sábado, 28 de setembro de 2013

GREENPEACE - Ação imediata para salvar o clima

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Acao-imediata-para-salvar-o-clima-/

Postado em: 27 - set - 2013

Painel da ONU eleva o alerta sobre a iminência de uma crise climática e mostra urgência de medidas globais para se reduzir as emissões de gases estufa

Em foto de 2008, Greenpeace da Nova Zelândia infla balão gigante nas proximidades de Auckland para alertar sobre os perigos das mudanças climáticas (© Greenpeace)

O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) divulgou hoje o Sumário para Formuladores de Políticas, a primeira seção que compõe o Quinto Relatório de Avaliação. O tom da publicação aumenta o alerta em relação ao relatório passado, publicado em 2007, afirmando que as mudanças climáticas são inequívocas e que os impactos das emissões de CO2 se agravaram. Por outro lado, evidencia que ainda há tempo de prevenir as piores  consequências do aquecimento global com medidas urgentes.

“A única resposta lógica é a ação imediata. Infelizmente, aqueles que estão agindo estão neste momento presos na Rússia, enquanto os responsáveis pelas mudanças climáticas são protegidos por governos de todo o mundo”, disse Stephanie Tunmore, do Greenpeace Internacional.

Ela se refere aos 28 ativistas do Greenpeace Internacional, além do fotógrafo e do cinegrafista free-lancer, que permanecem em prisão provisória na Rússia desde a semana passada, após um protesto pacífico contra a exploração de petróleo no Ártico.

O documento apresenta projeções para o futuro com maior grau de segurança, afirmando ser 95% provável que o aquecimento observado desde meados do século 20 seja resultado da influência humana sobre o clima. 

Os sinais de aceleração dos impactos climáticos são perturbadores. Na última década – entre 2002 e 2011 – a camada de gelo da Groenlândia derreteu, em média, seis vezes mais rápido do que na década anterior. Na Antártida, o derretimento foi cinco vezes mais rápido e o gelo do mar Ártico diminuiu significativamente mais rápido do que o previsto. Desde 1993, os níveis do mar subiram duas vezes mais rápido que no século passado.

O IPCC define diferentes cenários possíveis para as emissões globais de carbono e prevê seus impactos relacionados. Para que a temperatura média da superfície terrestres não exceda os 2oC em relação à temperatura da era pré-industrial – limite considerado perigoso pelos cientistas – serão necessários cortes drásticos nas emissões de gases estufa, atingindo um pico em dez anos e chegando a zero em 2070.

“Diante desse cenário, vemos um descompasso entre o que o Brasil precisa fazer para reduzir suas emissões e o que, de fato, está fazendo. Apesar de todas as evidências, insiste em investir altos recursos na exploração de combustíveis fósseis”, afirmou Sérgio Leitão, diretor de políticas públicas do Greenpeace Brasil. “O Brasil terá o primeiro leilão para o pré-sal em menos de um mês, evidenciando sua escolha por uma atividade arriscada, insegura e suja, que pode colocar o país entre os maiores emissores do mundo.”

A solução para o Brasil é uma resposta única - eficiência energética e energias renováveis – que pode resolver mais de um problema. Se investisse em energia limpa, o país poderia reduzir em 60% suas emissões até 2050, um corte de 777 milhões de toneladas por ano para 312 milhões de toneladas. A economia do país também seria beneficiada com tal incentivo: a construção de menos termelétricas e a maior participação de renováveis pouparia R$ 1,11 trilhão até 2050.

“Ainda temos escolha e esse é o momento de decidir. O Brasil pode ajudar a manter o aquecimento global dentro do limite de 2oC, mas para isso os governos, empresas e investidores precisam agir e deixar os combustíveis fósseis no passado de uma vez por todas para garantir o futuro”, acrescentou Leitão.

WWF - y Offerum convocan la mayor plantación colectiva de árboles en Internet

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?25980/WWF-y-Offerum-convocan-la-mayor-plantacin-colectiva-de-rboles-en-Internet


Publicado el 27 septiembre 2013

El próximo 25 de septiembre, WWF y Offerum convocarán la mayor plantación colectiva de árboles entre los más de 6,6 millones de usuarios de que dispone la plataforma de descuentos por Internet. Por sólo 2,5 euros se podrá plantar un árbol, contribuyendo así al Programa Forestal de la organización mundial WWF destinado a la conservación de los bosques. La campaña finalizará el 30 de este mismo mes.



Cada año el fuego destruye una extensión forestal equivalente a la Isla de Gran Canaria, una superficie media de 115.000 hectáreas. Una media que se superó en el 2012 cuando se registraron cerca de 200.000 hectáreas arrasadas, el peor dato de toda la década.

Para sensibilizar a la opinión pública sobre el cuidado de los bosques y, a la vez, contribuir al desarrollo de proyectos de reforestación de la organización, el portal de descuentos por Internet Offerum ha llegado a un acuerdo con WWF para llevar a cabo una campaña de reforestación conjunta.

Por un planeta más sano

Esta acción encaja de lleno con la filosofía de la plataforma de descuentos que se encuentra muy implicada en diferentes proyectos sociales. En este sentido, Vicente Arias, CEO de Offerum, señala que “desde su creación en marzo de 2010, la compañía tiene en cuenta su constante compromiso con la sociedad. Con esta acción deseamos sensibilizar a la opinión pública; y disponer de una plataforma con 6,6 millones de usuarios hace que causas como las que defiende WWF y que afectan a nuestro entorno sean más visibles que nunca”.

La reconocida organización del ‘panda’
WWF es una de las organizaciones de conservación de la naturaleza más importantes del mundo y uno de sus principales objetivos es la conservación de los bosques. Está presente en más de 100 países y gracias al apoyo de 5 millones de personas, WWF cuenta con 1200 proyectos en todo el mundo en seis áreas globales: bosques, aguas continentales, mares y costas, especies en peligro y cambio climático. La sección española de WWF nace en 1968 bajo el nombre ADENA y contó como vicepresidente con Félix Rodríguez de la Fuente.

Sobre Offerum
Offerum es una de las empresas españolas líderes en ofertas de ocio, viajes y belleza al mejor precio a través de Internet. Con una facturación de 25 millones de euros en 2012, cuenta con más de 6,6 millones de usuarios y está presente en España, Francia e Italia. Las ofertas de productos creativos y de calidad adaptadas a las necesidades de las diferentes ciudades de cada país junto con una política de precios privilegiada, son las claves de su éxito. Offerum está especializada en ofertas diarias con importantes descuentos relacionadas con planes de ocio, en seis principales categorías: bienestar, belleza, espectáculos, restauración, escapadas, rutas y experiencias de viaje (tanto de larga como de media distancia), así como productos de consumo.


WWF - Unprecedented rate of change in climate demands action

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/wwf_news/?210895/Unprecedented-rate-of-change-in-climate-demands-action

Posted on 27 September 2013

Stockholm, Sweden – Climate change is happening faster, more intensely and, in many cases
, at an unprecedented rate of change, according to the Fifth Assessment Working Group 1 report of the Intergovernmental Panel on Climate Change. This demands action.

“There are few surprises in this report but the increase in the confidence around many observations just validates what we are seeing happening around us,” said Samantha Smith, leader of WWF’s Global Climate & Energy Initiative. “Since the IPCC issued its last big report in 2007, terrestrial glacier loss and sea-level rise has dramatically accelerated; the Arctic summer sea ice losses are higher than originally projected and the last decade was the warmest since 1850.”

Particular findings show major impacts on our oceans are a huge concern, as more than one billion people live and depend on oceans as their main source of food and livelihood. Ocean acidification since 1900 has increased by almost 30% and is probably at its strongest level over many million years.

“It’s CO₂, mainly from burning fossil fuels, that dissolves in oceans and may destroy an already fragile ecosystem in an almost irreversible way if mankind does not shift from fossil fuels to renewables as soon as possible”, said Dr Stephan Singer, WWF’s director of global energy policy.

“Warmer and much more acid oceans are detrimental for fish, coral reefs and most other parts of marine ecosystems.”

It is incumbent on all sectors of society, including governments, to now act on the facts and science presented in this report which has gone through an unprecedented process of review, he said.

“Whichever facts may be discussed, debated or distorted, we cannot ignore the reality that we must act or face frightening new impacts. We know that most of the pollution that causes climate change comes from burning fossil fuels. WWF calls on governments and investors to stop investing in dirty energy and start an immediate and just transition by investing in renewables,” says Smith.
ends


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For more information please contact

Mandy Jean Woods mwoods@wwf.org.za
Samantha Smith ssmith@wwf.no / @pandaclimate +

About WWF
WWF is one of the world’s largest and most respected independent conservation organisations, with over 5 million supporters and a global network active in over 100 countries. WWF's mission is to stop the degradation of the earth's natural environment and to build a future in which humans live in harmony with nature, by conserving the world's biological diversity, ensuring that the use of renewable natural resources is sustainable, and promoting the reduction of pollution and wasteful consumption.

The Global Climate & Energy Initiative (GCEI) is WWF’s global programme addressing climate change, promoting renewable and sustainable energy, scaling up green finance, engaging the private sector and working nationally and internationally on implementing low carbon, climate resilient development.

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

GREENPEACE - Putin diz que não houve pirataria

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Putin-diz-que-nao-houve-pirataria/

Postado em 25 - set - 2013
A afirmação, sobre protesto do Greenpeace na Rússia, foi feita nesta quarta-feira pelo presidente russo. Os ativistas ainda não receberam acusações formais.

Escoltado pela Guarda Costeira Russa, 

o Arctic Sunrise chega a terra firme. 
Foto: © Igor Podgorny / Greenpeace





O presidente da Rússia, Vladimir Putin, fez uma declaracão sobre a situação dos 30 ativistas do Greenpeace detidos pelas autoridades do país após um protesto pacífico contra a exploração de petróleo no Ártico. Putin afirmou que eles possivelmente desrespeitaram leis internacionais, mas que “obviamente não são piratas”. A afirmação foi feita nesta quarta-feira, durante um fórum sobre o Ártico, na cidade de Salekhard. Até o momento, os ativistas não receberam qualquer acusação formal.

“Recebemos de bom grado o reconhecimento do presidente Putin de que nossos ativistas claramente não são piratas e que agiram apenas pela proteção do Ártico”, disse o diretor-executivo do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo. “Nossos escaladores tentaram se prender à lateral da plataforma para chamar atenção à ameaça que a exploração de petróleo representa ao Ártico e a necessidade urgente de responder aos alertas sobre mudanças climáticas. Este foi um protesto pacífico contra a ambição da Gazprom em ser a primeira companhia a extrair petróleo da região”.

Nesta quarta-feira, autoridades russas soltaram novas imagens – aparentemente feitas da plataforma – que mostram as forças de segurança russas confrontando dois escaladores durante o protesto na última quarta-feira. O vídeo pode ser visto aqui.

No vídeo, é possível ouvir a escaladora Sini Saarela, da Finlândia – evidentemente aflita – gritando: “Estou descendo, estou descendo!”, enquanto agentes armados puxam a corda de segurança, que está segurando Sini. Em seguida, os agentes dão alguns tiros na água, ainda que o ativista no bote esteja com as mãos para cima, demonstrando que não havia qualquer intenção de violência.

A imprensa russa também divulgou que os agentes da Guarda Costeira que confrontaram os ativistas afirmaram não saber que o protesto estava sendo feito pelo Greenpeace Internacional. “Não podemos dar crédito para essa alegação. Nosso navio tem dois grandes arco-íris, duas pombas brancas e o logotipo do Greenpeace em cada lado da embarcação”, observou Naidoo. “Eles nos seguiram por 24 horas antes de o protesto ter início. Temos uma longa história de ativismo pacífico na Rússia e somos bem conhecidos pelas autoridades”.

O Greenpeace Rússia entrou em contato com a empresa Gazprom e com autoridades russas inúmeras vezes no passado, para explicar sobre a oposição pacífica da organização contra a exploraçõ de petróleo no Ártico.

Todos os 30 ativistas cotinuam detidos na cidade de Murmansk. Cinco pessoas foram interrogadas na última noite pelo Comitê de Investigação russo e voltaram com documentos que confirmam que há uma investigação em curso, para saber se houve pirataria. Até o momento, no entanto, não houve qualquer acusação formal.

Mais de 300 mil pessoas ao redor do mundo já enviaram mensagens às embaixadas russas, pedindo a libertação dos ativistas.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

WWF - WWF welcomes the Global Commission on the Economy and Climate

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/wwf_news/?210776/WWF-welcomes-the-Global-Commission-on-the-Energy-and-Climate

Posted on 24 September 2013

Gland, Switzerland: Today’s announcement of a new Global Commission that will investigate how combating climate change can be consistent with development, prosperity and inclusive growth, is welcome.

The Fifth Assessment Report (AR5) of the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), to be released on Friday, is likely to underscore the fact that global warming will continue to accelerate alarmingly without immediate and specific action.

In this context, the Global Commission on the Economy and Climate plans to undertake a landmark study – called the New Climate Economy - is needed, even necessary.

The Global Commission is an independent initiative established by a group of seven countries: Colombia, Ethiopia, Indonesia, Korea, Norway, Sweden and the United Kingdom, chaired by former President of Mexico Felipe Calderón.

The report is due to be issued in September 2014, when UN Secretary-General Ban Ki-Moon convenes global leaders for a climate Leadership Summit in New York and the IPCC prepares to release its final report in October.

“Climate change is an enormous and growing risk to people and to the natural world on which we all depend," said WWF International Director General Jim Leape.  "Bringing together the imperatives of development, a renewable energy transition and natural values is a critical task. We look forward to supporting the Commission's efforts, particularly as it works to include important natural and social values such as equity that will be essential to a successful outcome.”

terça-feira, 24 de setembro de 2013

WWF - Denuncia que el Gobierno ignora las evidencias climáticas y apuesta por las energías fósiles

Noticias del sitio Web de WWF:

http://www.wwf.es/noticias/sala_de_prensa/?25940/WWF-denuncia-que-el-Gobierno-ignora-las-evidencias-climticas-y-apuesta-por-las-energas-fsiles


Publicado el 23 septiembre 2013

El nuevo informe del IPCC subraya que la Tierra se está calentando a un ritmo alarmante
que pone en peligro a las personas y al Planeta

Madrid, 23 de septiembre 2013. Los Gobiernos se reúnen esta semana en Estocolmo con la finalidad de considerar el texto final respecto al informe del Grupo de Trabajo 1 del Panel Intergubernamental sobre el Cambio Climático (IPCC). Este documento estudia la evolución de los gases de efecto invernadero, y los cambios observados en las temperaturas del aire, la tierra y el mar, la lluvia, los glaciares y los océanos. Según WWF, este primer informe proporciona total claridad en relación a la certeza y a la atribución del cambio climático a la acción humana.

Más de 800 científicos de todo el mundo han contribuido en la elaboración del compendio científico sobre el estado del Planeta. El informe del IPCC subraya una realidad aterradora: que la Tierra se está calentando a un ritmo alarmante y que estos cambios de temperatura ya están teniendo serias consecuencias, tanto para las personas como para el Planeta.

“Nuestro mundo natural está enviando una señal de alarma y la estamos ignorando en nuestro propio perjuicio. Sin embargo, si los gobiernos toman las medidas necesarias, con un enfoque integral e inmediato, aún podemos revertir este camino tan peligroso por el que estamos yendo”, declara Samantha Smith, responsable de la iniciativa Global de Clima y Energía de WWF.

WWF recuerda que el sector energético es el principal responsable del cambio climático, pero también insiste en que puede ser la solución si se reorienta hacia las energías renovables, mucho más seguras, rentables y con menos impactos para el Planeta. Por ello, WWF espera que este informe contribuya a reafirmar la gravedad que causa la quema de combustibles fósiles respecto al cambio climático, y a la pérdida de biodiversidad.

WWF también hace un llamamiento a los inversionistas y financieros de todo el mundo a través de su campaña ‘Usa tu Poder’ para que erradiquen su apoyo al carbón e incrementen sus inversiones en energías renovables.

Según Mar Asunción, responsable del Programa de cambio climático en WWF España: “Desde WWF España también denunciamos que, con la reciente aprobada reforma energética, el Gobierno está desoyendo a la ciencia, que nos alerta de la importancia de frenar el cambio climático por nuestro propio beneficio y el de las generaciones futuras”. Y concluye: “El gobierno español va contracorriente de las evidencias climáticas fomentando un modelo energético que contribuye a agravar el problema del cambio climático apoyando los combustibles fósiles y dificultando la implantación de las posibles soluciones, como son las energías renovables”.

sábado, 21 de setembro de 2013

GREENPEACE - Bomba? Tem certeza?

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/bomba-tem-certeza/blog/46714/

Postado por Alan Azevedo - 20 - set - 2013 às 10:47

 'safety pod', cápsula de segurança do Arctic Sunrise
que foi confundida com uma bomba
(© Denis Sinyakov / Greenpeace)
Algo no navio que “remete a uma bomba”. Essa é a acusação da Gazprom em resposta aos protestos pacíficos realizados pelos ativistas do Greenpeace a bordo do Arctic Sunrise contra a petroleira russa que visa explorar o Ártico. Abordada violentamente pela Guarda Costeira Russa, a tripulação segue mantida detida sob armas fogo há mais de 12 horas. Entre eles está a brasileira Ana Paula Alminhana Maciel, de 31 anos.

De acordo com a mídia russa, os trabalhadores da plataforma Prirazlomnaya, alvo do protesto, descreveram a cápsula de segurança do Arctic Sunrise, usada para proteger o navio de jatos d’água, como “uma possível bomba”.


A cápusla mede 3 metros de comprimento por 2 de largura, é colorida e contém os logos do Greenpeace. Assista ao vídeo (em inglês) e julgue por você mesmo se a cápsula de segurança é realmente uma bomba. Um concurso público foi organizado para criar a cápsula: é possível conferir mais detalhes da competição clicando aqui. Isso mostra que a acusação da Gazprom seria engraçada se não fosse tão perigosa, já que eles podem ser acusados de terrorismo.

O Greenpeace ainda não foi formalmente informado sob quais acusações os ativistas foram enquadrados, e nem se seus direitos consulares estão sendo respeitados. Mais de 20 escritórios do Greenpeace planejam protestos em frente às embaixadas russas ao redor do mundo.

O coordenador da campanha do Ártico do Greenpeace, Ben Ayliffe, comentou o caso: “A segurança dos nossos ativistas é prioridade no momento. Eles não fizeram nada que justificasse um tratamento tão agressivo. O governo russo diz que o Arctic Sunrise é uma ameaça ao meio ambiente, mas a verdadeira ameaça vem da Gazprom, uma das petroleiras que mais negligencia a segurança da região”. Bem Ayliffe se refere à exploração não-convencional realizada pela petroleira russa, modalidade que envolve diversos riscos à região.

Assine a petição pela libertação da brasileira Ana Paula e dos outros 29 ativistas clicando aqui.

WWF - Need for high level action against wildlife crime reaffirmed on World Rhino Day

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/wwf_news/?210672/Need-for-high-level-action-against-wildlife-crime-reaffirmed-on-World-Rhino-Day

Posted on 20 September 2013

Gland, Switzerland: Governments meeting in New Y
ork next week for the Opening of the United Nations General Assembly should seize the opportunity to accelerate efforts to combat illicit wildlife trafficking, WWF says.

“Sadly, as we approach World Rhino Day on Sunday we are headed toward another year of record poaching. More than 600 rhinos have been killed in South Africa alone,” said Jim Leape, Director General of WWF International. “The criminal syndicates targeting rhinos, elephants, tigers and other species are also undermining peace, security and economic development in many countries.”

Because of its transnational nature spanning source, transit and demand countries, ending wildlife trafficking requires both international collaboration between countries, and internal coordination between government agencies. WWF urges heads of state to establish national task forces consisting of police, customs, justice, defence, environment and other specialized agencies.

“Countries must take action without delay and show they are serious
in the fight against wildlife crime. Only a combination of strong criminal penalties, zero tolerance of corruption and the disruption of smuggling routes will bring this plague to an end,” Leape said.

It is also essential to combat the growing demand for illegal wildlife products, which is driving poaching. WWF is calling for government-led campaigns to target consumer behaviour. A recent study by wildlife trade monitoring network TRAFFIC examining attitudes toward rhino horn use in Viet Nam found that most people know of its illegality, but nevertheless associate it with wealth and power.

WWF next week will join the governments of Gabon and Germany at the UN for a high level discussion on the threats poaching and trafficking pose to biodiversity and international stability. Earlier this year a report by the UN Secretary General stated that wildlife crime constitutes a grave menace to peace and security in some areas. The event, “Poaching and illicit wildlife trafficking – a multidimensional crime and a growing challenge to the international community,” will take place at UN Headquarters on 26 September 2013.

WWF - NGOs give Asian pulp and paper giant performance test on promises

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/wwf_news/?210670/NGOs-give-Asian-pulp-and-paper-giant--performance-test-on-promises

Posted on 20 September 2013

Jakarta: Global environmental organisati
on WWF urges Asia Pulp and Paper (APP) to sign up to joint NGO performance targets in order to depart from its status as one of the world’s most notorious deforesters and become an environmentally and socially responsible company.

The performance targets, released by the European and North American Environmental Paper Network today , provide guidance for the assessment of APP’s implementation of its 2020 Sustainability Roadmap and its Forest Conservation Policy (FCP) including definite milestones on restoration and compensation for past forest loss, becoming a 100% plantation based company and accepting independent third party audit.

Environmental Paper Network members include many of the civil society organisations who have been active in opposing APP’s three decades of large scale deforestation, including international NGOs Greenpeace, the Rainforest Action Network and WWF and Indonesian NGOs Wahana Bumi Hijau and Walhi.

“We cautiously welcomed APP’s earlier announcement that it would cease new deforestation in Indonesia. The performance targets and milestones published address the sad legacy of APP’s operations over the last three decades which left little natural forest to pulp in APP’s main base of operations in Sumatra.” said Nazir Foead Conservation Director for WWF-Indonesia.

“Fulfilling these performance milestones is the quickest way for APP to prove its commitment and end its long streak of broken promises to sustainability,” said Rod Taylor, Forest Director for WWF International.

The milestone document released today emphasizes NGO’s calls to have the company acknowledge, restore and compensate the enormous environmental and social damage it has caused, stop all supply of mixed tropical hardwood to any of its mills by 1 January 2014, and accept independent third party evaluation of the implementation of its new policies.

WWF and its many local NGO partners will continue to scrutinize APP’s actions and report on the company’s performance against the targets and milestones released today.

Until that performance has been proven, WWF advises companies to adopt a wait and see attitude and join WWF in adopting the milestone document to assess the company’s performance.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

GREENPEACE - Greenpeace inaugura o relógio do atraso

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Greenpeace-inaugura-o-relogio-do-atraso/

Postado em: 19 - set - 2013
O equipamento foi instalado onde deveria existir a estação Adolfo Pinheiro do metrô. Vinte milhões de pessoas já poderiam ter viajado por esta estação, mais do que toda a população do Estado de São Paulo.

O relógio do atraso foi instalado pelo Greenpeace onde deveria existir a estação de metrô de Adolfo Pinheiro. Com 992 dias de atraso mais de 20 milhões de pessoas já poderiam ter passado na estação. (©Greenpeace)
O relógio do atraso foi
instalado pelo Greenpeace
onde deveria existir a
estação de metrô de Adolfo
Pinheiro. Com 992 dias de atraso
mais de 20 milhões de pessoas já
poderiam ter passado na
estação. (©Greenpeace)


Ativistas do Greenpeace instalaram um relógio digital que contabiliza os dias de atraso na inauguração da estação Adolfo Pinheiro, do metrô: ao todo foram 992 dias e mais de 20 milhões de viagens não realizadas. A festa de inauguração contou com laço de cetim vermelho, fanfarra, público animado e a presença ilustre de ativistas caracterizados como o prefeito Fernando Haddad e o governador Geraldo Alckmin. O relógio, que tem dois metros e meio de altura e é abastecido por energia solar, foi instalado na intersecção entre a Avenida Adolfo Pinheiro e a Rua Isabel Schmidt.

No dia 20 de outubro de 2013, a Linha Lilás, a qual pertence a estação Adolfo Pinheiro, completa 11 anos sem nenhuma nova estação. O Metrô (Companhia do Metropolitano de São Paulo) afirmou, em nota ao jornal Folha de S. Paulo, que o cronograma pode variar "em aproximadamente cinco meses para mais e um para menos" sem que isso caracterize o descumprimento da entrega. A ampliação da linha enfrenta problemas desde seu início, que vão desde as desapropriações que levaram mais tempo do que o esperado até o rompimento de cabos de fibra ótica, em Santo Amaro.

O início das obras da Linha Lilás já começou atrasado, em agosto de 2009, quando deveriam ter acontecido no início do mesmo ano. O atraso fez com que o governo reduzisse o ritmo de investimentos na linha, fazendo com que o trecho entre Adolfo Pinheiro e Brooklin-Campo Belo recebesse R$1,3 bi a menos que o previsto. Essa não foi a única redução orçamentária sofrida: entre 2008 e 2012, a prefeitura prometeu entrar com mais R$2 bi de investimento para todas as obras do Metrô, mas investiu apenas R$975 milhões. A prefeitura afirma que o corte foi motivado pela crise.



A expectativa era de que as obras passassem a ter ritmo acelerado em 2010, quando um empréstimo de US$1,13bi foi liberado, investimentos feitos pelo BIRD (Banco Mundial) e pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

“A questão vai muito além de uma simples mudança no cronograma de entrega da obra, como os governantes gostam de fazer parecer”, afirma Barbara Rubim, da campanha Clima e Energia do Greenpeace. “As obras de infraestrutura em mobilidade devem deixar de ser tratadas como manobras eleitorais para arrecadação de votos e passar a ser vistas como o que são: elementos essenciais para se melhorar a qualidade de vida da população. Sempre que a entrega de uma estação é postergada, isso representa também um atraso na construção de uma melhor mobilidade para as pessoas e para a cidade”, conclui. 


Veja como foi a atividade:
Watch live streaming video from greenpeacebr at livestream.com



Semana da Mobilidade

A atividade de hoje acontece durante a Semana da Mobilidade - entre 16 e 22 de setembro -  e faz parte de um alerta para a situação do transporte coletivo e da mobilidade no país como um todo. Até domingo serão realizados eventos em parceria com outras organizações, culminando no Dia Mundial sem Carro  (22 de setembro). Também é possível participar da mobilização virtualmente, pelo Concurso Sardinha de Ouro. Nele, os internautas são convidados a publicar uma foto da superlotação que passam no transporte coletivo em perfis do Facebook, Twitter ou Instagram com a hashtag #Sardinhadeouro e concorrem a três bicicletas dobráveis.

Essas atividades fazem parte da campanha #Cadê, cuja proposta é incentivar novas formas de ocupação e uso da cidade, questionando o conceito atual de cidades feitas para a circulação de carros. Além de apontar os problemas, há também um direcionamento para a solução com os Planos de Mobilidade, que entram como peça fundamental desse quebra-cabeça.

O Plano de Mobilidade Urbana é o instrumento de planejamento da mobilidade de uma cidade. De acordo com a Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU - Lei 12.587/2012) todos os municípios brasileiros que possuam mais de 20 mil habitantes devem elaborar esse Plano até abril de 2015. No município de São Paulo o plano anda a passo de tartaruga: foi criado o Conselho Municipal de Transportes, que tem como uma de suas principais atribuições a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana.

Uma cidade com boa mobilidade urbana é a que proporciona às pessoas deslocamentos seguros, confortáveis e em tempo razoável, por modos que atendam a esses critérios e sejam bons para a sociedade e para o meio ambiente.

Para saber mais sobre a campanha de Mobilidade Urbana, acesse: http://www.greenpeace.com.br/cade/

GREENPEACE - Camila, activista agredida por defender el Ártico: “Nunca imaginé que iba a ser amenazada con un arma”

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:
http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/camila-activista-de-greenpeace-agredida-por-d/blog/46689/


Entrada de blog por Camila, activista - septiembre 19, 2013 a las 11:42

Los activistas de Greenpeace continúan detenidos e incomunicados en Rusia tras la acción de ayer.
Para presionar al Gobierno Rusa para que sean liberados mañana nos concentramos a las 12.00 en la Embajada Rusa de Madrid (Calle Velázquez, 155). ¡¡Os esperamos!!!!


Camila Speziale tiene 21 años y es activista de la oficina de Greenpeace en Argentina. Hace días viajó miles de kilómetros a bordo de uno de los barcos de Greenpeace, el Arctic Sunrise, para participar, por primera vez, junto a otros compañeros de todo el mundo, de una impresionante acció
n en el Mar de Pechora, en el Ártico ruso.







El objetivo era impedir que la plataforma petrolera Prirazlomnaya de la empresa Gazprom, socia de Shell, realice una peligrosa perforación en los hielos del Polo Norte en busca de petróleo.



"Ayer a las 4 am abracé a mis compañeros y les deseé buena suer
te antes de que saliéramos del barco Arctic Sunrise para escalar la plataforma petrolera de Gazprom, el Prirazlomnaya. Fue un momento aterrador para mí. Subí a un gomón en medio de una oscuridad total. Y sabía que la Guardia Costera rusa estaba esperando que entráramos en acción, nos seguían de cerca. Habían estado desde lunes observando todos nuestros movimientos y a la distancia ya podía ver sus cañones de agua gigantes, listos para usar. Pero teníamos una misión y estábamos decididos a cumplirla: detener a la primera petrolera del mundo que puede llegar a perforar en las aguas del Ártico.


No tardamos mucho en llegar a la plataforma y cuando lo hicimos dos de los escaladores ya habían logrado empezar el ascenso. Antes de que tuviera oportunidad de acompañarlos, dos barcos se dirigieron hacia nosotros, con personas que usaban ropa militar de camuflaje y pasamontañas. Se sentía como si estuviera viviendo una película de terror, ya que el barco se estrelló contra nosotros.



Entre todo el alboroto escuché un disparo. Nos gritaban en ruso, así que no podía entender lo que decían,
pero nos estaban apuntando con pistolas y cuchillos. Sabía que nos estaban amenazando. Todo lo que podíamos hacer era levantar la mano y explicar que estábamos ahí para protestar pacíficamente. Entonces oí otro disparo. Yo estaba asustada, principalmente por mis dos compañeros que aún estaban colgados de la plataforma.


Una de ellas, Sini, había logrado permanecer arriba con una cuerda y estaba en una posición vulnerable.  Y otro compañero, Kruso,  ya había conseguido escalar bastante alto pero estaba siendo apedreado por los cañones de agua helada. Nunca me imaginé en toda mi vida que iba a ser amenazada con un arma, y menos aún cuando se hace una protesta pacífica y no violenta de Greenpeace.

Los disparos al aire siguieron durante media hora más. Sini y Kruso todavía soportaban la presión de los cañones de agua, que golpeaban fuerte en sus cabeza. Después de algún tiempo decidieron que no podían continuar por más tiempo y comunicaron su descenso. Pero los trabajadores de la plataforma no los escucharon y continuaron disparando cañones de agua sobre ellos y los guardacostas comenzaron a tirar de las cuerdas para bajarlos.


Sin decir una palabra se llevaron a mis amigos al barco de la Guardia. Mi corazón se detuvo por ellos. Los disparos continuaron y me pregunté hasta qué punto estas personas estaban dispuestas a frenar nuestra protesta para defender el Ártico.

Ya estoy de vuelta en el Arctic Sunrise, donde estoy a salvo y sin frío. Pero mi corazón está con mis amigos y no voy a ser feliz hasta que estemos todos juntos de nuevo.

Hoy la guardia costera amenazó con abrir fuego contra el Arctic Sunrise, si no salimos de la zona. La verdadera amenaza para el Ártico no son las acciones pacíficas de Greenpeace o los millones de personas que luchan a nuestro lado. Sino empresas como Gazprom y Shell que ponen en riesgo este ecosistema increíble para llenar sus bolsillos de dinero. No sé que va a pasar esta noche o mañana pero sí sé que estamos aquí para detener los planes de Gazprom, la primera petrolera del mundo que produciría combustible con petróleo de las heladas aguas del Ártico".
Seguimos luchando para defender el Ártico pero sin tu ayuda no podemos, firma aquí



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

GREENPEACE - En vivo día de acción global IceRide Internacional/ ¡Pedalea por el Ártico!

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:
http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/te-atreves-a-disear-un-sustituto-para-las-bom/blog/46463/


Entrada de blog por Nadia González - septiembre 15, 2013 a las 11:35


21.10 h: #IceRide Madrid. La instalación con bicicletas de Ciclalab en Madrid Río deja muy claro el mensaje "Salva el Ártico"










21.00 h: La marcha en bici de #IceRide Madrid ha sido un éxito de convocatoria. Con más de 500 personas que han pedaleado por el Ártico en patines, mono ciclos y bicicletas.












17.30 h: Madrid 19.30h Estás a tiempo!!!
vente a pedalear por el Ártico.
Hemos quedado en la plaza de Oriente!










16.55 h: Al los barcos de Greenpeace, el Rainbow Warrior y el Arctic Sunrise también ha llegado el #IceRide y se pedalea por el Ártico :-)













16.45 h: En Madrid los @JovenesEco se preparan para pedalear por el Ártico. Preparando la llegada y a las 19.30 nos juntamos en Plaza de Oriente donde empieza el recorrido. Hoy ¡pedaleamos por el Ártico!










14.15 h: Valencia acaba la concentración por el Ártico :-)













14.10 h: En Bilbao un centenar de bicis se unen al día de movilización global #IceRide

14.00 h: Hoy a las 19.30 en Madrid pedaleamos por el Ártico. Vente a la Plaza de Oriente y ¡únete a la marcha!









13.25 h: #IceRide en Japón. ¡Bonitas máscaras!














13.16 h: La actividad #IceRide en Helsinki (Finlandia) está a punto de empezar... ¡Firma por el Ártico!












13.15 h: En Moscú (Rusia) la actividad #IceRide va congregando gente en sus plazas.













13.10 h: En Albacete decenas de personas han salido a la calle sobre ruedas para pedir la protección de la última frontera del planeta.












13.00 h: En Córdoba, Valencia y Tenerife muchos amigos de la bici y del Ártico ya están en las calles en el día de Movilización global para Salvar el Ártico














12.45 h: Desfile #IceRide por el centro de Londres. La osa gigante Aurora y cientos de personas con caretas de osos recorren el centro de la ciudad para #SalvaelArtico












11.55 h: En Málaga unas 200 personas se han sumado al IceRide con un día soleado.










11.40 h: En Mallorca decenas de amigos del Ártico ya han salido a la calle con sus bicis. ¡¡¡Hoy pedaleamos por el Ártico!!! Mira en el mapa si tu evento #IceRide más cercano todavía no ha salido y estás a tiempo de unirte.









Hoy es un día de acción global para salvar el Ártico, miles de personas en todo el mundo van a inundar con sus bicis, patines, luces y disfraces las calles de más de 100 ciudades en 36 paises de todo el mundo. Desde Buenos Aires a Tokyo, desde Johanesburgo a Copenhaguen, desde Bilbao a Almería, desde Tenerife a Madrid.

En este post os iremos contando, hora a hora, las actividades que se van desarrollando en todos los países que hoy se suman al Día de Acción Global para Salvar el Ártico.
Nadia González (@nadianit), Digital Manager Greenpeace

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

WWF - WWF: Brazil needs to align policy to growing climate risk

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/wwf_news/?210442/WWF-Brazil-needs-to-align-policy-to-growing-climate-risk#

Posted on 12 September 2013

Brasilia, Brazil – As Brazil’s new c
limate change panel underlined the severity of expected climate impacts to the country, WWF-Brazil called on the government to respond with policies that reduced climate related costs and damage.

The First National Assessment Report (1st RAN), outlined at a Brazilian Panel on Climate Change (PMBC) conference this week, finds that a drier, hotter Amazon region will come under increasing pressure during this century, with a failure to curb deforestation bringing on severe impacts much earlier.

While most of Brazil will suffer drier conditions, southern coastal areas that include many of Brazil’s major population centres will face a warmer, wetter and more variable climate. Extreme weather events are predicted to increase, with areas of the Amazon already having experienced two “one in a hundred years” droughts in just over a decade.

“With the impacts already being felt and all the predictions being for worse impacts, it is imperative that the Brazilian government gears up its response to climate change,” said Carlos Rittl WWF-Brazil Climate Change and Energy Programme lead.

“While our landscape comes under increasing threat, Brazil’s climate policy landscape is an incoherent patchwork of uncoordinated responsibilities scattered around different departments at multiple levels of government.”

“In spite of some progress in recent years, Brazil’s climate agenda is still marginal and not mainstreamed into major development plans.”

“For instance, while Brazil has immense potential for low impact renewable energy, such as wind, solar and biomass, we are putting 70 per cent of all our energy investments between now and 2020 into fossil fuel based energy.

“In addition, the Government of Brazil invested US$ 46.6 billion between 2011 and 2012 on agriculture and ranching (responsible for 35% of Brazilian emissions in 2010) in the country, but allocated only US$ 1.5 billion to low carbon agriculture.”

WWF Global Climate & Energy Initiative leader Samantha Smith said,
“While the science is clear, the need to act is even clearer. “WWF’s global “Seize Your Power” campaign is directed at keeping us off a dangerous downward spiral by shifting investment flows from fossil fuels to renewable energy.

"Brazil is ideally placed to make this change and to change the course of its development towards a cleaner, safer future.”

GREENPEACE - ¡Actúa! Stop vertido de agua radiactiva al mar en #Fukushima

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:
http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/te-atreves-a-disear-un-sustituto-para-las-bom/blog/46463/


Entrada de blog por Raquel Montón - septiembre 12, 2013 a las 12:11

Dentro de dos días se detendrá el único reactor nuclear que produce electricidad ahora mismo en Japón. Desde 2011, 52 reactores de los 54
que tienen nunca se han puesto en marcha, sin embargo también, desde entonces, nunca han conseguido poner en marcha un sistema que impida las filtraciones de agua radiactiva, y estas se han agravado mucho.

Greenpeace hace una petición urgente a nivel internacional para conseguir una acción inmediata sobre los vertidos radiactivos no controlados en la central nuclear de Fukushima. Firma aquí, y mandarás esta petición a Shinzo Abe, Primer Ministro de Japón.

La carta está en inglés y dice lo siguiente:

Por la presente hago una petición al gobierno nacional de Japón y las entidades relacionadas para que lleven a cabo los siguientes compromisos:


- Aclarar la responsabilidad del gobierno japonés sobre los vertidos radiactivos en el océano. Concentrarse en hacer frente a este problema, y ​​la suspensión de todas las actividades encaminadas a reiniciar las plantas nucleares en Japón y a exportar reactores nucleares a otros países. Las nuevas normas de regulación post-Fukushima de Japón no tienen en cuenta la posibilidad de controlar que las emisiones radiactivas están siendo vertidas en el océano. El proceso para reiniciar las plantas nucleares en Japón en estas condiciones pueden dar lugar a emisiones incontroladas adicionales y deben ser suspendidos.

- Implementar los máximos esfuerzos para evitar una mayor contaminación del océano. Instalar tanques para el almacenamiento del agua contaminada que sean más resistentes y sostenibles con el fin de evitar fugas. La descarga  de los contenidos del agua radiactiva de los tanques en el océano no debe permitirse bajo ningún concepto.
Reunir el conocimiento científico conjunto de expertos independientes, sin intereses creados tanto dentro de Japón como a nivel internacional, y garantizar su aplicación práctica.

- Garantizar la transparencia. Hacer que todas las reuniones del gobierno con respecto a este tema público, incluidas las reuniones del Ministerio de  Economía y Comercio,  y de la Comisión de las Contramedidas para las Descargas de Contaminación Radiactiva de la Industria. Mantener una inmediata evaluación pública de la estrategia propuesta sobre la pared de hielo. Retirar las siguientes declaraciones del primer ministro Abe formuladas ante el  Comité Olímpico Internacional (COI): "La situación está bajo control." "Los efectos [radiactivos] de las descargas están completamente bloqueados en el puerto de la central nuclear de Fukushima Daiichi".

- Los vertidos radiactivos incontrolados en el medio marino como consecuencia del accidente de la planta de energía nuclear de Fukushima Daiichi, deTepco, son alarmantes. Es imprescindible adoptar medidas urgentes para detener las filtraciones de agua subterránea contaminada y para hacer frente a la contaminación de alto nivel procedente de las fugas de los tanques de almacenamiento.
Esta situación es tan grave que casi se puede decir que se ha producido otro grave accidente.

- Las contramedidas para contener con eficacia la salida del agua utilizada para enfriar el combustible fundido que queda en los reactores aún no se han puesto en marcha. Existen serias dudas sobre la eficacia técnica y económica de la estrategia de pared de hielo propuesto. El mar, fuente de vida, no debe ser contaminado más. Este es un problema internacional grave. Las personas que dependen para su subsistencia de la pesca están levantando sus voces de cólera contra esta contaminación del océano.

Es absolutamente evidente que Tepco no es capaz de hacer frente a esta situación. Pero el gobierno japonés no está afrontando de cara los problemas. En cambio, las autoridades reguladoras nucleares están trabajando en la gestión de las solicitudes de mano de obra de las empresas eléctricas para reiniciar sus centrales nucleares. El Ministerio de Economía y Comercio sigue celebrando reuniones secretas a puerta con la industria, facilitando un lugar donde las empresas contratistas pueden hacer lobby por los contratos. Además, el primer ministro Abe vuela alrededor del mundo promocionando la exportación de reactores nucleares de Japón. Para hacer frente a esta situación de emergencia, el gobierno debe ahora utilizar activamente en la experiencia internacional y hacer máximos esfuerzos para evitar nuevos vertidos radiactivos no controlados en el océano.
 
Se está considerando el vertido de una parte de la radiactividad en el océano después del tratamiento del agua contaminada. Esto debe evitarse a toda costa. No debe haber ninguna descarga intencional en el Océano Pacífico.

Claramente no es el momento apropiado en Japón para reiniciar las plantas nucleares o exportar tecnología nuclear.

En la presentación ante el Comité Olímpico Internacional (COI), el primer ministro Shinzo Abe dijo, al referirse al tema de los vertidos radiactivos, que "la situación está bajo control". "Los efectos de los vertidos [radiactivos] están completamente bloqueados dentro de la planta nuclear  de Fukushima Daiichi en el  puerto de la planta". Por el contrario, el agua contaminada sigue fugándose diariamente, las medidas del gobierno para enfrentar el problema son inadecuadas, y la extensión de los efectos de los vertidos radiactivos no controlados no se conocen. Las afirmaciones del primer ministro Abe, por lo tanto, no tienen fundamento.

¡No te olvides de firmar!

Raquel Montón (@raquelmonton) responsable de la campaña antinuclear de Greenpeace.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

GREENPEACE - Pensando no futuro

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Duvida-financiada/

Postado por Alan Azevedo - 11 - set - 2013 às 15:19

Joyce Barbosa, Weverson Andrade e Vânia Stolze ©Greenpeace

As fontes limpas de energia, que tentam ganhar mais espaço no mercado, também têm muito a colaborar com a geração de empregos. São os empregos verdes, que mantêm um sistema de geração sustentável funcionando: manutenção, pesquisa, mapeamento, transporte, serviços, entre outros. Pensando nisso, após capacitar jovens da comunidade carioca Vila Isabel em energia fotovoltaica, o projeto Juventude Solar, do Greenpeace, selecionou dois desses jovens para participarem do Curso para Projetar Sistemas Conectados à Rede – Energia Solar Fotovoltaica, que aconteceu entre os dias 5 e 7 de setembro no Rio de Janeiro.

Joyce Barbosa e Weverson Andrade, que já haviam aprendido o processo que transforma raios de sol em energia elétrica, o funcionamento e intalação de uma placa, conheceram como projetar sistemas conectados à rede elétrica. O curso foi oferecido pelas empresas  DeLoys Arquitetura, Econova e Solarize, apoiadoras do projeto Juventude Solar.

Leia mais:
Sol no morro
Bora solarizar o Brasil?

Embora o conteúdo programático do curso fosse mais voltado aos profissionais da área, os jovens conseguiram acompanhar de forma participativa.

 "Eu agradeço pela oportunidade que me foi oferecida para participar do curso, que eu amei fazer! Ainda não sei no que quero me formar no futuro. Mas, vocês podem ter certeza que estou pensando seriamente nisso. Pretendo levar para minha vida, minha família e, no futuro, meus filhos, tudo que aprendi com o Projeto Juventude Solar", conta Joyce Barbosa, de dezesseis anos.

Outro jovem que também participou com entusiasmo do curso, foi Weverson Andrade, de quinze anos. Como um dos jovens mais assíduos durante as capacitações do projeto, Weverson afirma: "Eu tenho muito interesse em energia solar e espero que algum dia eu possa instalar um sistema fotovoltaico na casa em que vivo com minha avó, na Comunidade Morro dos Macacos. Ainda estou pensando sobre minha futura profissão, e uma das alternativas é trabalhar com energia solar”.

O último dia do curso foi voltado às visitas técnicas em três instalações solares, o que serviu para mostrar aos jovens que é possível produzir energia por meio de luz solar em larga escala. “Foi o dia em que mais perguntaram”, comenta Vânia Stolze, coordenadora do projeto Juventude Solar, do Greenpeace. Acompanhando os dois em período integral, Vânia afirma: “Tenho orgulho desses, e de todos os jovens envolvidos no projeto. Eles tem demonstrado que a sementinha que começamos a plantar desde nosso primeiro encontro em abril, encontrou terreno fértil para crescer e transformar uma ideia em realidade”.

WWF - Another pair of Persian leopards born in Russia

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/wwf_news/?210435/Another-pair-of-Persian-leopards-born-in-Russia#

Posted on 11 September 2013

Sochi, Russia: Two more leopard cubs have been born in Russia
just two months after two kittens were born to a pair of Persian leopards brought to the same centre from Lisbon Zoo.

Their parents, wild Chery and Alous, were brought to the Persian leopard reintroduction centre in Sochi National Park in the Russian Caucasus Mountains from Iran and Turkmenistan.

“The fact that wild leopards managed to produce offspring in captivity is a big win for Russian conservation experts. It is a unique precedent, and we are glad
that we managed to achieve this result”, said Head of the Persian leopard breeding and reintroduction centre Umar Semyonov.

As this was the leopards first pregnancy, the mother abandoned one of the cubs, this newborn was picked up by staff of the Center, and is now being artificially
fed and is feeling well.

The second leopard baby is in a den with his mother and he will be released, along with the previous two kittens born in July, into the wild in the Kavkazsky Nature Reserve around 2015, once they are prepared for independent life. These three leopards will start the new population of this subspecies in the Russian Caucasus.

“The territory of the Kavkazsky Nature Reserve is ready to welcome the cats”, says WWF-Russia CEO Igor Chestin.

“A recent photocensus, organized by WWF, showed that the number of potential prey has significantly increased, phototraps caught big groups of chamois and other species hunted by the leopard”.

Unlike the other kittens, the leopard baby that was rejected by his mother will never be released into the wild as he will get used to people and won’t be able to adapt to independent life.

The kitten, however is very valuable for leopard breeding programs as it was born to wild leopards. Currently different zoos and breeding centres have only 108 Persian leopards, and they all descend from just 10 founders, so they are in desperate need of “new genes”.

The Persian leopard (Panthera pardus tulliana) population, once widespread throughout this mountainous region between the Black and Caspian Seas, declined drastically throughout the 20th century due to poaching and habitat loss. It is believed that only a few leopards now live there.

The Persian Leopard Reintroduction Program is run by the Ministry of natural resources and environment of the Russian Federation with participation of the Sochi National Park, Caucasus Nature Reserve, A.N. Severtsov Institute of Ecology and Evolution, WWF and Moscow Zoo.

The expertise of the Persian leopard restoration program will be used in the Far East of Russia, a habitat for less than 50 Far Eastern leopards, the most endangered leopard subspecies in the world.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

GREENPEACE - Dúvida financiada

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Duvida-financiada/

Postado em: 10 - set - 2013

Relatório do Greenpeace mostra que atuação de céticos climáticos – que questionam mudanças no clima – são financiadas, há tempos, por empresas poluidoras.

Seca na Amazônia, em 2005. Foto: Greenpeace/Daniel Beltra

Às vésperas do lançamento do 5o Relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, na sigla em inglês), que no fim do mês vai dar um panorama da crise climática no mundo, o Greenpeace lançou o documento ‘Jogando com a dúvida: Céticos do Clima vs Ciência do Clima’ (em tradução livre).



O relatório do Greenpeace mostra que os ataques dos chamados céticos climáticos à ciência do clima não são de hoje. Eles se arrastam há pelo menos duas décadas, e continuam sendo financiados pela indústria de combustíveis fósseis. E um dos alvos favoritos é justamente o IPCC, um órgão global que reúne centenas de pesquisadores ao redor do mundo para falar das mudanças climáticas.

Os estudos sistematizados pelo IPCC sobre mudanças climáticas têm altíssima credibilidade mundo afora. Mas a cada novo relatório divulgado pelo time de cientistas, uma saraivada de ataques costuma chegar dos céticos, que acham as previsões exageradas e costumam negar a participação humana no aqueicmento global.

O Heartland Institute, organização com sede nos EUA e que apoia o livre mercado, está para lançar um novo documento colocando em dúvida mais uma vez os dados do IPCC. Mas ao contrário do Painel Intergovernamental, o time de céticos ancora sua milionária campanha em recursos que vêm de companhias como a petrolífera ExxonMobil e associações como a American Petroleum Institute.

“Nós diagnosticamos uma máquina muito bem organizada e financiada por grandes empresas poluidoras, que desde a década de 1990 vem atuando para tentar negar os resultados científicos sobre mudanças no clima”, diz Kert Davies, diretor de pesquisas do Greenpeace nos Estados Unidos. “’Jogando com a dúvida’ esclarece o que está por trás dessas críticas, quem as financia e quais truques eles usam para disseminá-las”.

O relatório do Greenpeace é uma atualização do documento de mesmo nome, lançado em 2010.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

GREENPEACE - A nova cantiga da velha Kátia

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/a-nova-cantiga-da-velha-ktia/blog/46530/

Postado por Nathália Clark - 9 - set - 2013 às 19:04

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr.

De falsas premissas e velhos paradigmas o mundo está cheio. Conceitos profundamente arraigados no imaginário popular são realmente difíceis de mudar. Mas o mais contraditório é quando argumentos reacionários e retrógrados, que representam total desconhecimento e preconceito sobre a cultura e a História do Brasil, são proferidos por uma suposta “representante eleita do povo”. Povo, este, que não é apenas um, mas vários contidos num mesmo país, com os quais ela parece não ter a mais singela preocupação cidadã.


Há mais de 500 anos, quando os portugueses chegaram à costa brasileira, os índios eram vistos com o mesmo olhar conservador que expressou no último sábado (7), em pleno século XXI, a digníssima senadora da República Kátia Abreu (PSD-TO), em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo.

Sua cartilha, no entanto, está desatualizada. Os mesmos velhos argumentos da batalha para destruir o Código Florestal estão de volta à mesa de debate: disputa comercial por recursos naturais, as ONGs estrangeiras com interesses obscuros por trás, e a comparação com outros países que outrora não só extinguiram quase totalmente suas florestas, como também as suas populações tradicionais – como foi o caso dos Estados Unidos, citado no artigo.

Seguindo o seu próprio raciocício, as organizações que atuam no Brasil em prol da causa socioambiental têm interesse no patrimônio brasileiro – sim, em preservar esse patrimônio. Mas na lógica inversa, qual é mesmo o interesse das grandes corporações que financiam as campanhas políticas dos parlamentares da bancada ruralista? Nessa questão, de tão espinhosa, ela prefere não entrar... E, ora, se não exercemos todos, cada qual do seu lado, uma "militância política, de cunho ideológico", em benefício do que defendemos?

Além da visão colonizadora de que os índios podem ser comprados com “jatinhos, laptops e automóveis”, Kátia simplesmente não aceita que os modos de vida tradicionais e a relação dos índios com a terra sejam distintos dos seus.

Para eles, a noção de pertencimento se inverte: as pessoas não são donas do território, mas fruto dele. Eles não depenam as Terras Indígenas como fazem os madeireiros e mineradores, há uma relação de troca e cumplicidade que a senadora talvez nunca seja capaz de entender. Mesmo assim, ela tenta impôr sua visão de mundo para um universo com o qual não possui a menor familiaridade.

Em se tratando de uma pessoa pública que jura defender o progresso de seu país, a presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) está mais para aquela que aciona a marcha a ré de seus tratores devastadores, do que alguém que estimule o avanço. À exceção, é claro, do avanço da fronteira agrícola sobre o que resta de vegetação e populações nativas no Brasil.
Isso posto, cara Kátia, sinto em concordar com você. Há, de fato, um forte paradoxo nesse cenário: a senhora, os ditos representantes da sociedade brasileira no Congresso Nacional e o próprio governo federal, que, ao ocuparem seus cargos, juraram proteger e zelar pelo bem da população e de seu país como um todo, na plenitude da sua diversidade, os estão atacando.

A face da bancada ruralista, da qual Kátia Abreu é representante de peso, é o retrato anacrônico do Brasil feudal nos tempos em que o Brasil novo, aquele que mostrou as caras nas ruas no último mês de junho, clama por uma mudança urgente de paradigmas na forma de se fazer política e no modelo de desenvolvimento, que ainda promovem a exclusão de milhares de brasileiros.
Se queremos ser a vanguarda econômical, social e ambiental do mundo, devemos deixar no passado o ranço dos velhos conceitos e das velhas verdades impostas. Kátia, pode tirar o trator enferrujado da frente, que o Brasil do novo quer passar.

sábado, 7 de setembro de 2013

WWF - WWF: Failure to address climate change today will cost us more tomorrow

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/wwf_news/?210355/WWF-Failure-to-address-climate-change-today-will-cost-us-more-tomorrow#

Posted on 06 September 2013

Gland, Switzerland - The urgency to address climate change was highlighted again today with the release of a report by the Bulletin of the American Meteorological Society Society in which researchers found evidence of human-caused climate change in about half of the 12 extreme weather and climate events analyzed from 2012.

This report comes ahead of release of the next IPCC As
sessment Report which is expected to reiterate the scale of the climate change challenge that’s facing the world, and the urgency with which action must be taken. Reports by the IPCC and others not only highlight the issues – and in this case, also the danger and severe impact of extreme weather events - but also the inadequacies of governments’ responses.

With the global power sector being the biggest source of man-made greenhouse gas emissions, WWF is campaigning to urge governments and international financial institutions to switch investments away from dirty fossil fuels and into renewable energy.

“We need to act and invest money now in clean, renewable energy to limit dangerous climate change, to reduce the risks to human health from dirty fossil fuels, to fast-track access to energy, and to safeguard our collective future,” said Samantha Smith, leader of WWF’s Global Climate and Energy Initiative.

Lou Leonard, vice president of climate change at the World Wildlife Fund in the US says failing to address the climate crisis today will cost us far more tomorrow. “As climate change plays a larger role in extreme weather, taxpayers will need to spend more and more each year to clean-up after each and every disaster.”

The lack of political urgency to address climate change was surprising, given the impact of extreme weather in many countries, according to Leonard.

“Today’s research reaffirms that climate change is today’s problem, not tomorrow’s. With President Obama making the case to address climate change in the US, and the forthcoming IPCC Assessment expected to reiterate the scale of the global climate change challenge, the time for climate action is now," said Leonard.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

GREENPEACE - Sinais de mudança

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/sinais-de-mudana/blog/46489/

Postado por Alan Azevedo - 4 - set - 2013 às 14:40

Turbinas em Fortaleza, Ceará (© Greenpeace / Flavio Cannalonga)

O fracasso da indústria fóssil no leilão de energia realizado dia 29 de agosto serviu como exemplo para o governo perceber que as energias renováveis são competitivas e despertam interesse no mercado energético brasileiro. Coincidência ou não, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão,  já confirmou a presença de energias renováveis nos próximos dois leilões, a serem realizados no fim do ano.


Depois que nenhum watt proveniente da queima do carvão foi comercializado, mesmo com claros incentivos do governo federal, a energia de biomassa vendeu 647 MW no último leilão de energia, o que mostrou a crescente competitividade de fontes de energia limpas.
Com isso, Edison Lobão anunciou nesta terça-feira, dia 3, que a energia solar também será incluída no próximo leilão A-5, previsto para acontecer no dia 13 de dezembro. Segundo ele, a entrada dessa fonte vem com o intuito de diversificar a matriz energética brasileira.

Na última semana, o ministério de Minas e Energia já havia anunciado a presença dessa fonte no leilão A-3 marcado para dia 18 de novembro, o que seria a estreia da energia solar no mercado.
Para Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, incluir energia solar no leilão de dezembro é um sinal de incentivo às renováveis: “a fonte entra com mais chances no leilão A-5 [que prevê o fornecimento da energia contratada em cinco anos], em função do prazo maior de construção, já que se trata de uma tecnologia nova, em desenvolvimento”.

Além da solar, outra fonte que não estava prevista para o leilão A-5 e que também foi incluída é a eólica. Depois de sua participação positiva no Leilão de Energia de Reserva, realizado em agosto, a sua inclusão pontua o crescimento das fontes renováveis nos planos do governo brasileiro.
O Greenpeace é a favor da diversificação da matriz energética brasileira utilizando fontes renováveis, como solar, eólica ou de biomassa e contra a ressurreição das usinas térmicas  a carvão, uma das grandes responsáveis pelo aquecimento global.