segunda-feira, 27 de agosto de 2012

DESENVOLVER X PRESERVAR

Caros azeradores, falta pouco para o retorno do site e da gincana. Seguimos ansiosos para vê-los novamente 'pesquisando e pesquisando' sobre questões ambientais. Notícias, pesquisas e curiosidades valem a pena para aprender cada vez mais, não é mesmo?!

Hoje gostaríamos de compartilhar uma reflexão sobre o que ainda parece difícil de equacionar:  desenvolver economicamente o país sem causar destruição ambiental. Sabemos que o desenvolvimento sustentável trata-se de uma modalidade de desenvolvimento que muitos passaram a almejar. No entanto, devemos compreender que, mesmo que as pessoas queiram morar em lugares ambientalmente equilibrados e consumir produtos saudáveis, a grande maioria querem ter acesso à tecnologias e outras facilidades que justifica a necessidade de geração de cada vez mais capital. 

Assim, temos a difícil tarefa de ir ajustando nossos desejos à nossas necessidades para que a conta de uso dos recursos naturais hoje disponíveis não fique tão alta ao ponto desses recursos não estarem mais disponíveis, como é o caso das águas doces do planeta. 

Sabemos que as matas nativas compõem os sistemas naturais e sua manutenção garante o equilíbrio dos demais componentes (água, solos, animais e humanos). No entanto, uma vez que também servem a diversos usos econômicos, as matas sofrem intensos e permanentes processos de destruição, além do fato de ocuparem espaços físicos considerados essenciais para a atividade humana de produção agropecuária. 

Assim, fica fácil de entender o porque os governos das três esferas (federal, estadual e municipal) criem as conhecidas Unidades de Conservação que é para evitar o 'escalpelamento' das nossas áreas nativas essenciais à continuidade da vida. 

Por isso, é muito importante que apoiemos a criação, a implantação e a gestão eficaz das Unidades de Conservação pelo país a fora! Essas áreas são a única garantia real de que parcelas importantes do nossos biomas, e tudo que a eles se relacionam, sejam preservados.

VAMOS FAZER O EXERCÍCIO DE CONHECER E APOIAR DE ALGUMA FORMA A UNIDADE DE CONSERVAÇÃO MAIS PRÓXIMA?

PODEMOS AJUDÁ-LOS NA IDENTIFICAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DAS UCs, ASSIM COMO NO DIÁLOGO COM SEUS GESTORES. 

O QUE ACHAM?! AGUARDAMOS RESPOSTA. 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

RISCOS BRASIL DE DESMATAMENTO!

Olá azeradores!

O fato de que houve diminuição dos índices de desmatamento das florestas nativas no país - notícia que ajudamos a divulgar recentemente, não quer dizer que essa prática acabará.

Acreditamos que a revisão do Código Florestal irá contribuir consideravelmente para a mudança da cobertura vegetal nativa em áreas de produtivas. 

Devemos lembrar que nem sempre um desmatamento é criminoso, pois boa parte deles são autorizados pelos órgãos ambientais. Isso explica a forte investida do setor produtivo em mudar a legislação, pois assim aumentam suas áreas de produção, o que vinha sendo conseguido por meio de desmatamentos irregulares. A sociedade precisa de garantias de que as autorizações estão sendo devidamente concedidas e que há um monitoramento eficiente das atividades relacionadas à produção agropecuária. 

Vamos conhecer o resultado de um interessante e importante estudo do IMAZON sobre os riscos de desmatamentos a partir deste mês até julho de 2013?! 

O estudo do IMAZON, que pode servir de ferramenta para um melhor planejamento das ações de monitoramento, foi definido com base no grau de acessibilidade e o padrão espacial do desmatamento dos anos anteriores.

A maior parte das áreas apontoadas como de risco concentra-se nos Estados do Pará (66%), Mato Grosso (12%) e Rondônia (12%). 

NÃO DEIXEM DE VER O RESULTADO COMPLETO:

http://www.imazon.org.br/publicacoes/risco-de-desmatamento/boletim-risco-de-desmatamento-agosto-de-2012-a-julho-de-2013/?utm_source=Jornalistas&utm_campaign=07cd9386b5-Boletim_Risco8_17_2012&utm_medium=email

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

'FORTALECIMENTO DA GESTÃO AMBIENTAL NO BRASIL'

Olá, azeradores! Ansiosos para o retorno do site e da gincana?! Nós estamos numa expectativa bastante positiva. Enquanto não chega o grande dia, vamos nos atualizando das informações sobre meio ambiente mundo a fora, principalmente aqui no Brasil. 

Vejam que bacana a ferramenta que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE lançou recentemente. Trata-se do INPE-Emission Model ou INPE-EM, que torna disponíveis estimativas anuais de emissões de gases do efeito estufa (GEE) por mudanças de cobertura da terra no Brasil.

As estimativas são calculadas a partir do cruzamento do mapa de biomassa na Amazônia e dados de desmatamento do PRODES, sistema baseado no monitoramento de satélites do próprio INPE. 

A primeira análise demonstrou que houve uma queda de 57% nas emissões de CO2 advindas da queda do desmatamento desde 2005.

Hoje a ferramenta está sendo utilizada para estimar as emissões por mudanças ocorridas no Bioma Amazônico, mas futuramente serão incluídas estimativas para outros biomas e processos.

Acreditamos que essa é uma excelente notícia relacionada à gestão ambiental pública, pois o governo demonstra dificuldades na execução da Política Nacional de Meio Ambiente, principalmente as deficiências relativas ao monitoramento e controle dos usos da vegetação em todo país, incluindo ainda nessa análise as dificuldades/deficiências no monitoramento das nossas áreas protegidas. 

Essa ferramenta aumenta e fortalece a governança ambiental, que juntamente a ação propositiva dos cidadãos, ajudará o país avançar rumo à sustentabilidade, assim como ajudará a demonstrar o resultado das nossas ações frente ao desafio de proteger o planeta do colapso energético.   

Vamos conhecer essa notícia em sua fonte?! Acessem: 
http://inpe-em.ccst.inpe.br/new-page.html

E quem ajudou a divulgar?! Acessem: 
http://www.oeco.com.br/noticias/26337-queda-do-desmatamento-reduziu-57-emissoes-da-floresta

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

CONTRA O FIM DO EQUILÍBRIO AMBIENTAL! EM FAVOR DA VIDA!

Parlamentares brasileiros decidiram hoje pela retirada do status de Área de Preservação Permanente, a famosa APP, dos corpos hídricos intermitentes - córregos e nascentes que secam em determinadas épocas do ano. 

Se enganam aqueles que acreditam que o fim da preservação permanente dessas áreas não afetará a disponibilidade hídrica e o equilíbrio ambiental dos biomas presentes no país.  

É triste... muito triste ver representantes públicos se prestarem à defesa dos interesses da classe produtiva  em desfavor da coletividade. Os interesses da classe produtiva são basicamente econômicos e essa situação é extremamente perigosa. 

A medida que avançam contra regras legais que até então, bem ou mal, garantiram proteção, fatores ambientais  vão se desajustando e o equilíbrio como um todo fica comprometido. 

As mudanças necessárias para alcançarmos a sustentabilidade planetária dependem de cada um e a cada dia que passa se torna mais urgente. Vamos refletir e iniciar um processo de escolhas, pensando no coletivo. Principalmente, quando essas escolhas afetam de uma forma ou outra o direito do outro. 

VAMOS NESSA! COMPARTILHEM CONOSCO SUAS OPINIÕES! 

VAMOS DIALOGAR E JUNTOS DEFINIREMOS UMA POSTURA 
PESSOAL E SOCIAL EM FAVOR DA VIDA. 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

GREENPEACE - Thirsty coal poses risk to India's farmers

News from Greenpeace Interantional:
http://www.greenpeace.org/international/en/news/features/Thirsty-coal-makes-hungry-people/


Feature story - August 7, 2012
Farmers in India's Vidarbha region are struggling with drought and limited access to irrigation while plans by India's government to build 71 new coal-fired power plants will place an extra strain on water resources.


Farmer working in a watermelon field, Naya Wathoda village, Amravati district.Naya Wathoda is one of roughly 300 villages that receive irrigation from the Upper Wardha dam. Irrigation has allowed farmers to increase their yield, raising income as well as providing them with food.  However, the government of Maharashtra recently sanctioned the diversion of irrigation water from the Upper Wardha dam to thermal power plants in Amravati instead.
When they have water, the small farms can be viable.
Farmer irrigating fields
Irrigation has made the farms that do get water
more productive.
Wheat fields at Nimgawahan village, Amravati district.  Irrigation from the Upper Wardha dam has allowed farmers to grow a second crop such as wheat, increasing income as well as providing food.  When water from the dam is diverted to power plants, it is villages such as Nimgawahan, situated at the tail ends of the irrigation canals, which stand to lose their water first.
Farmers in Vidarbha struggle to make a living
and feed their families.
A farmers channels water from an irrigation canal into his field. Naya Wathoda village, Amravati district. Naya Wathoda is one of roughly 300 villages that receive irrigation through a canal network flowing out of the Upper Wardha dam. Irrigation has allowed farmers to increase their yield, raising income as well as providing food. However, the government of Maharashtra recently sanctioned the diversion of 41% of irrigation water from the Upper Wardha dam to upcoming thermal power plants instead.
Dams feed canals that supply water to some
farmers, but not all.
A thermal power plant built by Indiabulls Power Ltd. in Amravati Industrial Area, Nandgaonpeth, Amravati district, Maharashtra.  Indiabulls has been allocated 87.6 million cubic metres of water per year, which is the irrigation supply of 23,219 hectares of farmland. A group of farmers in Amravati fought the decision for 16 months.
The fight for water will intensify. If the 71 new
coal plants go ahead, farmers will lose water,
others will never get it. And on occasion,
the main river will dry up.
Irrigation canal with lone dog
The lack of promised irrigation is a key reason
why more than 6,000 farmers in the area have
taken their own lives since 2001.
Morshi weekly market, Amravati district.  The Upper Wardha dam provides irrigation to a projected area of 80,250 hectares of land in Amravati and Wardha districts. Irrigation has raised farmers' yields, increasing income as well as providing food.  The government of Maharashtra recently sanctioned the diversion of irrigation water of 41% of the command area from the Upper Wardha dam to themal power plants.
The higher yields that come with irrigation have
increased the income of some farmers.
A farmer in Ghuikhed village, Amravati district, Maharashtra.
Now, the farmers face the threat of losing water to
71 new coal plants in their area.
Maharashtra farmers meeting
Farmers are fighting back. Through their protests,
they forced a 60% cut in water use at one plant.

















































These are some of the findings of a new Greenpeace India report, Endangered Waters, which identifies the potential for social unrest if the planned expansion in the number of coal-fired power plants goes ahead.

Lack of access to irrigation water has already been linked to the suicides of thousands of farmers in the area and investing in thirsty coal-fired power plants will only exacerbate water problems in a region that has a long history of under development.

Greenpeace India is calling for an immediate moratorium on allocating water to coal power plants in Vidarbha, while existing allocations must be also re-examined to ensure that the irrigation needs of farmers are not jeopardised.

Additionally, under the Energy [R]evolution scenario, developed by Greenpeace and partner organisations, almost half of India’s power could be provided by renewable energy by 2030, saving billions of cubic metres of water that could irrigate 3.6 million hectares of farmland.


Photos: ©Vivek M / Greenpeace

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

AZEROX ECO E DEZ ATITUDES BACANAS EM PROL DO PLANETA !


Olá azeradores e demais visitantes!

Como já sabem, em setembro voltaremos com muito mais gincana para vocês e num ambiente virtual totalmente novo. Aguardem!

E para retomar nosso compromisso em divulgar notícias e matérias ambientais importantes e que possam contribuir com a corrida humana pela sustentabilidade, escolhemos essa matéria do site do Instituto Akatu.

Sejam bem-vindos!

AZEROX ECO.

DEZ ATITUDES PARA VOCÊ COMBATER O AQUECIMENTO GLOBAL!

por Equipe Akatu em 31 jul 2012

   
Já pensou em mudar alguns hábitos que podem contribuir muito no combate às mudanças climáticas?

Resultado do aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, o aquecimento global é consequência do atual modo de produção e do estilo de vida na sociedade mundial.  No Brasil, por exemplo, a maior parte das emissões vem do desmatamento das florestas e do uso do solo para agricultura e pecuária, além da queima de combustíveis fósseis no transporte.

Cada produto que consumimos tem uma história, que começa na extração de matérias-primas, passa pela produção e transporte, e termina no descarte. Em todas essas etapas, ocorrem emissões de gases de efeito estufa. Nossas escolhas de consumo têm, portanto, impacto direto no aquecimento global.

Pequenas mudanças de hábito podem contribuir muito no combate às mudanças climáticas. O Akatu selecionou dez ações que podem ajudar você a fazer escolhas de consumo mais conscientes:


1. DIMINUIR O CONSUMO DE CARNE E LEITE DE ORIGEM BOVINA

O que isso tem a ver...
Em seu processo de digestão, bois e vacas emitem metano, um gás 21 vezes mais poderoso que o gás carbônico em termos de efeito estufa.

Você pode...
Repensar a sua alimentação substituindo a carne e os derivados de leite de origem bovina por outras fontes de proteína, como grãos e outros tipos de carne.

2. SABER DE ONDE VEM A CARNE

O que isso tem a ver...
A criação de gado na Amazônia é um dos principais indutores da devastação da floresta. E o desmatamento é a maior fonte de emissão de gases de efeito estufa no Brasil, responsável por 75% das emissões totais.

Você pode...
No supermercado ou no açougue, peça informações sobre a origem da carne, para evitar que o bife do seu prato ajude a desmatar a floresta amazônica. E dê preferência a comprar de empresas que afirmam selecionar seus fornecedores de carne a partir da garantia que não trabalham em áreas desmatadas ilegalmente.

3. PREFERIR PRODUTOS DE MADEIRA CERTIFICADA

O que isso tem a ver...
A destruição das matas nativas é a maior fonte de emissão de gases de efeito estufa no Brasil. E a maior parte de toda madeira extraída ilegalmente é vendida no próprio mercado brasileiro.

Você pode...
Comprar apenas produtos e materiais de construção feitos com madeira certificada, aqueles que têm o selo FSC, ou o de madeira de reflorestamento. Essa é a maneira mais segura de saber que você não está colaborando com o desmatamento ilegal ao comprar produtos de madeira.

4. COMPRAR PRODUTOS FLORESTAIS SUSTENTÁVEIS

O que isso tem a ver...
Além de ser a principal causa de emissão de gases de efeito estufa no Brasil, o desmatamento ilegal, sobretudo na Amazônia, traz sérios prejuízos ao meio ambiente e à sociedade pela perda de biodiversidade.

Você pode...
Combater o desmatamento ajudando a criar alternativas de geração de emprego e renda para a população amazônica a partir do uso sustentável da floresta, como por exemplo ao comprar produtos feitos pelas comunidades que vivem na floresta Amazônica, como cestos ou óleos artesanais. Há opção também de escolher produtos industrializados, como chocolates ou produtos de beleza, que usem matéria-prima extraída da floresta de forma não predatória e em parceria com as comunidades locais.

5. USAR ÁLCOOL COMBUSTÍVEL E ANDAR MENOS DE AUTOMÓVEL

O que isso tem a ver...
A queima dos combustíveis fósseis, como gasolina e diesel, é uma das causas do aquecimento global. Um carro médio a gasolina que roda trinta quilômetros por dia emite, em um ano, uma quantidade de gases de efeito estufa que precisaria de 17 árvores crescendo durante 37 anos para ser absorvida.

Você pode...
Reduzir o uso do automóvel e utilizar mais o transporte público, a bicicleta ou mesmo ir a pé.

6. REPENSAR O CONSUMO DE PRODUTOS

O que isso tem a ver...
A fabricação de qualquer produto envolve extração e processamento de matéria-prima, uso de água e de energia na produção, além do gasto de combustível no transporte até as lojas. Todos esses processos causam a emissão de gases de efeito estufa.

Você pode...
Repensar seu consumo antes de comprar um produto novo. Indague-se se não dá para reaproveitar, usar por mais tempo ou procurar consertar o que está quebrado.


7. COMPRAR DE EMPRESAS QUE EMITEM MENOS GASES DE EFEITO ESTUFA

O que isso tem a ver...
Muitas empresas estão procurando saber o volume de gases de efeito estufa emitido em seus processos de produção, seja nas fábricas, nos escritórios, na frota de distribuição e até mesmo nas viagens de avião de seus executivos, e estão desenvolvendo ações para reduzir tal emissão.

Você pode...
Informar-se sobre quais empresas estão fazendo essa análise e adotando práticas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e optar pelos produtos ou serviços dessas empresas. Você pode obter essas informações perguntando às próprias empresas, por meio do seu SAC ou consultando seus sites.

8. COMBATER O DESPERDÍCIO

O que isso tem a ver...
Restos de comida representam um grande desperdício pois compõem a maior parte do lixo produzido no país. Depositado nos lixões ou aterros, o lixo orgânico emite gás metano durante sua decomposição, e o metano é 21 mais potente que o gás carbônico como gerador de efeito estufa.

Você pode...
Evitar o desperdício de alimentos em sua casa com ações simples, como planejar as compras e reaproveitar as sobras. Cerca de um terço dos alimentos que os brasileiros compram vai parar no lixo. Ao deixar de desperdiçar 20% do que é comprado, uma família média brasileira acumularia quase R$ 45 mil em 20 anos ao aplicar essa economia na poupança.


9. SABER DE ONDE VEM A SOJA E SEUS DERIVADOS

O que isso tem a ver...
A plantação de soja tem avançado na Amazônia e no Cerrado, e muitas áreas são desmatadas ilegalmente. O desmatamento é a maior causa da emissão de gases de efeito estufa pelo Brasil.

Você pode...
Saber a origem da soja ou de seus derivados (como farelo ou lecitina) presentes em vários alimentos, como óleos, sucos, margarinas, chocolates, biscoitos ou ração para animais, e só comprar os produtos que não tiverem origem em áreas desmatadas. Procure essa informação nos sites das empresas ou pergunte a elas pelo seu SAC.

10. SEPARAR LIXO PARA RECICLAGEM


O que isso tem a ver...
Deixar de jogar no lixo materiais como papel, vidro, plástico e alumínio, reciclando-os e usando-os como matéria-prima de novos produtos, é uma das ações mais importantes no Brasil para reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Além de a tecnologia da reciclagem estar disponível, isso não trará custos, e sim economia de recursos.

Você pode...
Separar o lixo na sua casa e encaminhá-lo à reciclagem, incentivando a família, os amigos e os vizinhos a fazerem o mesmo. Se os brasileiros reciclassem todo o material reciclável que descartam, seria gerada uma riqueza de pelo menos R$ 8 bilhões anuais, além de serem economizados recursos naturais pelo uso de matéria prima reciclada em vez da extração de matéria-prima virgem. A produção a partir da reciclagem também gasta muito menos energia elétrica do que a partir dos minérios brutos e isso significa uma menor emissão de gases de efeito estufa. Procure também, quando possível, comprar produtos feitos com materiais reciclados ou recicláveis, ajudando assim a fortalecer esse mercado.

Fonte: http://www.akatu.org.br/Temas/Mudancas-Climaticas/Posts/Dicas-de-consumo-Dez-atitudes-para-voce-combater-o-aquecimento-global