sexta-feira, 30 de agosto de 2013

GREENPEACE - Carvão, não

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/e-d-lhe-poluio/blog/46427/

Postado por Bernardo Camara - 29 - ago - 2013 às 17:17

Ignorando todas as críticas e, pior, ignorando o sol e o vento que estão sobre nossas cabeças, o governo insistiu no retrocesso. Depois de quatro anos fora dos leilões de energia, as usinas movidas a carvão voltaram a ser ofertadas nesta quinta-feira, no leilão A-5. Para dar uma amostra da sujeira que isso significa, o Greenpeace derramou ontem uma tonelada e meia de carvão na porta do Ministério de Minas e Energia.



Mas numa prova de que a pressão da sociedade civil dá resultado, o leilão de hoje teve uma reviravolta. Competindo em pé de igualdade com as usinas de biomassa, o carvão ofertado não teve compradores. Já as térmicas de biomassa tiveram a energia de nove empreendimentos contratada. 

A tentativa de trazer o carvão de volta à tona veio com a justificativa do governo de que precisamos diversificar nossa matriz para garantir segurança energética ao país. Papo furado. Como lembrou Renata Nitta, que coordena a campanha de Clima e Energia do Greenpeace, dá pra diversificar nossa matriz de um jeito muito mais inteligente e com uma visão que olha para o futuro.
“Se aproveitarmos entre 5% e 10% do nosso potencial solar, já seria suficiente para atender à atual demanda nacional de energia. A cogeração a partir do bagaço de cana geraria o equivalente a três usinas de Belo Monte. E a recente explosão da produção eólica no país tornou o preço da fonte muito competitivo. No último leilão, seu preço atingiu R$110 o MW. Agora, o carvão está saindo a R$ 140”, aponta ela.

WWF - Soco failed to assess human rights risks before Virunga exploration, paper alleges

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/wwf_news/?210139/Soco-failed-to-assess-human-rights-risks-before-beginning-Virunga-exploration-paper-alleges

Posted on 29 August 2013

British oil company Soco International PLC has been criticized for an alleged “failure to conduct a proper human rights due diligence before it started its activities” in an African World Heritag
e Site. In a newly released paper, the International Peace Information Service (IPIS) says the company should have taken into proper consideration the impacts local communities may experience due to its oil development activities in Virunga National Park.

According to a paper by IPIS researcher Gabriella Wass, Soco has “not yet been able to present convincing evidence of a systematic attempt to consider human rights impacts upon [its] initial engagement or thereafter.”

The company’s activities in the Democratic Republic of the Congo (DRC) park have been protested by local communities and are the focus of a global outcry by European lawmakers and conservationists, the paper says. It notes Soco’s argument that its operations are legitimate because it is in DRC at the “express invitation” of the government.

IPIS challenges the company’s assertion, however, stating that “when operating in a country like DRC where the human rights record is so traumatized, it is not acceptable to maintain that the government is behind you and it is no one else’s business.”

“The UN’s Guiding Principles on Business and Human Rights stress that human rights due diligence is the key way in which businesses can ensure that they respect human rights during their operations,” the paper says. Adding that “strategies should be put in place to ensure that risks are mitigated, results tracked, and the lessons learnt integrated into ongoing practice.”

IPIS is an independent research institute that focuses on Sub-Saharan Africa. “Why businesses should assess human rights impacts from the outset of projects” was published on 22 August 2013.

WWF is calling on Soco to abandon all exploration and exploitation activities in Virunga, which is the most biodiverse protected area in Africa. The organization also urges the company to make a global commitment not to operate in World Heritage Sites.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

GREENPEACE - Tú puedes salvar el Ártico, ¿quieres?

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:
http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/t-puedes-salvar-el-rtico-quieres/blog/46409/


Entrada de blog por Rakel Muñoz - agosto 28, 2013 a las 13:035

¿Ya has firmado para salvar el Ártico? Si la respuesta es sí, ¡bien! Si la respuesta es NO puedes hacerlo aquí. En Greenpeace estamos muy preocupados por el Ártico y no cejaremos en nuestro empeño hasta conseguir salvarlo de las petroleras y las amenazas que ponen en riesgo, su ya inestable salud.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Ganhadores do sorteio da bola de futebol - 28/08/2013

Parabéns a todos os sortudos, que participaram e ganharam bolas de futebol.

MARTTY SAALES, vai receber uma Cafusa por ter avatar no Azerox!

Os outros levam uma bola oficial. São eles:

ANTONIO SILVA PEREIRA, JOSIEL BARBOSA, DIEGO FELIPE CRUZ e SRTA CLEIVIANE.








GREENPEACE - ¡Buenas noticias! Finlandia el primer país en apoyar la protección del Ártico

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:
http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/buenas-noticias-finlandia-el-primer-pas-en-ap/blog/46388/


Entrada de blog por Pilar Marcos - agosto 27, 2013 a las 12:123 Comentarios

Mientras el Gobierno ruso echa al barco de Greenpeace de sus aguas, unos días antes el Gobierno de Finlandia aprobaba una nueva estrategia para proteger el Ártico. Y de esta forma se convierte en el primer Estado dentro del Círculo Polar que rodea al Polo Norte en apoyar la protección del Ártico.

Todo esto gracias a vosotros y vosotras, defensores del Ártico. Los más de tres millones de personas que nos hemos unido al movimiento salvaelartico.org hemos elevado la protección del Ártico en la agenda política finlandesa.

Este avance es excelente. El Consejo Ártico, es el único foro circumpolar para las discusiones políticas sobre cuestiones relativas al Ártico, y precisamente el gobierno finlandés se refiere al elevado número de investigaciones existentes sobre cuáles son las áreas que concentran una mayor diversidad biológica en el océano Ártico* para que se declaren zonas protegidas en el alto Ártico. Concretamente dice:

“Avanzar en una red de Áreas Marinas Protegidas en el Ártico y especialmente la protección de las aguas internacionales que rodean al Polo Norte más allá de las Zonas Económicas Exclusivas de los Estados Árticos. Acelerar la protección de las áreas ya identificadas con altos valores ecológicos e implementar las recomendaciones de las evaluaciones del Consejo Ártico sobre biodiversidad marina. Asegurar que el Consejo Ártico y sus estados miembros avanzan en las medidas de protección para complementar una red de protección en toda la región Ártica”.

Hay que seguir dando pasos en firme y Finlandia tiene ahora la oportunidad de crear Áreas Marinas Protegidas en el Ártico para que otros países le sigan en su iniciativa. Otro paso importante que ha tomado el país son los avances respecto a la regulación de la actividad petrolera. De forma que van a trabajar en los estándares mínimos obligatorios para la extracción de petróleo. Este avance es importante, si tenemos en cuenta por ejemplo que de estas normas nacionales dependen los planes de contingencia frente a derrames. Y que por ejemplo, en Rusia los controles ambientales son muy laxos.

Miles de finlandeses le han dicho al mundo que el Ártico se debe proteger. Ahora se ha dado un golpe al timón en la dirección correcta. Y debe servir para que otras naciones se sumen.

Si aún no te has sumado al movimiento para salvar el Ártico ¡Únete!
Pilar Marcos (@PilarMarcos), responsable de la campaña de Ártico de Greenpeace.

* La nota de prensa del gobierno de Finlandia puedes encontrarla aquí (inglés) y la resolución (finlandés) aquí

sábado, 24 de agosto de 2013

GREENPEACE - Mais energia limpa na matriz brasileira

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/mais-energia-limpa-na-matriz-brasileira/blog/46350/

Postado por Leonardo Medeiros - 23 - ago - 2013 às 15:16

Não falta vento para o Brasil, nem potencial de gerar energia limpa. E quando existe vontade política, as vantagens ficam claras: uma matriz elétrica mais renovável, sem grandes impactos socioambientais.
Nesta sexta-feira, 23, o governo realizou um leilão A-3 – empreendimentos a serem construídos em até três anos –, específico para a energia eólica. Uma potência de 1.505,2 MW foi contratada por meio de 66 projetos.
A potencia contratada no leilão de hoje é energia suficiente para abastecer um terço do aumento da demanda nacional anual e superior à usina Angra 2. Com este resultado, o Brasil deverá superar a barreira dos 11 mil MW instalados em energia eólica até 2016.
Se, por um lado, muitos parques eólico ficaram de fora deste leilão por conta das rígidas regras de habilitação e seleção, por outro a competição foi menos agressiva do que no passado. Prova disso é que o preço final, de R$ 110,51 por MW, foi apenas 6% menor do que o preço inicial estabelecido pelo governo. Em outras ocasiões, a queda costumava superar os 20%.
"O volume contratado é um bom sinal para a continuação da expansão do setor eólico no Brasil e deve contribuir para a segurança energética do sistema", diz Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil. "O investimento de R$ 13 bilhões nesses parques certamente se provará mais econômico do que o que foi gasto neste ano apenas com o uso de combustíveis em termelétricas."

Pintou sujeira na matriz

Nem tudo são boas notícias no setor elétrico. Após quatro anos fora dos leilões de energia, o governo traz o carvão de volta ao mercado elétrico no leilão A-5 do dia 29 de agosto. Dos 3.535 MW habilitados no leilão, 1.840 MW são de térmicas a carvão mineral.

Ao ofertar o carvão, o governo quer reduzir a dependência brasileiras das usinas térmicas e evitar o risco de apagão durante os períodos de seca, como aconteceu no início de 2013.

Mas, com tanto potencial para gerar energia limpa e renovável por tecnologias solar, eólica e biomassa, usar carvão é um contrassenso, já que esta é a fonte que mais emite CO2 – 84 vezes mais do que a eólica e 22 vezes mais que a energia solar, segundo dados do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da sigla em inglês).

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

WWF - Trap nets in the Okhotsk sea threaten rare grey whales

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/wwf_news/?209930/Trap-nets-in-the-Okhotsk-sea-threaten-rare-grey-whales

Posted on 22 August 2013

"There’s been numerous accidents of marine mammals, i
ncluding grey whales, caught in fishing nets and later reported deseased. Observers, based in the area of the lighthouse on the shore of Piltun gulf, have already registered cases where grey whales with calves came dangerously close to the nets,” writes WWF in an open letter.

Experts on the Okhotsk-korean population of grey whales agree that trap nets in those areas constitute a serious threat to grey whales, so it is necessary to remove them as soon as possible, as well as to ban fishing in the feeding areas of the whales.

"Because of ever growing activities on the shelf of Russian seas, there are also more and more threats tobiological resources and rare species", says Konstantin Zgurovsky, head of Marine program of WWF Russia. "To preserve them and to ensure their safety, a management system of Russian seas needs to be implemented as soon as possible. When this system is established, these issues by the shores of Sakhalin would be avoided.

Aleksey Knizhnikov, head of WWF Russia’s program on environmental policy of the oil and gas sector, underlines, that threats to grey whales come not only from the fishing industry, but also from the increasing oil and gas extraction projects, as well as more frequent shipping in Sakhaling waters.

"For example the operator of project Sakhalin-1 (with participation of Exxon and Rosneft), plans to build a modern wharf in the Piltun gulf, which will bring even more risks to grey whales. WWF and other NGOs appeal to the project operator to give up those plans and to use an alternative way for delivering cargo, as it was done in previous stages of the Sakhalin-1 project” – say Knizhnikov.

In their appeal to Kirillov, ecologists ask him to take urgent action to cancel the decision about setting of trap nets in certain locations of the Okhotsk sea to prevent damage to the population of important rare species.

GREENPEACE - Rusia no quiere a Greenpeace en el Ártico

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:
http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/rusia-no-quiere-a-greenpeace-en-el-rtico/blog/46327/


Entrada de blog por Marina Bevacqua - agosto 22, 2013 a las 10:42

Ayer 21 de agosto, el Gobierno ruso negó el permiso para que nuestro barco, el Arctic Sunrise entre en la Ruta del Mar del Norte (RMN) y pueda llegar a aguas árticas rusas, después de haber cumplido con todos los requisitos para dicha entrada.

Se entregaron tres peticiones detalladas a la administración de la RMN, indicando claramente nuestra intención de participar en una protesta pacífica y legal. Todas las solicitudes fueron rechazadas.

La negativa constituye una violación del derecho internacional, incluido el derecho a la libertad de navegación.  Más de 400 barcos han tenido acceso a la Ruta del Mar del Norte este año, muchos de ellos con una clasificación inferior a la del Arctic Sunrise.

Al mismo tiempo  la petrolera estatal rusa Rosneft y su socia la estadounidense ExxonMobil están llevando a cabo pruebas sísmicas y trabajos geológicos en el mar de Kara, en preparación para la perforación en el alto mar Ártico.

Rusia rechazó las dos primeras peticiones sobre la base de que el buque no era lo suficientemente resistente al hielo. Esto a pesar que Greenpeace suministró, junto con la solicitud del permiso de paso,  documentos que certifican lo contrario, realizados por Det Norske Veritas (DNV), una organización especializada en gestión de riesgo en barcos, reconocida internacionalmente. Lo más gracioso (si podemos usar así esta palabra) es que el Arctic Sunrise tiene una clasificación (1A1 Rompehielos) superior  a cualquiera de los seis buques de exploración de petróleo que se encuentran en la región.

Citando a Christy Ferguson, nuestra compañera a bordo en el Mar de Barents “El Arctic Sunrise es un rompehielos completamente equipado con una importante experiencia en estas condiciones, mientras que las empresas petroleras que operan aquí están tomando riesgos sin precedentes en una zona repleta de osos polares, ballenas y otros animales salvajes del Ártico".

Y en este punto es donde la negación de permisos se vuelve todavía mas injustificable: La tercera solicitud fue rechazada bajo la supuesta falta de información de la anchura de la chapa del casco. Información que, por otro lado, no se nos había pedido en las dos peticiones anteriores. La anchura de la chapa del casco, cuya terminología ni siquiera figura en el vocabulario normal de los certificados para estos barcos y que ni siquiera es un dato que hay que rellenar en el formulario de petición

La decisión de negarnos la entrada en el mar de Kara es totalmente injustificada, y plantea serias dudas sobre la verdadera relación entre las autoridades rusas y las empresas petroleras. Más de tres millones y medio de personas están detrás de nuestra campaña, y queremos saber qué están tratando de ocultar Rusia y sus socios petroleros.


Greenpeace Internacional ha escrito al jefe de la Administración de la Ruta del Mar del Norte con una solicitud urgente para revertir esta decisión injustificada. Como el Arctic Sunrise es un buque de bandera holandesa, una copia de esta carta también ha sido enviado a la administración holandesa y al Ministerio de  Exteriores.

El barco de Greenpeace Arctic Sunrise se encuentra en una expedición de un mes en el Ártico para denunciar y protestar por la exploración de petróleo como parte de una campaña global que ha atraído a más de 3,5 millones de personas.

Únete a nosotros en  www.salvaelartico.org
Marina Bevacqua, Área de Energía y Cambio Climático


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

GREENPEACE - Fukushima, está todo controlado ¿o no?

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:
http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/fukushima-est-todo-controlado-o-no/blog/46319/

Entrada de blog por Justin McKeating y Marina Bevacqua - agosto 21, 2013 a las 10:484 Comentarios


El interminable torrente de malas noticias que nos llegan desde la dañada central de Fukushima sigue
mostrando que es imposible para la industria nuclear, y en concreto para la propietaria de la planta Tokyo Electric Power Co (TEPCO), hacer frente a un desastre atómico.

Ayer nos enterábamos que 300 toneladas de agua altamente contaminada habían escapado de los tanques de almacenamiento de los reactores. La autoridad de regulación nuclear de Japón ha elevado hoy al nivel 3 de alerta, en una escala de 7 niveles. Esta es la  peor pérdida desde que el desastre comenzó en marzo de 2011.

La fuente de la fuga es un depósito que se construyó para contener el agua que se utilizó para enfriar los reactores tras el tsunami que produjo la triple fusión del núcleo en sus reactores, hace años atrás. Todavía quedan 670 toneladas de agua radioactiva en este contenedor que está siendo trasvasado a otro. La parte que ya se ha filtrado al suelo, según TEPCO, no ha llegado al Océano Pacífico, pero ya hemos escuchado estas garantías antes.

La razón que argumenta la empresa es que la zanja que ofrece la ruta más probable hacia el océano no mostró niveles significativamente elevados de radiación. Pero los niveles de radiación registrados en el agua analizada son tan altos [1] que los trabajadores pronto excederán su límite anual de exposición. La empresa no especificó el período en el cual se ha estado produciendo esta fuga, pero es sólo una cuestión de tiempo que llegue al mar a través de las aguas subterráneas.

 ¿Por qué TEPCO no monitorizó estos tanques correctamente? Que una cantidad tan masiva de radiación peligrosa puede escapar antes de que se haya hecho algo, es otro escándalo más dentro de una pobre gestión de una catástrofe que ha afectado a miles de personas.

¿Cuánto tiempo más tolerará el gobierno japonés la incompetencia de TEPCO? ¿Por qué la empresa no se hace responsable? Nadie ha sido arrestado o ha perdido su empleo. Mientras tanto, en Japón el primer ministro Abe viaja por el mundo actuando como promotor de la industria nuclear. La situación es absurda.

La pregunta ahora es escalofriante: ¿Qué viene después? Hemos estado diciendo que las cosas han ido de mal en peor durante años. Nos estamos quedando sin maneras de describir esta pesadilla sin fin.

Ya es hora que el gobierno japonés se haga cargo de la gestión de esta situación y que los directivos de TEPCO  sean obligados a rendir cuentas. Esta situación es prueba de lo que Greenpeace viene diciendo hace mucho tiempo: la energía nuclear es muy peligrosa e innecesaria y es imposible que la industria nuclear haga una buena gestión de una accidente como este.
Puedes ayudar firmando nuestra petición. Es hora de decirle a la industria nuclear que antes que sus beneficios están las personas.

Justin McKeating , Greenpeace Nuclear Reaction blogger

Marina Bevacqua, Área de Energía y Cambio Climático

[1] De acuerdo con TEPCO, el agua filtrada contiene 80 millones becquerelios por litro de radiación beta. Una ubicación mide más de 100 milisievert por hora de la dosis de radiación.


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Ganhadores do sorteio da bola de futebol - 21/08/2013

LETÍCIA MAGALHÃES VIANA, que vai receber uma Cafusa por ter avatar no Azerox! Os outros levam uma bola oficial.

São eles:
MARCOS GARCIA, NIVAS GALLO, REBECCA LESSA E ALLAN FOLCK.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

GREENPEACE - Tendência de desmatamento segue em alta

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/tendncia-de-desmatamento-segue-em-alta/blog/46303/

Postado por Luana Lila - 19 - ago - 2013 às 18:04

Área desmatada ao longo da BR-163, no Pará (© Greenpeace/Karla Gachet)

O Boletim do Desmatamento do Imazon lançado hoje, dia 19, mostrou uma tendência de aumento do desmatamento na Amazônia. O SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) detectou 152 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal em julho de 2013, um crescimento de 9% em relação a julho de 2012. 

O desmatamento acumulado no período de agosto de 2012 a julho de 2013 foi de 2.007 quilômetros quadrados, um acréscimo de 92% em relação ao período anterior (agosto de 2011 a julho de 2012). 

A presença de nuvens muitas vezes atrapalha a precisão dos satélites, mas nesse último levantamento foi possível monitorar 92% da área florestal da região. Os estados que mais desmataram foram o Pará (38%), o Amazonas (28%) o Mato Grosso (24%) e Rondônia (9%). 

O SAD também constatou que 24% do desmatamento detectado ocorreu em Unidades de Conservação, o que mostra a pressão externa que essas áreas costumam sofrer e a ineficiência do governo em protegê-las. 

As florestas degradadas (aquelas intensamente exploradas pela atividade madeireira) na Amazônia Legal somaram 93 quilômetros quadrados em julho de 2013, um aumento de 237% em relação a julho de 2012. 

Em termos de emissões de gases do efeito estufa, os números de julho de 2013 significam um total de 3 milhões de toneladas de CO² equivalente lançadas na atmosfera. 

Desde janeiro, o Ibama divulga mensalmente os alertas oficiais do desmatamento, detectados pelo Deter. Nesse mês, no entanto, depois que o último Deter (divulgado em julho) mostrou um aumento significativo do desmatamento, o governo ainda não liberou os novos dados – talvez esteja querendo esconder os indícios de que, depois de um período de otimismo, o desmatamento mostra sinais alarmantes de que voltou a crescer e pode estar fora de controle novamente.

GREENPEACE - El misterio de la muerte de las abejas en Hungría

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:
http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/el-misterio-de-la-muerte-de-las-abejas-en-hun/blog/46295/

Entrada de blog por Gergely Simon - agosto 20, 2013 a las 8:30

Por Gergely Simon. Experto en tóxicos de la oficina de Greenpeace Centro y Este de Europa

El 6 de julio de este año Greenpeace recibía una llamada de un apicultor que alertaba sobre la muerte masiva de sus abejas en un campo de girasoles al sur del lago Lakaton en Hungría.


Ya había observado pérdida de abejas en otros ocasiones, pero nunca de esta manera. Cuando llegué un día después, ví miles de abejas muertas o heridas esparcidas a lo largo del campo. Muchas de ellas estaban todavía vivas pero parecían inusualmente agresivas hacia nosotros y a hacías otras abejas que volvían a las colmenas. Según el apicultor, no se habían aplicado plaguicidas durante varias semanas por lo menos, y sin embargo, la situación era mucho peor allí que en otros campos de girasol de la zona.

Recopilación y análisis de muestras
Recogí muestras de abejas muertas para el análisis, así como algunas cabezas de girasol, y notificamos el incidente a las autoridades pertinentes. En el pasado, las autoridades habían  sido lentas y reacias en responder, sin embargo en esta ocasión tres funcionarios visitaron las colmenas la mañana del día siguiente.

Recogieron sus propias muestras, e opinaron también que parecía un caso de intoxicación.


Enviamos las muestras al laboratorio acreditado de la Autoridad Húngara (Oficina de Seguridad de la Cadena Alimentaria Nacional), y alrededor de una semana más tarde, tuvimos los resultados confirmando que los propios girasoles contenían concentraciones bajas pero detectables (un promedio de 1,5 ppb, partes por billón) de Tiametoxam, un plaguicidas de la empresa Syngenta, conocido por ser tóxico para las abejas.

La semilla que, se recubre al inicio con tales tratamientos, producen plantas que contienen niveles bajos pero activos del plaguicida en cada parte (en flores, polen, néctar y particularmente en las llamados gotas de gutación que rezuman de las plantas).

Incluso aunque el Tiametoxam esté presente en concentraciones inferiores a los niveles letales para las abejas, los estudios han demostrado que pueden ocurrir efectos subletales sobre la salud (Más información en el informe de Greenpeace, “El declive de las abejas”)

La necesidad urgente de nuevas investigaciones
A pesar de este hallazgo, la causa precisa de la muerte masiva de abejas en este caso sigue siendo desconocido. No fue posible encontrar residuos de Tiametoxam o de otros plaguicidas en las abejas muertas. Esto no significa que los plaguicidas no hayan podido jugado un papel en el cambio de comportamiento y ocasionado daños a la salud de estos insectos. Al ser una causa desconocida es una causa que exige investigación oficial más urgente. Se deben esclarecer las causas de estos incidentes que son catastróficos y actuar con precaución para comenzar a revertir la tendencia de disminución de las poblaciones de abejas y otros insectos en Europa.

Es un caso pequeño que podría haber pasado desapercibido. Sin embargo es un síntoma de un problema mucho más generalizado. No es el único caso. Hace unos meses en la provincia de Girona, se dio un caso que se está actualmente investigando y que vincula la muerte de miles de abejas al uso de plaguicidas en el campo. Si perdemos nuestras abejas, perdemos mucho más que nuestros tarros de miel, ¡firma para salvar las abejas!

WWF - In the red for the rest of 2013: humanity’s demands exceed Earth’s carrying capacity

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/?209789/In-the-red-for-the-rest-of-2013-humanitys-demands-exceed-Earths-carrying-capacity

Posted on 20 August 2013

Tapping into renewable energy sources like solar power
helps reduce humanity's footprint on our one planet.

© Kevin Schafer / WWF-Cano
Gland, Switzerland: Today, 20 August, is Earth Overshoot Day – when humanity has used as much renewable natural resources as our planet can regenerate in one year. For the rest of 2013, we are “in the red” – effectively “overdrawn” on the balance sheet of nature’s goods and services that we require to survive.

Based on Ecological Footprint data – measuring how much nature we have, how much we use, and who uses what – Earth Overshoot Day is an initiative of WWF’s partner, the Global Footprint Network, to raise awareness and inspire action around ecological “overspending”.

Climate change is a major impact of overshoot, as using fossil fuels causes harmful emissions of carbon dioxide that the planet simply cannot absorb. Forests are shrinking, fish stocks are waning, land is getting degraded, freshwater resources are dwindling, and biological diversity is depleting.

“Nature is the basis of our wellbeing and our prosperity – but we are using up way too much of the Earth's finite resources.

"WWF's Living Planet Report shows clearly that humanity's demands exceed our planet's capacity to sustain us – simply put, we are asking for more than we have available,” said Jim Leape, Director General of WWF International.

In 1961, the year WWF was established, humanity was using two thirds of the Earth’s available natural resources and most countries had ecological reserves – meaning our footprint was lighter and more sustainable.

By taking action now we can reverse the trend.

Switching to clean, renewable, abundant energy sources like sun and wind will slash dirty emissions that strain our oceans and forests, and pollute our air. Choosing sustainable goods like seafood labelled with the Marine Stewardship Council (MSC) blue tick, and wood that is certified by the Forest Stewardship Council (FSC) helps ensure products come from well managed sources.

“More than 50 per cent of humanity's Ecological Footprint is composed of our carbon footprint, especially from the burning of fossil fuels.

"WWF is currently running a global campaign, Seize Your Power, pressing for much greater investment in renewable energies.
“For a clean and healthy future for our children, we must preserve the natural capital that is left – and be much better stewards of the planet we call home,” said Leape.


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

GREENPEACE - How air pollution concerns stopped a China coal power project

News from Greenpeace International:
http://www.greenpeace.org/international/en/news/Blogs/makingwaves/how-air-pollution-concerns-stopped-a-china-co/blog/46257/

Blogpost by Lauri Myllyvirta - August 14, 2013 at 11:08

In Europe or the US, a huge 2,000-megawatt coal power project next to a megacity of 10 million would top the list of polluting power plant proposals and attract intense scrutiny. In China, which has continued to add an equivalent amount of capacity every few weeks, permitting a project like this half a year ago was still business-as-usual for the National Energy Administration. However, what ensued after preparatory work was started on the huge coal plant was anything but business-as-usual.

The power plant was planned on the coast of the South China Sea, 50 kilometers from the megacities of Shenzhen, population 10 million, and Hong Kong, population 7 million. Greenpeace East Asia estimated that the new power plant would cause 1,700 premature deaths over its operating life, despite being fitted with state-of-the-art SO2, NOx and particulate filters.

Air Pollution in Beijing


With the terrible air pollution in the Pearl River Delta region around Hong Kong attracting increased public ire, and recent air pollution episodes still fresh in the people’s memory, the project faced a thunderstorm of public opinion opposed to new coal power plants.

Following criticism in social media and traditional media, 43 members of the city’s People’s Congress petitioned the administration to cancel the project and not to allow the construction of new coal-fired power plants anywhere within the city’s borders. The administration reacted only a few weeks later, asking the power company to cancel the power plant construction.

Coal burning is the main cause of China’s severe air pollution problem. Power plants and other industrial projects regularly face opposition because of land and water issues, but this is the first project that has been cancelled mainly on the basis of concerns about air pollution.

China has made astonishing progress in installing filters in its massive coal-fired power plant fleet. However, what has been gained through improvements in end-of-pipe controls has been offset by the doubling of coal burning over the past decade. The gains from new air pollution regulations being squandered by expansion of coal burning was a key argument against the power plant project in Shenzhen.

Guangdong still has a large pipeline of new coal-fired power plant projects, but the public concern on air pollution and pressure to stem coal use will make these increasingly unlikely to be implemented.

There is increasing recognition that the air pollution crisis cannot be solved without putting the brakes on coal consumption. As the Pearl River Delta region around Shenzhen dominates China’s coal imports, this is bad news for the coal mining companies in the US, Australia and Indonesia that are banking on China’s demand. For Chinese citizens, and for the global climate, the news is all good.

Lauri Myllyvirta is an Energy Campaigner at Greenpeace International.
Co-authored by Justin Gray, Washington representative at the Sierra Club.


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Ganhadores do sorteio bola de futebol - 14/08/2013

Limao Do Mgh, que vai receber uma Cafusa por ter avatar no Azerox! Os outros levam uma bola oficial.

São eles:
SANDRA WATANABE, CHARLES EGIDIO, ALEX DIAS e JUNIOR ALVES.














GREENPEACE - Confronto em alto mar contra petróleo no Ártico

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/confronto-em-alto-mar-contra-petrleo-no-rtico/blog/46246/

Postado por Nathália Clark - 13 - ago - 2013 às 9:25

O navio russo Akademic Lazarev, que está no mar de Barents realizando testes sísmicos, visto da ponte de comando do Arctic Sunrise (© Will Rose / Greenpeace).

O navio quebra-gelo do Greenpeace, o Arctic Sunrise, está nesse momento no mar de Barents, ao norte da Rússia, protestando contra a gigante petrolífera Rosneft.


A estatal russa, maior empresa de petróleo do mundo, está com uma embarcação preparada para realizar os testes sísmicos na região, primeira etapa para a exploração do óleo negro em alto mar.


No início desta manhã, quando o navio contratado pela Rosneft, Akademic Lazarev, começou a disparar canhões de som subaquático no bloco de exploração Fedynskiy, o Greenpeace abordou o navio, exigindo que ele parasse as operações imediatamente. Recentemente, a Rosneft assinou acordos com outras companhias petrolíferas internacionais, incluindo a ExxonMobil, BP e Statoil, para perfuração conjunta no mar ártico.

Após se aproximar do navio, os ativistas do Greenpeace fizeram contato com o capitão pelo rádio, exigindo que os preparativos para exploração fossem paralisados. Eles questionaram a tripulação sobre os detalhes de suas operações, incluindo os impactos e riscos ambientais para a vida selvagem, e explicaram que as operações sísmicas como essas lançam as bases para projetos petrolíferos potencialmente devastadores. Nos próximos dias, o Greenpeace continuará a protestar contra o mesmo navio em alto mar.

“O navio confirmou via radio que está operando em nome da Rosneft, e negou que está causando qualquer impacto à vida selvagem. Mas seus canhões de ar de 200 decibéis nos dizem outra coisa. Testes sísmicos podem causar danos à audição das baleias e outros animais marinhos, inclusive levando a fatalidades. No entanto, o capitão do navio se recusou a falar sobre isso e cortou rapidamente a comunicação”, disse Christy Ferguson, ativista do Greenpeace a bordo do Arctic Sunrise.
Testes sísmicos usam ondas sonoras geradas por canhões de ar para criar mapas detalhados das áreas submarinas, que determinam os locais para perfuração e exploração de petróleo. Esse tipo de atividade gera impactos significativos sobre os animais selvagens da região. O Mar de Barents é o lar de baleias, morsas e ursos polares.

Dona de mais de um milhão de quilômetros quadrados de blocos licenciados para exploração no Ártico, a Rosneft planeja perfurar o primeiro poço exploratório, o Vostochno-Prinovozemelsky-1, já em 2014. O bloco fica localizado ao lado do Parque Nacional Ártico Russo.
“Rosneft já derrama centenas de milhares de barris de petróleo em terra a cada ano - mais do que qualquer outra empresa no mundo”, disse Ferguson. “Agora, as empresas petrolíferas ocidentais estão em parceria com a Rosneft no Ártico para aproveitar a fraqueza dos regulamentos e normas de segurança, e para evitar a responsabilização pelo dano ambiental que causam.”

O Arctic Sunrise está na parte russa do mar ártico para expor e confrontar as companhias de petróleo como a Rosneft e suas parceiras ocidentais, que estão se preparando para perfurar a região atrás de petróleo. O Greenpeace está em campanha para a proibição da perfuração offshore no Ártico e na área desabitada ao redor do Polo Norte. O objetivo é que a região seja declarada um santuário global. Nas próximas semanas, o Greenpeace e as milhões de pessoas que apoiam a campanha estarão desafiando a Rosneft e outras empresas no mar, em terra e online.

Neste momento, o Ártico está sob um ataque por parte de companhias petrolíferas como nunca foi visto antes. À medida que o gelo marinho derrete, as empresas petrolíferas planejam ir além da exploração e realmente começar a produzir petróleo em águas geladas do Norte. A exploração de petróleo no duro e imprevisível ecossistema ártico é extremamente arriscada. As empresas não possuem maneiras confiáveis de evitar ou fazer cessar um derramamento de óleo, ou uma possível limpeza após o desastre. E esse risco o meio ambiente não pode se dar ao luxo de correr.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

WWF - Seize Your Power

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/about_our_earth/aboutcc/seize_your_power/

Seize Your Power
Do you care about a clean, healthy future for the people and the planet?

Join us as we campaign to make renewable energy the new normal.
If the world can find a sustainable solution to our energy demands, and lose the coal, oil and gas addiction, we will solve the biggest problem of our time. This can be achieved through collective action and sound investment decisions.

It’s an ambitious ask and we can’t do it alone or in a single year! But, this year we pledge our commitment to increase the use of renewable energy by asking our financial institutions and governments to invest more money in a renewable energy future.

We need a sustainable future. Switching to renewable energy isn’t just the best choice. It’s our only option as we move on the trajectory of dangerous climate change.

Renewable energy technologies are already cost-effective, and provide affordable alternatives around the world, produced in ways that can be sustained by the global economy and the planet.

A transition to renewable energy is even more viable now than it was five years ago. Investments in renewables are increasing; solar is competing with fossil fuels in parts of India and new wind power is cheaper than coal in Australia. Cities around the world are beginning to commit to 100% renewable energy.

The only way to secure a future powered by clean and sustainable energy (by wind, water and the sun) is to ensure more investments. Now.

Seize Your Power will contribute to a decisive shift in energy financing towards renewable energy. It will create public support and political space to make renewable energy the new normal.

SEIZE YOUR POWER~



sábado, 10 de agosto de 2013

GREENPEACE - Seis propuestas de Greenpeace para una costa sostenible

Noticias del Sitio Web de GREENPEACE:
http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/seis-propuestas-de-gp-para-una-costa-sostenib/blog/46210/

Entrada de blog por Marta González - agosto 9, 2013 a las 10:13

Los datos del informe Destrucción a toda costa 2013 nos sirven para reflexionar sobre lo sucedido hasta el momento y, de cara al futuro, decidir si será necesario implementar políticas preventivas más eficaces en lugar de políticas como la nueva Ley de Costas, que en vez de reforzar la protección ambiental antepone el desarrollo económico y urbanístico -en ocasiones saltándose las propias leyes- por encima del desarrollo sostenible a largo plazo.

Estas son las 6 propuestas de Greenpeace para una costa sostenible:




































Todavía existe una oportunidad para algunas zonas del Estado si, municipio a municipio, se empiezan a tomar medidas y se reconocen las ventajas de dejar zonas del litoral sin edificar y de disponer de un recurso sostenible. Es necesario preservar la costa para las generaciones futuras, sobre todo por ser un ecosistema tan valioso, estratégico e irreemplazable.


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

GREENPEACE - Y tú ¿presumes de costa?

Noticias del sitio Web de GREENPEACE:
http://www.greenpeace.org/espana/es/Blog/y-t-presumes-de-costa/blog/46199/

Entrada de blog por Marta González - agosto 8, 2013 a las 11:15

¿Sabes qué ocurrió entre 1987 y 2005? Este post va de preguntas, ya ves. La respuesta es q
ue en este periodo se construyó en nuestra costa una cuarta parte de todo lo construido hasta ahora, cubriendo el litoral de ladrillo y hormigón. Es otro de los resultados nefastos de la burbuja inmobiliaria.

Para conocer los detalles del estado de los primeros 500 primeros metros de costa en toda España Greenpeace presenta hoy el informe Destrucción a toda costa 2013 (DTC).

En esta edición del DTC se han analizado los cerca de 500 municipios costeros de todo el Estado, mostrando los datos de superficie construida y el ritmo de destrucción en los 18 años estudiados. De todos los municipios analizados, el informe destaca "el top 25" de la destrucción de su patrimonio natural, y los finalistas por su insostenibilidad conforman el "top 10", diez municipios que han ido sucumbiendo a la urbanización, las infraestructuras y la corrupción, y que son un claro ejemplo de lo que no hay que hacer en la primera franja del litoral.

Pero no todos han apostado por el cemento y la ocupación, también señalamos a aquellos que han preferido preservar su costa y apostar por el turismo de  calidad, el desarrollo local, y en definitiva, el futuro. El informe desvela cuáles son esos municipios, los que pueden presumir de su litoral.

Mira los mapas, ¿está tu municipio entre “lo peor” de la costa o puedes presumir de que se encuentra entre “lo mejor”?




Las conclusiones de este informe nos han dejado datos exasperantes: municipios con porcentajes de ocupación de más del 90%, una pérdida de superficie de ocho campos de fútbol al día, o una cifra que nos debe hacer reflexionar: 124 años, el plazo en el que la costa mediterránea sufriría un colapso total si se continúa construyendo al ritmo que se ha hecho. ¿Te imaginas una costa sin un metro libre de ladrillo?  Esta imagen tan grotesca podría ser una realidad y la situación se agrava al analizar los riesgos de inundación en estas zonas a las que se les ha arrebatado la protección natural que desempeñan los ecosistemas naturales costeros.

Ante este panorama, Greenpeace propone 6 medidas para una costa sostenible, medidas ya tomadas por muchos municipios que debemos seguir protegiendo, y que son el ejemplo de un futuro lleno de oportunidades, porque los municipios menos construidos son los que tienen un futuro más brillante. ¿Adivinas cuál es la primera propuesta de Greenpeace?: Decir No a la Ley de Costas.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

WWF - Indian tiger reserve on path to revival with discovery of three additional species

News from WWF Global:
http://wwf.panda.org/wwf_news/?209588/Indian-tiger-reserve-on-path-to-revival-with-discovery-of-three-additional-species

Posted on 08 August 2013

Valmiki, India: Evidence of three more species has been found in the once-neglected Valmiki Tiger Reserve in north east India during the past two months.

A crab-eating mongoose (Herpestes urva), a yellow-throated marten (Martes flavigula) and a Himalayan serow (Capricornis thar) were captured by camera traps placed by the Bihar Forest Department, WWF-India and the Wildlife Trust of India (WTI).

Also called honey dog for its fondness for sweet food,
this mammal has a brown coat that darkens toward and on the tail,
and its throat and chin are yellowish orange.
It is listed in the CITES III appendix in India.

© WWF-India / Bihar Forest Department
These are in addition to a hoary-bellied squirrel (Callosciurus pygerythrus) prev
iously photographed by WTI.

“Over the last two months, we have discovered three new species only with the help of these camera traps. None of these four, including the squirrel, were mentioned in the latest faunal records published by the Zoological Survey of India (ZSI), which mentions 53 species of mammals,” said Santosh Tiwari, Field Director of the Tiger Reserve.

“These discoveries only go on to prove that the once neglected reserve is on a revival path with the joint activities by the Forest Department and NGOs in association with the communities who have been proactively contributing to this,” said Dr Samir Kumar Sinha, WTI’s Regional Head for Bihar.

The camera trapping by WWF-India was carried out as a part of a monitoring exercise in collaboration with Department of Environment & Forests, Bihar and National Tiger Conservation Authority (NTCA), Government of India.

WWF-India has been working in partnership with the Bihar Forest Department to monitor Valmiki’s tigers and with partners in Nepal is implementing a transboundary approach to conservation.

“We are excited by these discoveries, Valmiki has excellent potential for tiger recovery and given its contiguity with the Chitwan National Park in Nepal will be a critical site for undertaking transboundary approaches for tiger conservation. WWF will strengthen its partnership with the management of Valmiki and intensify conservation efforts,” said Dr. Dipankar Ghose, Director, Species and Landscapes, WWF-India.

The tiger monitoring work in Valmiki is part of the larger tiger survey being undertaken in India and Nepal across the entire Terai Arc Landscape for the first time, WWF-India is supporting the government in their efforts to develop Valmiki as a tiger recovery site.

Working with the Forest Department since 2003, WTI’s Valmiki Conservation Project helped establish the presence of a viable population of tigers, bringing focus back to this formerly neglected tiger reserve in the mid-2000s.

The Project carries out a comprehensive approach to conservation, including studies on tigers and habitat recovery activities; it is supported by US Fish and Wildlife Service (USFWS), Nature and Biodiversity Conservation Union (NABU) and Sir Dorabji Tata Trust (SDTT).

The project also works with the communities involving them in conservation and reducing their dependence on forest resources, particularly within the villages in the Done valley that forms an incursion into the core of the tiger reserve.

These species have been previously recorded in the neighbouring Chitwan National Park in Nepal, which forms the northern boundary of Valmiki Reserve. The ZSI has recorded 10 species of amphibians, 27 species of reptiles and 75 species of insects in Valmiki, including the gaur (Bos gaurus) and the Indian wild dog (Cuon alpinus), which are not found in rest of the Terai region in India.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Ganhadores do sorteio de bolas 07/08/2013


Estamos divulgando os ganhadores do sorteio de hoje. São eles:

ÉRICA CAMPOS, que vai receber pelo correio uma bola Cafusa por ter avatar na Rede Azerox!
E mais: VINI LIMA, DOUGLAS CUNHA, ADALBERTO TRIUNFO E RAFAEL DE JESUS.
Parabéns a todos! Estes levam uma bola de futebol cada um.

Estes sortudos devem responder os emails que foram encaminhados, com as informações de endereço para que possamos enviar seus prêmios pelo correio!





terça-feira, 6 de agosto de 2013

GREENPEACE - Por mais participação no Código de Mineração

Notícia do site do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/por-um-processo-participativo-no-novo-cdigo-d/blog/46153/


Postado por Germano Assad - 5 - ago - 2013 às 16:07

No dia 16 de julho, um twitaço com a hashtag #GolpePLP227Não incomodou muita gente. Pouca gente, na verdade, mas com muito poder de fogo – a bancada ruralista do congresso e do senado.

Em discurso acalorado na plenária, no dia seguinte à ação na rede social, o deputado e relator do Projeto de lei complementar 227, Moreira Mendes (PSD-RO) chamou ambientalistas de “ongueiros”, antropólogos de “quadrilheiros”, ativistas de “agourentos de plantão” e classificou a mobilização popular como “uma coisa bem encomendada”.

Mas a gritaria não intimidou quem luta pela manutenção dos direitos adquiridos pelos povos tradicionais de nossa terra.

O PLP em questão busca usar o próprio artigo 231 da Constituição, em seu parágrafo 6º, para impor exceções ao direito de uso exclusivo das terras tradicionais por seus povos em caso de “relevante interesse público da União”.
Em outras palavras, significa basicamente uma legalização para abertura de estradas, exploração mineral, novos focos de monocultura e megaprojetos hidrelétricos dentro de Terras Indígenas sem qualquer necessidade de consulta prévia, conforme prevê a Convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Pior: a depender de um consenso entre os Ministros de Minas e Energia, Casa Civil e Relações Institucionais, Lobão, Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti, que se reúnem hoje, é possível que o Projeto de Lei 5807, que define o novo marco regulatório da mineração – outro verdadeiro atentado aos direitos dos povos tradicionais, passe a tramitar nos canais oficiais em regime de urgência.

O deputado Moreira Mendes, ainda em seu discurso no dia 17, falou em “compromisso com a ética e discussão sadia”. Mas age nos bastidores, junto aos seus pares da bancada ruralista, pelo regime de urgência, acabando com qualquer possibilidade de discussão, sadia ou não. E acusa entidades com contas abertas que lutam contra sua proposta “de querer usar os índios como massa de manobra para interesses escusos” enquanto registra, dentre os principais doadores de sua campanha eleitoral em 2010 empresas e entidades de setores muito particulares, como Bunge Fertilizantes S/A, Assoc. Nacional da Ind. De Armas e Munições e Agropecuária Itauna Ltda, por exemplo.

A sociedade brasileira reconhece o papel dos índios como os principais guardiões e promotores da preservação e manutenção das florestas e, consequentemente, da vida. Se você também não aceita que o Congresso Nacional promova a extinção dos povos indígenas do Brasil, participe do tuitaço desta segunda-feira, use a hashtag #UrgenciaNao.

Ajude a salvar as florestas brasileiras. Assine pelo Desmatamento Zero.

GREENPEACE - Por mais participação no Código de Mineração

Notícias do Greenpeace Brasil:
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/por-um-processo-participativo-no-novo-cdigo-d/blog/46153/

Postado por Germano Assad - 5 - ago - 2013

No dia 16 de julho, um twitaço com a hashtag #GolpePLP227Não incomodou muita gente. Pouca gente, na verdade, mas com muito poder de fogo – a bancada ruralista do congresso e do senado.

Em discurso acalorado na plenária, no dia seguinte à ação na rede social, o deputado e relator do Projeto de lei complementar 227, Moreira Mendes (PSD-RO) chamou ambientalistas de “ongueiros”, antropólogos de “quadrilheiros”, ativistas de “agourentos de plantão” e classificou a mobilização popular como “uma coisa bem encomendada”. Mas a gritaria não intimidou quem luta pela manutenção dos direitos adquiridos pelos povos tradicionais de nossa terra.

O PLP em questão busca usar o próprio artigo 231 da Constituição, em seu parágrafo 6º, para impor exceções ao direito de uso exclusivo das terras tradicionais por seus povos em caso de “relevante interesse público da União”.

Em outras palavras, significa basicamente uma legalização para abertura de estradas, exploração mineral, novos focos de monocultura e megaprojetos hidrelétricos dentro de Terras Indígenas sem qualquer necessidade de consulta prévia, conforme prevê a Convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Pior: a depender de um consenso entre os Ministros de Minas e Energia, Casa Civil e Relações Institucionais, Lobão, Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti, que se reúnem hoje, é possível que o Projeto de Lei 5807, que define o novo marco regulatório da mineração – outro verdadeiro atentado aos direitos dos povos tradicionais, passe a tramitar nos canais oficiais em regime de urgência.

O deputado Moreira Mendes, ainda em seu discurso no dia 17, falou em “compromisso com a ética e discussão sadia”. Mas age nos bastidores, junto aos seus pares da bancada ruralista, pelo regime de urgência, acabando com qualquer possibilidade de discussão, sadia ou não. E acusa entidades com contas abertas que lutam contra sua proposta “de querer usar os índios como massa de manobra para interesses escusos” enquanto registra, dentre os principais doadores de sua campanha eleitoral em 2010 empresas e entidades de setores muito particulares, como Bunge Fertilizantes S/A, Assoc. Nacional da Ind. De Armas e Munições e Agropecuária Itauna Ltda, por exemplo.

A sociedade brasileira reconhece o papel dos índios como os principais guardiões e promotores da preservação e manutenção das florestas e, consequentemente, da vida. Se você também não aceita que o Congresso Nacional promova a extinção dos povos indígenas do Brasil, participe do tuitaço desta segunda-feira, use a hashtag #UrgenciaNao.


Ajude a salvar as florestas brasileiras.

Assine pelo Desmatamento Zero.