sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Gincana - Games - Pergunta 41

Pergunta 41: Qual o nome do jogo e de seu produtor?

As dicas serão partes de uma imagem do jogo.





Resposta: Shadow of Rome, Keiji Inafune. 

Parabén Alexandre e Igli!!

GREENPEACE - People! Zara commits to go toxic-free

News from Greenpeace Interantional:
http://www.greenpeace.org/international/en/news/features/Zara-commits-to-go-toxic-free/


Feature story - November 29, 2012

Zara, the world’s largest clothing retailer, today announced a commitment to go toxic-free following nine days of intense public pressure. This win belongs to the fashion-lovers, activists, bloggers and denizens of social media. This is people power in action.

Volunteers dressed as
'revolting mannequins' at
Zara stores around the world
on Saturday.


Greenpeace campaigners began a dialogue with Zara (a brand within the Inditex group) in 2011 about eliminating releases of hazardous chemicals from its supply chain and clothes. But it wasn't until this week that the fast-fashion giant caught on to the urgent need to solve its toxic pollution problem.

Zara has now committed to eliminate all discharge of hazardous chemicals from its supply chain and products by 2020. And they're going to get rid of some of the worst chemicals, such as PFCs, even sooner. As a significant user of PFCs, Zara's commitment to eliminate this chemical group by the end of 2015 is a breakthrough.


The Detox commitment announced today covers Zara and the seven other brands in the Inditex group: Pull & Bear, Massimo Dutti, Bershka, Stradivarius, Oysho, Zara Home and Uterqüe.

The commitment is good news for the environment, but also a breakthrough for the public's right to know what is being released into our waterways. Zara says that by the end of 2013 at least 100 of its suppliers in the Global South (including at least 40 in China) will publicly disclose data about their releases of hazardous chemicals into the environment. The open data will be chemical-by-chemical, facility-by-facility and at least year-by-year.

Climbers unfurled a giant banner at Zara's store and Swiss
head office in Geneva, tweeting live from their
phones to ZARA and supporters.
Last Tuesday we launched the Detox campaign globally with a fashion show and press conference in Beijing. Related images and comments began to rise like a spring tide on social networks within hours of the story breaking. Zara's Facebook Page quickly filled with comments from fans calling on the company to Detox. Thousands of people began to share their desire for “fashion without pollution!” and demands for Zara to Detox on Twitter and Sina Weibo, China's leading microblogging site.
You can see who's commenting about the campaign on Twitter and Weibo in one place – people around the world speaking out in a dozen languages to a combined reach of more than 7.1m followers. On Twitter alone there were at least 43,800 mentions of Zara and the Detox campaign this week. More than 300,000 people signed up to join the campaign to Detox Zara, and many tens of thousands of people emailed and tweeted directly to the company for an ambitious Detox commitment.


More than 700 Greenpeace volunteers in 20 countries were out at Zara stores on Saturday. In the days before, climbers and other activists delivered the Detox message at Zara flagship stores and HQ buildings in Hong Kong, Budapest, Geneva, Hamburg and Madrid. Photos and videos of the actions have been trending on Twitter for days for searches like “Zara” and “Fashion”.

Zara's commitment to act more transparently is a milestone in the way clothing is manufactured. It's an important step in providing local communities, journalists and officials with the information they need to ensure that local water supplies are not turned into public sewers for industry. Zara's transparency revolution will be key to ensuring that as brands commit to Detox they then really follow through on achieving zero discharges by 2020. With so many businesses engaging in greenwashing, it's important for consumers to know who they can trust.

Zara now joins Nike, Adidas, Puma, H&M, M&S, C&A and Li-Ning  who have also committed to Detox but other top clothing companies still need to respond to the urgency of the situation and Detox. We tested clothing items from 20 leading brands this year and found hazardous chemicals in them that break down in the environment to form toxic pollution. But by working with their suppliers and switching to non-hazardous alternatives, the clothing companies can become part of the solution.

The rising tide of people power has shown what it's capable of. But unfortunately the toxic discharges from clothing factories continue, and while Zara is a big fish, more companies must recognise and act upon the urgency of the situation before our work will be done.

Fashion-lovers, activists, environmentalists, bloggers and celebrities will be back for more - toxic brands be warned.

Take action
Help get our new video, Detox Fashion, on as many screens as possible.

Here's how: Watch, Like, and Share this animation aimed at getting the fashion industry to stop discharging hazardous chemicals.






quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Gincana - Eco - Pergunta 40

Para alcançar a sustentabilidade a maioria dos países precisam começar uma séria mudança nos padrões de consumo. 
No Brasil, um debate discutiu hoje esse tema e tem por objetivo a elaboração participativa de políticas públicas que contribuam diretamente para que o percentual de consumidores conscientes dobre até em 2014.

Pergunta 40:
Que evento foi esse? Onde aconteceu? Quem realizou? Que instrumento (tipo e nome) de sensibilização popular será utilizado para contribuir no alcance do resultado almejado?


Resposta:
I Simpósio Brasileiro de Políticas Públicas para Comércio e Serviços (SIMBRACS). Brasília. Ministério do Meio Ambiente. A cartilha 'Construção Eficiente'.

Vencedores:
ALEXANDRE - 30/11/2012 - 14:39
JAQUE - 30/11/2012 - 14:51


Fonte:
http://www.mma.gov.br/informma/item/8885-desafios-da-sustentabilidade


AKATU - Você já ouviu falar em água virtual?


Notícia retirada do Site da AKATU:
http://www.akatu.org.br/Temas/Agua/Posts/Voce-ja-ouviu-falar-em-agua-virtual




Em tudo que compramos, desde alimentos e peças de vestuário até aparelhos eletrônicos, existe um consumo de água que muitas vezes está “escondido” e pode não aparecer em sua embalagem, aparência ou conteúdo. Mas essa água virtual, por vezes empregada em um volume bem maior que o esperado, também deve ser considerada quando da escolha de consumir determinados produtos.

Seu uso ocorre durante as etapas produtivas e pode ser desde a água da chuva necessária para um vegetal crescer até a água gasta nos processos de manuseio e industrialização do item. A porção de água virtual, mesmo “invisível”, muitas vezes é bem maior do que a parcela de água presente no produto final. Segundo dados da organização internacional Waterfootprint, somente para a produção de um único litro de leite, por exemplo, são utilizados cerca de mil litros de água.

O uso de água virtual somado a outros fatores, como a quantidade de água diretamente utilizada em um produto, o tipo de fonte, o momento de sua utilização e sua localização, podem nos fornecer a pegada hídrica de um produto, ou seja, seu impacto hídrico analisado de forma mais ampla. A disponibilidade ou escassez de água em um ecossistema também influencia o cálculo da pegada hídrica de um bem de consumo produzido em determinado local, podendo variar de uma região para outra.

Alguns produtos de uso comum possuem uma pegada hídrica relativamente grande, se comparados ao volume e composição do produto final. É o caso de itens como o açúcar de cana refinado, o arroz e a carne bovina, que para cada quilo produzido, segundo a Waterfootprint, consomem respectivamente 1.800, 2.500 e 15.400 litros de água. Informações da WWF indicam que itens de vestuário comprados em larga escala como pares de sapatos e camisetas de algodão consomem para sua produção, em média, 8.000 e 2.900 litros de água cada um.

Esses exemplos nos mostram como grande parte do impacto ambiental de um produto já vem embutido nele antes mesmo de chegar até nós, sem que saibamos sobre sua dimensão ou como foi ocasionado. Pensar na água virtual que consumimos é pensar na história dos produtos antes de chegarem até as prateleiras. Esse aspecto deve ser um dos levados em conta por consumidores e fabricantes, em prol de um modelo de consumo mais sustentável e consciente.

Para navegar na água virtual
O projeto “What is Your Water Footprint?”, dos designers Joseph Bergen and Nickie Huang, da Universidade de Harvard, reúne infográficos interativos sobre a pegada hídrica dos países do mundo e também de alguns itens de consumo. No site do projeto é possível verificar o consumo de água da população de uma localidade, a disponibilidade de água doce em determinado país e os usos específicos do recurso, como doméstico, industrial ou para agricultura. Além de saber quais nações contam com pouco acesso à água, é possível obter comparações gráficas entre a pegada hídrica desses países e também entre o uso de água virtual na produção de diferentes itens, em sua maioria produtos alimentícios.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Gincana - Games - Pergunta 39


Pergunta 39: Qual foi o ano de lançamento desse jogo? Poste duas fotos do personagem, uma na versão do ano de seu lançamento e outra atual mostrando o avanço do gráfico.

Dica 1: Está na lista dos cem melhores jogos de todos os tempos.

Dica 2:Tem versões para mais de 4 plataformas.


Dica 3:Inspirado nele,  foi criado um desenho animado.

Dica 4: Sua popularidade foi alvo de expressivo merchandising.

Resposta: