar nuestros sistemas nacionales e internacionales de energía y alimentos en un nuevo sistema económico bajo en carbono, con empleos dignos para todos. Vamos a presionar a todos para avanzar en este camino.

El abandono de la Conferencia sobre el Clima de Varsovia prueba que, sin esta presión, no podemos confiar en que nuestros gobiernos hagan lo que el mundo necesita. Volveremos con la voz de la gente en Lima (Perú) para que los gobiernos asuman de una vez por todas su responsabilidad para alcanzar un futuro sostenible y justo”.

Organizaciones y movimientos sociales que suscriben este comunicado:


  • Aksyon Klima Pilipinas
  • ActionAid
  • Bolivian Platform on Climate Change
  • Construyendo Puentes (Latin America)
  • Friends of the Earth (Europe)
  • Greenpeace
  • Ibon International
  • International Trade Union Confederation
  • LDC Watch
  • Oxfam International
  • Pan African Climate Justice Alliance
  • Peoples’ Movement on Climate Change (Philippines)
  • WWF

WWF - pide en la COP19 una respuesta a la emergencia planetaria

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26762/WWF-pide-en-la-COP19--una-respuesta-a-la-emergencia-planetaria

Publicado el 20 noviembre 2013

ActionAid, Friends of the Earth (Europe), Greenpeace, Christian Aid, Oxfam, the International Confederation of Trade Unions y WWF han pedido hoy en la COP19 una respuesta contundente para luchar contra el cambio climático. En concreto, reclaman a los gobiernos reunidos en Varsovia que actúen siguiendo las recomendaciones del IPCC para evitar un cambio climático catastrófico.

Las ONG recuerdan que las actividades humanas son las principales causantes del cambio climático, en especial la quema de combustibles fósiles. Por ello, piden mayor ambición en los objetivos de reducción de emisiones y asegurar que la financiación y la tecnología prometida para los países más vulnerables sea efectiva y les permita adaptarse a los impactos del cambio climático. Además, exigen mayor protección para la gente amenazada por el cambio climático que se concrete en un ‘mecanismo de daños y pérdidas’.

No cumplir con estos objetivos significaría un fracaso de los gobiernos de los países desarrollados al no estar a la altura de sus obligaciones morales y legales, así como erosionar esta cumbre al negociar desde la mala fe y no ofrecer soluciones.

Varsovia debería significar un paso adelante para una transición justa, un viraje social y económico hacia un futuro más sostenible. Los gobiernos deben liderar esta transición y garantizar una estabilidad laboral en el marco de una economía sostenible.

El sector energético debe actuar como locomotora de esta transición ya que es el principal responsable de las emisiones contaminantes. La extracción de combustibles fósiles provoca el desplazamiento de personas, la contaminación local, la escasez de agua y la pérdida de biodiversidad.

A su vez, la energía renovable se presenta como una alternativa adecuada con menor nivel de impacto ambiental y que podría suministrar energía a los 1.300 millones de personas que actualmente no tienen acceso a la electricidad. Si hacemos caso a las advertencias científicas, tenemos que dejar de invertir en combustibles fósiles y girar hacia inversiones en eficiencia energética y energías renovables.

Los gobiernos reunidos en Varsovia deberían dar pasos concretos para eliminar las subvenciones a empresas que trabajen con energías sucias y apoyar con fondos globales medidas encaminadas a garantizar el suministro de energías limpias y asequibles para los más necesitados, así como asegurar la financiación pública necesaria para adopatar medidas de adaptación y establecer un mecanismo de compensación por daños y pérdidas.

Las ONG piden a los líderes presentes en Varsovia que elijan claramente las energías limpias sobre las contaminantes, y prioricen las necesidades de la gente sobre los intereses de las grandes empresas para construir un futuro seguro frente al avance del cambio climático.

El rostro devastador de esta tragedia climática ha sido evidente en Filipinas, donde uno de los tifones más fuertes jamás registrados ha asolado el país, llevándose consigo miles de vidas. Las organizaciones denuncian que los impactos climáticos ya están afectando a millones de personas en todo el mundo con patrones impredecibles de lluvias y fenómenos meteorológicos extremos, además de un alarmante aumento del nivel del mar y deshielo de los glaciares.

Hasta ahora, los gobiernos y líderes empresariales no han apostado por el desarrollo sostenible y respetuoso con el clima para mantener el planeta dentro de los límites ecológicos. Por ello, la frustración de la sociedad civil va en aumento en un momento en el que las emisiones se encuentran en un máximo histórico.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

GREENPEACE - Governo exalta Código Florestal na COP-19

Notícia do site do Greenpeace Brasil:

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/governo-cria-sistema-para-monitorar-emisses/blog/47457/

Postado por Nathália Clark - 20 - nov - 2013 às 14:25

Em evento paralelo realiza
do durante a COP-19, em Varsóvia, Ministério do Meio Ambiente anuncia nova plataforma de monitoramento de emissões de gases-estufa.

A segunda semana das negociações climáticas inicia em falta. Falta de esperança, falta de ambição, falta de dinheiro e de autoridades – em todos os sentidos. A presença dos ministros de estado tem sido parca. A ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, chegou na noite de ontem e já vai embora nesta quarta-feira (20). Mas sua presença não passou em branco. Em evento paralelo à COP-19, ela exaltou o novo Código Florestal brasileiro, que trouxe instrumentos de controle como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), mas que nem sequer saiu do papel.
“É impossível negar que o Brasil tem uma postura estratégica no cenário geopolítico internacional, que une produção e proteção florestal. Queremos proteger, mas precisamos entender quais as demandas sociais e econômicas da nossa sociedade, que se encontra em pleno crescimento. É importante ter os números, os diferentes panoramas e ter os diferentes atores mobilizados.”

Ignorando o motivo que a fez voltar mais cedo para casa – o aumento de quase 30% nos dados recentes de desmatamento na Amazônia Legal, apresentados na última semana –, a ministra disse ainda que o novo Código “está agora sendo plenamente adotado por produtores em todo o Brasil”. “É preciso ter licença para desmatar e os projetos precisam estar de acordo com a legislação.”

“A ‘licença para desmatar’ foi dada quando o novo Código foi aprovado. Vemos aqui o governo promover um mundo de fantasia, que não coincide com a realidade. Eles elogiam uma legislação que anistiou desmatadores e abriu precedentes para mais desmatamento, que ainda é uma das principais causa de emissões de gases-estufa em todo o mundo. Além disso, eles mencionam o CAR, que deveria mostrar quem está desmatando e onde, mas até agora não foi implementado, portanto não funciona na prática”, frisou
Renata Camargo, coordenadora de Políticas Públicas do Greenpeace.

Deliberadamente optando por um modelo de desenvolvimento que quer o crescimento econômico a todo custo, baseado na expansão da fronteira agrícola, em grandes projetos de infraestrutura na Amazônia, que passam por cima da floresta e de suas comunidades tradicionais, o Brasil não segue o papel de líder ambiental que se espera de um país com sua magnitude e relevância internacional.
“Para aparecer bem internacionalmente, o governo finge ignorar as mais de 400 propostas de lei que tentam retirar ainda mais a proteção florestal de áreas protegidas, como Terras Indígenas e Unidades de Conservação. Seguindo a aprovação do novo Código, a bancada ruralista ganhou força e vem tentando moldar a legislação brasileira segundo seus próprios interesses econômicos. Nesse contexto, o desmatamento está longe de ser o único problema. Agregado a ele vêm os conflitos fundiários, a violência no campo e o trabalho escravo”, lembrou Renata Camargo.

A conversão de áreas para agropecuária, que tem se mostrado o setor que mais tem emitido gases-estufa no Brasil, tampouco são feitas apropriadamente. Áreas abertas para pasto não são recuperadas, mas apenas abandonadas. Estudos científicos já mostraram que, com a quantidade de áreas abertas que temos na Amazônia, podemos dobrar nossa produção sem derrubar mais um hectare de floresta.
Monitorando as emissões nacionais

No evento, o governo também apresentou um novo sistema de monitoramento de emissões que deve abarcar todos os setores da economia. Carlos Klink, secretário de mudanças climáticas do MMA, presente na mesa, ressantou que o novo Código abarca todas as mais de 5 milhões de propriedades rurais no país, e que esse novo sistema deveria fazer o mesmo.

“Temos o desafio de trazer essa nova ferramenta como algo que capte toda essa dimensão rural do Brasil, e ela deverá estar ligada ao CAR. Estamos investindo um grande montante de dinheiro em sistemas de monitoramento para todo o país, em conformidade com o Código Florestal, a fim de combinar produção e proteção floestal”, defendeu.

WWF - Salvemos la región del “Gran Oso”, un lugar único en el mundo

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26760/Salvemos-la-regin-del-Gran-Oso-un-lugar-nico-en-el-mundo

Publicado el 20 noviembre 2013

La región del Gran Oso, en la costa oeste de Canadá, es uno de los tesoros naturales del planeta, conocido como “la Amazonía canadiense” por su increíble riqueza natural: ríos salvajes donde desovan salmones; uno de los últimos grandes bosques lluviosos costeros que se conservan intactos, donde vive el rarísimo “oso de espíritu”; y ricas aguas costeras habitadas por cetáceos.

Pero esta joya ecológica está amenazada por un proyecto de la empresa canadiense Enbridge, que pretende construir dos oleoductos gemelos que atravesarían esta región. Los oleoductos transportarían, cada día, 525.000 barriles de alquitrán diluido desde las destructivas explotaciones de arenas bituminosas de Alberta hasta la costa noroeste del Pacífico, en la Columbia Británica.

WWF ha lanzado esta semana, junto a la alianza que agrupa a los pueblos nativos de la región (Coastal First Nations), una campaña global para decir “NO” a los oleoductos y a los petroleros en este lugar de importancia mundial. La campaña pide a las personas preocupadas por la naturaleza y la justicia social que apoyen a la mayoría de los habitantes de la región y a las comunidades locales que se oponen al proyecto de Enbridge.

Si el proyecto sale adelante, más de 220 súper petroleros tendrán que atravesar cada año las accidentadas costas de la región del Gran Oso para llevar el crudo desde el oleoducto hasta los mercados asiáticos. Esas aguas son el hogar de cetáceos como ballenas jorobadas, rorcuales comunes u orcas. El riesgo de un vertido en esas ricas aguas es demasiado grande.

Se espera que el Gobierno federal de Canadá tome una decisión sobre el proyecto de oleoducto de Enbridge a principios de 2014. Hasta entonces, WWF seguirá presionando para que no se ponga en riesgo esta magnífica región, un lugar único en el mundo donde el ser humano vive en armonía con la naturaleza.

El director de “Coastal First Nations”, Art Sterritt, ha asegurado: “La región del Gran Oso ha sido el hogar de nuestro pueblo durante más de 10.000 años. Nuestros mayores nos enseñaron que tenemos la responsabilidad de gestionar nuestro territorio de un modo sostenible, desde el punto de vista ecológico, social y económico. El oleoducto propuesto es una amenaza para la existencia de nuestras comunidades, de nuestra cultura y de nuestro modo de vida. Pedimos ayuda junto a WWF para salvar este patrimonio naturall”.

El caso del Gran Oso es un ejemplo más de los iconos naturales del planeta amenazados por nuestra dependencia de los combustibles fósiles. Para evitar que se sigan produciendo estas amenazas, WWF ha lanzado este año la campaña “Usa Tu Poder”, dirigida a gobiernos y a las instituciones financieras internacionales. El objetivo es que retiren sus inversiones de los combustibles fósiles, y apuesten por un futuro energético sostenible, para las personas y el planeta.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

GREENPEACE - Amazonia: quien se acuesta con el agronegocio se levanta con la deforestación

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:

http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/amazonia-quin-se-acuesta-con-el-agronegocio-s/blog/47459/

Entrada de blog por Miguel Ángel Soto - noviembre 20, 2013 a las 13:42

El pasado jueves el gobierno brasileño dio a conocer los datos sobre la evolución de la deforestación en la Amazonia. Las noticias no son buenas.

Las estimaciones realizadas por el gobierno de Dilma Rouseff señalan que se perdieron 5.843 km2 de selva entre agosto de 2012 y julio de 2013, lo que supone un aumento de la deforestación del 28% en comparación con el año anterior.

Para Greenpeace este fuerte incremento de la deforestación en la Amazonia no es ninguna sorpresa. El año pasado el gobierno aprobó un nuevo Código Forestal, cambiando drásticamente la legislación ambiental que rige la gestión de los bosques en Brasil, incluida la Amazonia. El poderoso lobby del agronegocio en el Congreso brasileño, los ruralistas, propició un debilitamiento de esta legislación, pese a que durante décadas había sido el Código Forestal el marco legal que había ayudado a proteger la Amazonía.

Algunos creyeron el canto de sirenas de los ruralistas: el nuevo Código Forestal iba a mejorar la gobernanza en la Amazonia, la amnistía concedida a los delincuentes ambientales no tendría consecuencias y el sector agrícola en esta región se comportaría movida por el espíritu ciudadano y el cumplimiento de la ley.

Pero el "crecimiento económico a toda costa", modelo basado en la expansión de la frontera agrícola y el establecimiento de grandes proyectos e infraestructuras en la Amazonia, es una dura realidad que contrasta con la que el gobierno de Dilma pretende vender.

La reducción de la deforestación en Brasil fue algo que los líderes de este país han utilizado como carta de presentación en la escena internacional. Pero la realidad es que ya no pueden seguir hablando de las excelencias del nuevo Código Forestal, ni seguir reivindicando el liderazgo en temas de sostenibilidad o hablar de los nuevos modelos de desarrollo en Brasil en vísperas de Copa del Mundo de fútbol.

La responsabilidad de las empresas
En el año 2006, los grandes comerciantes de soja de Brasil se comprometieron a no comprar soja a propietarios implicados en la deforestación ilegal. Este compromiso, denominado la moratoria de la soja, había supuesto un paso importante para el freno de la deforestación en esta región. Tres años después, en 2009, los 3 mayores industrias cárnicas (mataderos) de Brasil firmaron un acuerdo por el que se comprometieron a no comprar ganado de las explotaciones ganaderas que estaban participando en nuevos procesos de deforestación de la selva, la utilización de mano de obra esclava, o en invasiones de tierras indígenas y áreas protegidas en la Amazonia.

En este contexto de compromiso del sector privado, junto con una mejora de la gobernanza en la región, las tasas de deforestación disminuyeron durante los últimos 6 años, provocando muy buenas expectativas para la solución permanente del problema.

Pero ahora, tras la reforma del Código Forestal, el sector de la soja en Brasil quiere romper la moratoria de la soja en enero de 2014. Si esta industria no renueva la moratoria sin establecer nuevas garantías y pasos concretos en su lugar, esto podría significar otro ciclo de deforestación, y nuevas malas noticias para la Amazonia.

¿Quiere la industria de la soja volver al conflicto y las altas tasas de deforestación o cumplirá su compromiso de no ser un motor de la deforestación en la Amazonia?

Miguel Ángel Soto (@NanquiSoto), responsable de la campaña de Bosques de Greenpeace.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

GREENPEACE - Shell tiene mucho que decir sobre los 30 del Ártico

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:

http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/shell-tiene-mucho-que-decir-sobre-los-30-del-/blog/47419/

Entrada de blog por Julio Barea - noviembre 18, 2013 a las 10:29

¿Qué hizo que los Arctic30 acabaran en prisión? Fu
e una petición de Gazprom exigiendo a las autoridades rusas que interviniesen durante nuestra protesta pacífica, lo que provocó la reacción desproporcionada de las autoridades, que acabó con los 30 del ártico en prisión. Ahora Gazprom puede utilizar su influencia para detener esta detención injustificada y ayudar a liberarlos. Pero ¿qué tiene que ver Shell en esta historia?

Para poder abrir negocio en el Ártico ruso, Gazprom necesita como socio a Shell. Sin su soporte técnico casi todo el Ártico se mantendría fuera del alcance de Gazprom, ya que no cuenta con la tecnología y los conocimientos necesarios para perforar en el Polo Norte. Gazprom  está a punto de firmar un acuerdo multimillonario con Shell para perforar en el Ártico ruso, lo que les convierte en socios. Es esto lo que sitúa a Shell en una posición privilegiada para influir en su socio.

Si Shell quisiera defender la libertad de expresión y ver a los 30 del Ártico puestos en libertad, podría exigirle a su aliada Gazprom esto mismo con una sola una llamada. Pero al permanecer en silencio, es difícil llegar a la conclusión de que Shell esté haciendo algo diferente que no sea anteponer su acuerdo petrolero en el Ártico antes que la liberación de estos presos de conciencia.

Por eso, durante estos días están apareciendo en diferentes gasolineras de Shell por todo el Estado carteles para que la empresa pida la libertad de los activistas del Ártico, a modo de rebelión ciudadana de consumidores exigiendo un posicionamiento a la petrolera.

Shell no es precisamente una empresa modélica, ya que tiene un largo historial de conflictos ambientales y sociales, por ello, ha sido condenada en varias ocasiones. La más reciente es la condena de la justicia holandesa por contaminar el delta del Níger o la denuncia realizada por Amnistía Internacional donde pone al descubierto las falsedades de la empresa sobre los vertidos en el Delta del Níger.





A pesar de este historial, Shell y otras empresas como Gazprom han puesto sus ojos en el petróleo del Ártico.
La propia Agencia Internacional de la Energía advierte, en un reciente informe, que no cree realmente en el petróleo del Ártico, ya que "los costes son altos y los riesgos ambientales considerables”. Sobre todo cuando ya existen fuentes energéticas alternativas, renovables y limpias.

Julio Barea (@juliobarea) campaña de Energía de Greenpeace España


sábado, 16 de novembro de 2013

WWF - denuncia que Japón, Australia y Canadá dinamitan el progreso de la COP19 en Varsovia

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26680/WWF-denuncia-que-Japn-Australia-y-Canad-dinamitan-el-progreso-de-la-COP19-en-Varsovia

Publicado el 15 noviembre 2013

WWF hace un balance crítico de la primera semana
de la 19ª Cumbre de Naciones Unidas sobre Cambio Climático (COP19) que se está celebrando en Varsovia. Para la organización, la posición del gobierno de Japón, Australia y Canadá dificulta el progreso de esta reunión y crea desconfianza en la COP19.

Esta mañana, el Gobierno japonés ha anunciado que va a rebajar sus objetivos de reducción de emisiones. Australia ha firmado por un posible debilitamiento del alcance de sus objetivos y la intención de revocar el impuesto nacional al carbono. Canadá, por su parte, ha emitido un comunicado de la oficina del Primer Ministro, Stephen Harper, aplaudiendo a Australia por poner fin a los impuestos al carbono y por animar a otros países a seguir su ejemplo.

Según Tasneem Essop, Jefa de la delegación de WWF en la COP, afirma: ‘Esta semana, nuestros colegas de Filipinas han sido testigos de primera mano de la devastación causada por el súper tifón Haiyan. No cabe ninguna duda de que están sufriendo los efectos del cambio climático en estos mismos momentos’.

Esta situación en Filipinas hace aún más difícil de comprender la posición de Japón, Australia y Canadá en estas negociaciones sobre cambio climático.

Según WWF, las actitudes de estos tres países, que pretenden bloquear el progreso de la COP19, demuestran una divergencia total entre realidad y cambio climático. Por ello, la ONG les pide que expliquen estas propuestas a la sociedad.

Japón
Naoyuki Yamagishi, Responsable de cambio climático y energía de WWF Japón, afirma: ‘Japón ha desperdiciado dos valiosos años desde el terremoto y el accidente nuclear de Fukushima al acordar un objetivo de emisiones tan bajo. A pesar de los esfuerzos del gobierno en simular que tiene objetivos ambiciosos, el hecho es claro: un aumento con respecto a 1990 y un gran paso atrás con respecto incluso a Kyoto. El gobierno japonés tiene que proponer un objetivo realmente ambicioso, y evitar la dependencia de la energía nuclear’.

Canadá
Según David Miller, CEO de WWF Canadá: ‘En un momento en el que el Planeta necesita nuestro compromiso y rigor para combatir el cambio climático, Canadá promueve la inacción y se mofa de los esfuerzos internacionales al apoyar a Australia en su decisión de eliminar los impuestos a las emisiones de carbono. La falta de voluntad de Canadá para tomar incluso los pasos más básicos para reducir su nivel de emisiones es un vergüenza a escala global’.

Australia
Kelli Caught, Responsable de Cambio Climático de WWF Australia ha manifestado: ‘Las afirmaciones del Primer Ministro australiano al comienzo de semana sobre su reducción del objetivo de emisiones y la eliminación del impuesto nacional a las emisiones de CO2 ha aumentado la desesperanza en esta cumbre’.

WWF - Estados Unidos tritura 6 toneladas de marfil en un acontecimiento histórico

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26660/Estados-Unidos-tritura-6-toneladas-de-marfil-en-un-acontecimiento-histrico

Publicado el 15 noviembre 2013

Las seis toneladas de colmillos, abalorios y souvenirs de marfil se convertían en virutas según los oficiales del Servicio de Pesca y Vida Salvaje de Estados Unidos iban introduciéndolas en la enorme máquina trituradora. En un evento histórico celebrado ayer en Denver, el marfil ilegal incautado por las autoridades estadounidenses durante más de 20 años fue destruido ante la mirada emocionada de embajadores extranjeros, conservacionistas, periodistas y diversas celebridades.

El mensaje detrás de este acto impresionante era claro y contundente: Estados Unidos no tolerará el tráfico de marfil y está comprometido a acabar con los crímenes contra la vida salvaje.




El año pasado, los cazadores furtivos mataron más de 30.000 elefantes para arrancarles sus colmillos. En su sangrienta e insaciable búsqueda de marfil también atentan contra la vida de personas como los guardaparques, que en muchas ocasiones no pueden enfrentarse a los cazadores furtivos fuertemente armados con material militar.

El marfil ilegal destruido en Denver –todo ello incautado en suelo estadounidense- representa tan sólo una pequeña fracción de todo el marfil que se compra y vende hacia dentro y hacia fuera del país.

Pese a la prohibición por CITES del comercio internacional de marfil en 1989, las leyes federales en Estados Unidos varían mucho y un vacío legal permite vender marfil comprado antes de la prohibición.

Los traficantes se aprovechan de este sistema para vender marfil procedente de la caza furtiva en forma de grabados, joyería y otros adornos. El marfil ilegal puede encontrarse a la venta incluso en muchas páginas web de subastas y moda.

Buscando una solución

Detrás de cada pieza de marfil hay un elefante muerto: las seis toneladas de marfil destruido representan la muerte de más de 2000 elefantes. No se puede olvidar que cualquier compra o venta de marfil alimenta la actual guerra contra la vida salvaje. “Necesitamos acabar con la demanda que está alimentando el tráfico de marfil para salvar a los elefantes”, dijo Carter Roberts, el director general de WWF US. “Reclamamos una moratoria inmediata en el comercio con cualquier producto de marfil en los Estados Unidos”.

WWF urge a Estados Unidos y a los otros países que con su demanda interna están provocando la crisis actual de caza furtiva de elefantes, que detengan y persigan a los que se enriquecen con la matanza de estos animales. Esta petición es parte de la campaña global de WWF para acabar con el tráfico de especies y salvar especies amenazadas como elefantes, tigres y rinocerontes.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

GREENPEACE - Cegueira, fome e privação na COP-19

Notícia do site do Greenpeace Brasil:

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/cegueira-fome-e-privao-da-liberdade-na-cop-19/blog/47381/

Postado por Nathália Clark - 14 - nov - 2013 às 12:26

Delegação jovem em manifestação durante a COP-19, em Varsóvia (Foto: Push Europe).



Apesar de ter coisas muita mais importantes para se ocupar, como trazer decisões definitivas para cont
er as mudanças climáticas e seus impactos devastadores, a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) parece estar mais preocupada em preservar a sua própria reputação. Acontece que se os países membros continuarem cegos à necessidade urgente de tomar ações concretas para frear o aquecimento global, a convenção não vai conseguir salvar a sua imagem.

As palavras de Yeb Saño, negociador-chefe das Filipinas, na plenária de abertura da COP-19, tocaram o coração de muitas pessoas no centro de conferência em Varsóvia (Polônia). Ele reavivou a lembrança de que as cerca de 10 mil mortes causadas pelo tufão Haiyan, que devastou seu país nos últimos dias, foram resultado de 20 anos de inação dos homens e mulheres ali presentes.
Veja aqui o vídeo do discurso de Yeb Saño (em inglês).

Após a fala comovente, o presidente da mesa pediu um minuto de silêncio para demonstrar luto pelos afetados na tragédia. Do fundo da sala, membros da sociedade civil gritavam “Nós estamos com você”. Na saída, um grupo de jovens levantou cartazes de apoio. Entre as mensagens, a pergunta: “Quantas vidas mais?”. A faixa, entretanto, não possuía autorização e por isso os três jovens que a seguravam foram banidos da COP.
Saño está em greve de fome desde o primeiro dia da conferência, e deve permanecer até que alguma ação efetiva seja tomada. Cerca de cem membros da sociedade civil já se juntaram a ele no jejum, em solidariedade ao povo filipino.
A secretaria-executiva da UNFCCC, Christiana Figueres, foi cobrada pelos demais jovens presentes sobre a expulsão dos companheiros. “Nós estamos do lado de vocês, mas vocês sabiam as regras e as quebraram por vontade própria”, disse ela. O protesto, no entanto, não foi uma ação premeditada, mas uma resposta rápida de apoio. “Durante a COP-18, em Doha, ela nos incitou a agir e não nos calar. Estamos apenas seguindo seu conselho”, afirmou um dos jovens.
Uns são expulsos definitivamente das negociações, outros, como os 28 ativistas do Greenpeace e dois jornalistas, seguem presos há cerca de dois meses pelo mesmo motivo. Atos como esses colocam em risco conquistas preciosas das sociedades democráticas, como o direito à livre expressão, à manifestação e ao protesto pacífico.
Enquanto ativistas são privados de demonstrar sua indignação, os governos mostram sua cegueira diante dos esforços desses cidadãos e das ameaças reais da mudança do clima, que batem à porta de todo o mundo todos os dias.

WWF - SEO/BirdLife, WWF y Ecologistas en Acción denuncian el fraude de ley en el mayor caso de veneno en aves en España

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26640/SEOBirdLife-WWF-y-Ecologistas-en-Accin-denuncian-el-fraude-de-ley-en-el-mayor-caso-de-veneno-en-aves-en-Espaa

Publicado el 14 noviembre 2013

Ecologistas en Acción, SEO
/BirdLife y WWF consideran un fraude de ley la apertura de la caza este pasado fin de semana en los cotos sancionados de Tudela y Cientruénigo (Navarra) por envenenamiento masivo de aves. Las ONG denuncian que se consienta cazar de nuevo en los cotos donde aparecieron más de 140 aves rapaces envenenadas en 2012. Las organizaciones consideran este hecho un retroceso en la lucha contra el veneno en Navarra.

El pasado marzo el Gobierno de Navarra aprobaba sendas resoluciones sancionando a la Asociación Local de Cazadores y Pescadores Deportivos Montes del Cierzo de Tudela y a la Asociación de Cazadores de Cintruénigo con la suspensión de la actividad cinegética por dos años. El guarderío de medio ambiente encontró entre abril y agosto de 2012 más de 140 aves rapaces envenenadas, en ambas zonas de caza. Se trata de uno de los casos más graves registrados en España.

La sanción se impuso a dichas entidades por no haber comunicado los sucesos de envenenamiento, incumpliendo así lo establecido en la Ley Foral de Caza. Este grave caso tiene también abierto un proceso penal, estando imputados los presidentes de las sociedades de cazadores de los dos municipios y dos guardas de caza, pues el uso de cebos envenenados es un delito, además de una infracción administrativa.

Para sortear la sanción impuesta, los Ayuntamientos de Tudela y Cientruénigo, en colaboración con el Departamento de Medio Ambiente navarro (el propio organismo sancionador), han propiciado un cambio de los integrantes de las Juntas Directivas de las Asociaciones de cazadores y un cambio en el nombre de las sociedades, para hacer posible la apertura de la actividad cinegética.

Las ONG lamentan esta precipitada apertura de la caza, ya que favorece la impunidad y dificulta que se recupere el daño biológico causado, sentando un muy mal precedente. Por ello, iniciarán acciones legales para lograr que se cumpla la sanción administrativa impuesta.

SEO/BirdLife, WWF y Ecologistas en Acción, consideran que se ha producido un fraude de ley en el que ha participado la administración regional, al aprobar un Plan de Ordenación Cinegética que permitirá cazar a los mismos socios de las anteriores entidades sancionadas. La sanción inicial impuesta de 2 años ha tenido así una aplicación únicamente de dos meses (el mes de media veda y el primer mes de la temporada general). Aunque los nuevos Planes de Ordenación cinegética han establecido algunas limitaciones en cuanto a especies y zonas cazables, las ONG dudan de que se vaya a poder controlar su cumplimiento con eficacia.

El motivo aducido para volver a autorizar la caza a los mismos socios son los daños de los conejos a la agricultura. Sin embargo, para mitigarlos se podrían haber adoptado otras medidas, o haber permitido únicamente capturas en vivo para translocaciones a otras zonas.

Por otra parte, el Gobierno de Navarra ha ocultado a las ONG las medidas que se iban adoptar, a pesar de estar personadas en el expediente sancionador y ser partes del procedimiento.

SEO/BirdLife, WWF y Ecologistas en Acción muestran, por otra parte, su preocupación por la recuperación del milano real, milano negro, alimoche y resto de especies protegidas afectadas, ya que no tienen conocimiento de las zonas excluidas de la caza para comprobar si son relevantes en extensión y en localización. Tampoco tienen información sobre cómo se va a supervisar la prohibición de la caza de perdiz y liebre durante esta temporada en ambos cotos.

Las ONG recuerdan que, tal y como ha ratificado recientemente el Tribunal Constitucional en sentencia ante un recurso contra la Ley estatal del Patrimonio Natural y de la Biodiversidad, “la caza o la pesca son actividades que sólo resultan legítimas en la medida en que se desenvuelven con pleno respeto a las exigencias medioambientales, sin comprometer o poner en riesgo las medidas de conservación de la fauna silvestre”.

Compromiso de Navarra contra el veneno
Además, las organizaciones exigen al Gobierno de Navarra que dé muestras de su compromiso contra el uso ilegal de veneno en la Comunidad Autónoma, que se adopten nuevas medidas de recuperación en la zona afectada por el envenenamiento y apruebe un Plan de Acción de lucha contra el veneno en el medio natural navarro. Sin estas medidas se está poniendo en riesgo la conservación de la biodiversidad en la región.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

WWF - Coalición Clima insta a adoptar mayores reducciones de emisiones y a cumplir los compromisos de financiación climática internacional

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26601/Coalicin-Clima-insta-a-adoptar-mayores-reducciones-de-emisiones-y-a-cumplir-los-compromisos-de-financiacin-climtica-internacional

Publicado el 13 noviembre 2013

La red de casi treinta de organizaciones
ha señalado la reforma energética española como ejemplo de políticas contrarias a las recomendaciones científicas

Con motivo de la decimonovena cumbre climática de Naciones Unidas (COP19) en Varsovia (Polonia), Coalición Clima ha presentado sus demandas y ha apuntado a la política climático-energética española como ejemplo de medidas diametralmente opuestas a lo que exige el calentamiento global.

La Coalición ha recordado que existe el peligro de que aumente la temperatura en 4º C a final de siglo, respecto a los niveles de 1990, el doble de los 2º C que los científicos de Naciones Unidas recomiendan evitar para no tener que hacer frente a los peores impactos del cambio climático. En este sentido ha señalado el último informe del Grupo Intergubernamental de expertos sobre Cambio Climático (IPCC) en el que se pone de manifiesto la posibilidad de frenar el cambio climático siempre y cuando se redoblen esfuerzos en la presente década.

“La COP19 es el primer paso hacia la cumbre de 2015 en la que debe firmarse el nuevo acuerdo climático internacional, por eso debe dar prioridad a cuestiones como la forma de aumentar los compromisos de reducción de emisiones y la forma de cumplir los compromisos financieros a 2020 suscritos en la COP15 de Copenhague” han declarado representantes de la Coalición.

Principales demandas de Coalición Clima:

Mitigación:

• Es necesario que los países redoblen sus esfuerzos para que las emisiones mundiales empiecen a descender en el año 2015 y marcar el proceso para conseguirlo.
• Se deben incrementar inmediatamente los compromisos pre-2020 de los países desarrollados y establecer un calendario para asegurar que los compromisos que se incluyan en el acuerdo de 2015 (compromisos a 2030) serán suficientemente ambiciosos.
• Establecer un marco para el aumento de la implantación de energías renovables y la eficiencia energética en el mundo.
• Mostrar un fuerte apoyo político a las medidas complementarias que se están tomando en otros foros multilaterales para la reducción de emisiones (reducción de los HFCs, la reducción de emisiones del transporte aéreo y marítimo internacional y la remoción de los subsidios a los combustibles fósiles).

Financiación:

• Los países industrializados deben establecer los compromisos de financiación climática para el periodo 2013-2015 y comprometerse a un objetivo financiero hasta 2020 de 60 mil millones de dólares de fondos públicos.
• Es necesario aprobar una hoja de ruta concreta para alcanzar el compromiso de los 100 mil millones de dólares anuales a partir de 2020 a través de fuentes nuevas y adicionales de carácter público.
• Debe establecerse que, al menos, el 50% de la financiación pública se destine a medidas de adaptación.

Además, Coalición Clima ha resaltado la necesidad de que se sienten las bases para que el acuerdo de 2015 sea coherente con un presupuesto global de carbono vinculado a un aumento de la temperatura media de la tierra 1,5º C, incluyendo objetivos y acciones dentro de un marco equitativo que provea apoyo financiero, tecnológico y fortalecimiento de capacidades para aquellos países que no lo tengan.

La Coalición ha mostrado, también, su solidaridad con los 28 activistas de Greenpeace y dos profesionales independientes detenidos desde hace 55 días en Rusia por realizar una acción pacífica de denuncia del riesgo que representan las perforaciones petrolíferas en aguas profundas del Ártico. Además de pedir la libertad de los activistas, la Coalición ha insistido en la necesidad de que países como España -uno de los más afectados de la Unión Europea por el cambio climático- se posicionen en la línea de lo que recomienda la ciencia, tanto en el debate europeo como de cara a la próxima cumbre climática internacional.

Representantes de la Coalición han instado al Gobierno a un cambio de postura para proteger los intereses del conjunto de la sociedad española: “Es necesario que el Gobierno de España tome conciencia de la gravedad de la crisis climática y deje de aprobar normativa a medida de los intereses económicos de aquellos que lo provocan, el sector de los combustibles fósiles” han concluido.

Coalición Clima es una plataforma orientada a la formulación de propuestas en torno a la lucha frente al cambio climático que agrupa a varias decenas de organizaciones ecologistas, de desarrollo, de consumidores, sindicales y sociales, todas ellas de ámbito estatal.

Forman parte de Coalición Clima: Organizaciones medio ambientales: AMIGOS DE LA TIERRA, ECOLOGISTAS EN ACCIÓN, ECOLOGÍA Y DESARROLLO, GREENPEACE, SEO/BIRDLIFE, WWF, GREEN CROSS ESPAÑA, ACCIÓN NATURA. Sindicatos: CC.OO. ONG de desarrollo: COORDINADORA DE ONGD, GLOBALÍZATE, INTERMON OXFAM, APS, INSPIRACTION, MANOS UNIDAS, MOVIMIENTO POR LA PAZ. Científicos: AFILS (Asociación para el fomento de iniciativas locales sostenibles), CIMA (Científicos por el Medio Ambiente), COORDINADORA ESTATAL DE CIENCIAS AMBIENTALES, RED DE UNIVERSIDADES POR EL CLIMA, SOCIÓLOGOS SIN FRONTERAS. Consumidores: ADICAE, ASGECO, CECU, FUCI, HISPACOOP, OCU. Organizaciones sociales: ASOCIACIÓN DE SCOUTS DE ESPAÑA, ATTAC

WWF - pide el fin de los combustibles fósiles para luchar contra el cambio climático

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?26600/WWF-pide-el-fin-de-los-combustibles-fsiles--para-luchar-contra-el-cambio-climtico

Publicado el 13 noviembre 2013

El Observatorio de la Electricidad de WWF destaca el repunte de la eólica, a pesar del aumento del carbón

El Observatorio de WWF de octubre muestra un aumento de la energía eólica en comparación con la registrada el mismo mes del año pasado, pasando de un 14,1% al 18,8%, situándola como la tercera fuente de generación eléctrica del mix. En cambio, la energía que lidera la producción de electricidad sigue siendo la nuclear, seguida del carbón. Según WWF, esta apuesta por los combustibles fósiles va en contra de los objetivos de reducción de emisiones, que se debate a nivel mundial esta semana en la COP19 de Varsovia (Polonia).

WWF denuncia que España continúa apostando por un modelo energético obsoleto, cuyo mix eléctrico está basado en tecnologías peligrosas, como la energía nuclear, y altamente contaminantes, como el carbón, que aumentan las emisiones contaminantes de CO2, SO2 y NOx.

Según Raquel García Monzón, Técnica de Energía de WWF España: “Mientras que nuestro potencial en energías renovables es enorme, y así lo demuestra el repunte de la eólica durante el mes de octubre, estas energías renovables se han visto gravemente perjudicadas por la reforma energética. Lamentamos y denunciamos esta situación ya que son las únicas capaces de disminuir el precio en el mercado eléctrico y además nos ayudan a luchar contra el cambio climático, porque no tienen emisiones contaminantes”.

“Es incoherente seguir apostando por energías que contribuyen al aumento de emisiones y dejar de lado las energías renovables, que son el futuro para conseguir una electricidad más barata y asequible para todos los consumidores. España está perdiendo una gran oportunidad de cara a la COP19 ya qu
e tiene capacidad instalada suficiente como para poder eliminar el carbón de nuestro mix, que es el que más emisiones de CO2 produce”, añade García Monzón.

El Observatorio de la Electricidad de WWF en cifras

El balance eléctrico peninsular del mes de octubre de 2013 muestra una cobertura de la demanda del 21,2% con energía nuclear, seguido del 19,8% con carbón, el 18,8% con energía eólica, el 12% con ciclos combinados de gas, el 8,3% con energía hidráulica, y el 20,0% restante con otras fuentes de energía (cogeneración, residuos y otras renovables). En régimen ordinario se ha generado el 61,2% de la electricidad, mientras que en régimen especial se ha generado el 38,8% restante.

En relación a la producción de energía de origen renovable, el mes de octubre de 2013 ha generado, según datos de REE, un total de 7.294 GWh, disminuyendo respecto al mismo mes del año pasado. La energía eólica se sitúa en el tercer puesto del mix, con una contribución del 18,8% y una generación de 4.031 GWh. Con energía solar fotovoltaica se han generado 637 GWh, con solar térmica, 341 GWh, con térmica renovable, 401 GWh y con térmica no renovable (cogeneración) se han generado 2.571 GWh.

WWF recuerda que la principal ventaja de las tecnologías limpias es que se trata de fuentes renovables autóctonas, que no emiten emisiones de gases de efecto invernadero, por lo que combaten el cambio climático, reducen nuestra dependencia energética exterior y evitan la compra de derechos de emisión de CO2.

Los valores de las emisiones específicas de dióxido de azufre y óxidos de nitrógeno registrados en octubre de 2013 han sido: 0,515 gramos y 0,360 gramos por kWh producido, respectivamente. Esto significa un aumento con respecto a las cifras alcanzadas en octubre de 2012 (0,504 gr SO2 y 0,360 gr NOX, respectivamente), principalmente por el aumento de la generación eléctrica con carbón que genera emisiones contaminantes.
Las emisiones medias de CO2 en octubre de 2013 fueron de 235 kg de CO2 por MWh generado. Estas emisiones son inferiores al valor medio registrado en el mismo mes de octubre de 2012 (241 kg/MWh).
En octubre de 2013 se ha producido una disminución de las emisiones totales de CO2 respecto a las de octubre de 2012. Mientras que en octubre de 2012 las emisiones totales eran de 5.376.175 ton de CO2, en el mismo mes de octubre 2013 han disminuido hasta los 5.040.972 ton CO2, son un 6,64% inferiores a las del mismo mes de octubre 2012.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

GREENPEACE - Greenpeace y Asia Pulp & Paper: de la confrontación al diálogo

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:

http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/greenpeace-y-asia-pulp-paper-de-la-confrontac/blog/47359/

Entrada de blog por Miguel Ángel Soto - noviembre 13, 2013 a las 10:44

Han pasado diez meses desde que la em
presa papelera Asia Pulp and Paper (en adelante APP), el mayor fabricante de celulosa y papel de Indonesia, anunciara su decisión de poner fin a la deforestación provocada para suministrar de madera sus fábricas. En febrero de este mismo año, la empresa dio a conocer su Política de Conservación Forestal (FCP) donde establecía una moratoria inmediata de conversión de los bosques tropicales y zonas de turberas, tanto en sus concesiones como en las de sus proveedores de madera.

Desde entonces, la Campaña de Bosques de Greenpeace en Indonesia ha estado realizando un seguimiento de este compromiso, incluyendo un diálogo frecuente con el personal de APP y con los auditores internacionales que están verificando su política. El pasado mes de octubre, Greenpeace publicó una evaluación de este compromiso en un documento en el que analizaba los progresos y las asignaturas pendientes de esta empresa en materia de conservación (APP`s Forest Conservation Policy. Progress review). Aunque es imposible resumir en este blog nuestra evaluación, aquí va un esbozo de los progresos de APP y los desafíos que todavía tiene por delante.

¿Está APP llevando a cabo su compromiso de evitar la deforestación? ¿cómo aborda los incumplimientos en este tema?

Con anterioridad a febrero de 2013, los proveedores de APP talaban mensualmente miles de hectáreas de bosque. Desde entonces, sus proveedores han detenido casi por completo la deforestación. Esto es muy importante. Sin embargo, APP, junto con su auditor el Tropical Forest Trust (TFT), ha confirmado ya dos casos de destrucción de la selva que violan la moratoria. La superficie total destruida fue de aproximadamente 140 ha.

La conclusión es, en general, que la puesta en práctica de la política de APP está teniendo éxito. Aunque se han detectado casos de incumplimiento de esta política, consideramos que es positivo que APP reconozca voluntariamente estos fallos y trabaje para que no vuelvan a suceder.


¿Ha habido avances a la hora de identificar las áreas de conservación de los valores sociales, ambientales y las zonas con altas reservas de carbono?

Los asesores de APP han estado evaluando más de 2 millones de hectáreas de concesiones forestales para determinar la ubicación de las áreas de bosques naturales y otros valores importantes para la conservación y la forma en que deben ser protegidos y gestionados. Una vez finalizada esta evaluación, a finales de 2013, APP y sus proveedores deberán plasmar las recomendaciones de esta evaluación en sus planes de gestión forestal, para asegurar que  todos los bosques y otras áreas de conservación están siendo protegidos .

¿Cómo está resolviendo APP los conflictos sociales pendientes?
APP ha logrado identificar una serie de temas prioritarios y ha firmado un acuerdo con las comunidades locales en Senyerang para resolver un largo conflicto. También hay un proceso en marcha para resolver otros conflictos en las provincias de Riau, Jambi y Sumatra del Sur.

Desde Greenpeace entendemos que APP está también progresando en este aspecto. Sin embargo, creemos que es necesario que APP comparta con el resto de grupos interesados el mapa de sus conflictos actuales y concrete nuevos pasos en áreas prioritarias.


¿Qué problemas quedan todavía por resolver?
Futuros proveedores. Uno de los asuntos clave identificados en nuestro informe se refiere a nuestra preocupación por los planes de expansión actuales y como se van a incluir los futuros proveedores dentro de esta política. ¿se van a evaluar con el mismo nivel de detalles a estos futuros proveedores?

APP está a punto de construir otra planta de celulosa en Sumatra, por lo que demandará 8 millones de toneladas de madera adicionales al año. Aunque los proveedores de APP ya han establecido extensas plantaciones de acacia en las cercanías de la nueva planta, aún no está claro si estos proveedores van a poder proveer suficiente madera de plantaciones para satisfacer la demanda de madera de esta fábrica.  Para Greenpeace, APP debe informar públicamente cómo pretende garantizar que toda la demanda de madera de su nueva fábrica de celulosa procede en un 100 % de plantaciones propiedad de proveedores que cumplen con la Política de Conservación de Bosques de APP.

¿Qué pasa con la deforestación histórica de APP?
APP ha estado destruyendo la selva durante los últimos veinte años. Greenpeace y otras ONG creen que APP debe tener en cuenta este legado con la deforestación y ofrecer soluciones. En este sentido, APP ha mantenido conversaciones con varias organizaciones de conservación y está preparando proyectos de conservación a nivel de paisaje e iniciativas de restauración, dependiendo de las evaluaciones en curso sobre Altos Valores de Conservación. Creemos que este es el camino.

¿Qué pasa con sus antiguos clientes? ¿Es el momento de empezar a comprar de nuevo papel a APP?
Greenpeace aconseja a cualquier empresa que tenga intenciones de reanudar la actividad comercial con APP que aplique claúsulas estrictas a los contratos comerciales que condicionen las relaciones comerciales a los progresos de APP en su FCP. En particular, deben exigir garantías de que no habrá más violaciones en el compromiso de mantener la moratoria de tala de bosques y turberas.

¿Qué más cosas tienen que ocurrir para asegurar el éxito de esta iniciativa por la protección de los bosques de Indonesia?
En la actualidad, la mayor amenaza para la gestión responsable de los bosques en el sector de la celulosa y el papel en Indonesia procede de las actividades de la empresa papelera APRIL, que forma parte del grupo de RGE. Greenpeace continuará pidiendo al sector papelero que deje de hacer negocios con APRIL y con cualquiera de sus empresas asociadas.

Miguel Ángel Soto (@NanquiSoto), Responsable de la Campaña de Bosques de Greenpeace España